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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Jovens britânicos são recrutados para combaterem na Síria

27 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Jovens britânicos estão sendo recrutados por grupos jihadistas para combaterem como mercenários na Síria, advertiram meios de comunicação da Síria locais que destacam uma denúncia do jornal The Sunday Telegraph.

Os grupos fundamentalistas envolvidos na guerra desatada contra o país árabe recrutam um crescente número de jovens do Reino Unido de origem paquistanesa e sudanesa, para ingressarem nas filas da oposição armada síria, segundo uma investigação do jornal britânico, citada nesta segunda-feira (27) em Damasco pela televisão.

Os recrutados infiltrados na Síria são principalmente de Bangladesh, do Paquistão e do Sudão, sem contar as centenas de residentes britânicos de origem síria que foram alistados, precisa o estudo realizado por Andrew Gilligan e que foi republicado pela agência árabe síria de notícias SANA.

O Sunday Telegraph afirma que a segurança britânica parece estar tomando pouca ou nenhuma ação sobre essas práticas que repetem o que já ocorreu contra o Afeganistão e o Paquistão.

A investigação descobriu que pelo menos 30 jovens britânicos, que não são de origem síria, viajaram para esse país para participar dos combates contra o governo, revelou o parlamentar trabalhista por Birmingham Khalid Mahmoud, citado por esse jornal.

Mahmoud expressou extrema preocupação porque esta vendo atos similares aos ocorridos nas etapas iniciais da guerra contra as autoridades do Afeganistão no início da década de 1980, na que se apoiou nos mujaedins contra a presença soviética.

Fonte: Prensa Latina, Vermelho




Rádio Brasil Atual FM é a frequência da rádio do trabalhador

27 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

http://www.cnmcut.org.br/verCont.asp?id=32287

24/08/2012 – 10:28:54
98,9 Rádio Brasil Atual FM é a frequência da rádio do trabalhador
A inauguração da Rádio Brasil Atual é mais um passo em nosso projeto de comunicação, construído a partir da visão dos trabalhadores e voltado para o diálogo com todos os setores da sociedade.

Divulgação

Zé Mourão

Na próxima terça-feira, dia 28, os Sindicatos dos Metalúrgicos do ABC e dos Bancários de São Paulo lançam oficialmente, em caráter experimental, a Rádio Brasil Atual FM.

“Desde a Rádio Livre, há 25 anos, lutamos por esse espaço”, lembrou ontem Valter Sanches, diretor de Comunicação do Sindicato e presidente da Fundação Sociedade Comunicação, Cultura e Trabalho, que administra a emissora.

Para o diretor da Rádio Brasil Atual, Oswaldo Luiz Vitta, o Colibri, o projeto da rádio sempre ficou nos corações e mentes dos trabalhadores e dirigentes sindicais, que tentaram levar a voz do trabalhador por meio de programas radiofônicos de diversas emissoras parceiras em AM ou FM.

“Na Rádio Livre tentávamos fazer essa comunicação, mas naquela época ela era clandestina”, contou Colibri. “A rádio foi fechada, mas a idéia ficou e tentamos resgatá-la, em AM na Rádio 9 de Julho e depois na Rádio Terra FM”, continuou. “Finalmente agora, na nossa rádio, vamos fazer história”, comemorou o jornalista.

A rádio já está no ar em três frequências. Na Grande São Paulo, em 98,9 FM; no Litoral Paulista, em 93,3 FM; e no Noroeste Paulista, em 102,7 FM, atingindo um público estimado em 22 milhões de pessoas.

O carro-chefe da programação é o Jornal Brasil Atual, transmitido, em rede, direto do estúdio da Avenida Paulista para as três frequências, de segunda a sexta, das 7h às 9h.

Seu conteúdo é produzido por 15 jornalistas, que trabalham em seis estúdios da Brasil Atual FM localizados na Capital, em São Bernardo, em São Vicente, em Mogi das Cruzes, em Pirangi e em Brasília.

Comentaristas de peso e programação elogiada

O Jornal Brasil Atual também conta com a participação de comentaristas como o ex-ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, e o religioso Frei Betto.

Além do jornal, a rádio transmite ao vivo, direto dos estúdios da TV dos Trabalhadores, a TVT, as gravações dos programas Bom Para Todos e Melhor e Mais Justo, além de boa música brasileira o dia todo.

“Os ouvintes estão elogiando a programação e muita gente já participa por telefone e email”, contou José Mourão, diretor do Sindicato responsável pela implantação da Rádio Brasil Atual.

Os 98,9 FM da Rádio Brasil Atual, em São Paulo, podem ser acessados pelo rádio convencional, pelo site do Sindicato, pelo aplicativo para celulares da entidade, e no site www.redebrasilatual.com.br/radio.

Sugestões, críticas ou elogios podem ser feitos pelo emailredacao ou pelo 0800-7734422. Participe! Essa rádio é sua.

Fonte: Sindicato dos Metalúrgicos do ABC




Juízes envolvidos no caso Pinheirinho terão de se explicar para o CNJ

22 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

São Paulo – Cinco magistrados envolvidos na retirada violenta dos moradores da ocupação Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), em janeiro deste ano, terão de prestar esclarecimentos ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) até o dia 5 de setembro.

Ivan Sartori, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP); Cândido Além, desembargador; Rodrigo Capez, juiz assessor da presidência; Márcia Faria Mathey Loureiro, juíza da 6ª Vara Cível de São José dos Campos; e Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, juiz da 18ª Vara Cível do Fórum Central João Mendes Júnior, são mencionados na representação movida por moradores do bairro e assinada por uma comissão de juristas em função de indícios de diversas irregularidades no processo que levou à ação da polícia militar para desocupar o bairro em 22 de janeiro. A área, ocupada por quase 6 mil pessoas em 2004, pertence à massa falida da empresa Selecta do megaespeculador Naji Nahas.

A denúncia baseou-se em depoimentos colhidos pelo Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana com mais de 600 pessoas e nas consequências da desocupação, entre elas, a morte de duas pessoas.

Sartori chegou a pedir o arquivamento da ação alegando total legalidade, mas a representação foi aceita pelo CNJ. “Isso demostra que a representação tinha consistência”, disse Aristeu Pinto Neto, advogado da Ordem dos Advogados do Brasil de São José dos Campos.

“É muito importante esse passo. Alguém tem de pagar pelo que aconteceu. Eles fizeram tudo de maneira irregular. Foi uma malvadeza. As famílias estão sofrendo muito até hoje”, afirma Toninho Ferreira, advogado que acompanha as famílias.

Entre os principais argumentos para sustentar a ação contra os juízes estão, além da violência policial, a inobservância do interesse manifesto das três esferas da União para regularizar a área e a quebra do pacto federativo por parte do presidente do TJ paulista, que não obedeceu a determinação de um juiz federal que impedia a desocupação. “Começa daí e passa por condutas específicas do próprio Ivan Sartori e da juíza [Márcia Faria Mathey]. Ela não permitiu o ingresso da Defensoria Pública para defender as famílias e, ao mesmo tempo, convocou o controle de zoonoses, demostrando preocupação maior com os cães do que com as pessoas que estavam lá”, disse Pinto Neto.

Ele lembra que a juíza suspendeu uma liminar de desapropriação da área, que vigorava desde 2005, sem que houvesse qualquer pedido da massa falida da Selecta. Depois da desocupação, as casas foram totalmente demolidas em poucos dias. Muitos moradores não conseguiram retirar seus bens. A área de 1,3 milhão de metros quadrados irá a leilão no dia 3 de outubro. O terreno está avaliado em R$ 187 milhões.

Fonte: Rede Brasil Atual




Indígenas temem massacre após retomada de terras

22 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Vermelho

Indígenas de diferentes etnias denunciam a ação violenta de proprietários que ocupam terras já demarcadas no Mato Grosso do Sul. Segundo relatos, nem mesmo a chegada da Polícia Federal e da Força Nacional de Segurança foi capaz de inibir a presença de pistoleiros.

O principal foco de tensão é a região localizada no município de Paranhos (MS), onde centenas de acampados foram atacados no último dia 10 por grupos armados. Na ocasião, um integrante da aldeia Arroio Korá desapareceu e, até o momento, não foi encontrado.

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O líder Guarani Kaiowá Tonico Benipe, explica que a violência se tornou mais constante quando os indígenas decidiram iniciar a retomada das terras tradicionais.

“As famílias retornam à área antiga de onde foram expulsas há décadas, mas os proprietários atuais reagem contratando seguranças. Colocam peões, jagunços, pistoleiros para expulsar as comunidades que retomam a área. É aí que começa a violência.”

Os indígenas ocupam aproximadamente 500 hectares, embora o governo federal tenha homologado uma área 14 vezes maior. A demarcação foi paralisada por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Tonico ressalta que a responsabilidade não é apenas dos atuais proprietários, mas consequência de erros governamentais que vêm se acumulando.

“O território Guarani, no mato Grosso do Sul, foi considerado pelo próprio governo como terra devoluta, como se não tivessem ocupantes anteriores. Foi dito que o território não era de ninguém e que podia vender. Muitos compraram e logo perceberam que era terra indígena, com quem entram em confronto até hoje.”

O Conselho Indigenista Missionário (CIMI) anunciou, no mês de junho, que mais de 500 índios foram assassinados no país desde 2003.

Fonte: Rádio Agência NP




Ocupar e nacionalizar os bancos: a saída para a crise mundial

22 de Agosto de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

El vicepresidente del Consejo consultivo de DDHH de la ONU propone "ocupar y nacionalizar la banca"

Fonte: Aporrea

Jean Ziegler, vicepresidente del Consejo consultivo de Derechos Humanos de la ONU.

Jean Ziegler, vicepresidente del Consejo consultivo de Derechos Humanos de la ONU.

Credito: Web

22/08/12.-“Vivimos en un orden mundial criminal y caníbal, donde las pequeñas oligarquías del capital financiero deciden de forma legal quién va a morir de hambre y quién no. Por tanto, estos especuladores financieros deben ser juzgados y condenados, reeditando una especie de Tribunal de Núremberg”.

Con esta aplastante contundencia despacha Jean Ziegler, vicepresidente del Consejo consultivo de Derechos Humanos de la ONU, su particular análisis del actual momento histórico.

La dilatada trayectoria diplomática de este profesor emérito en la Universidad de Ginebra y comprometido analista internacional, que fue relator especial de la ONU para el Derecho a la Alimentación durante ocho años, impide que le tiemble la voz a la hora de señalar con el dedo inquisidor a los ‘culpables’ de la crisis sistémica.

“No puede ser que en un planeta con los recursos agroalimentarios suficientes para alimentar al doble de la población mundial actual, haya casi una quinta parte de sus habitantes sufriendo infraalimentación”.

En su último libro Destrucción Masiva. Geopolítica del hambre (Península), que Ziegler presentó ayer en Madrid, pone sobre la mesa una serie de cuestiones molestas de las que otros diplomáticos ni siquiera se atreven a hablar en los pasillos de la ONU.

Unas críticas irreverentes que ya ventiló en otros trabajos como El hambre en el mundo, Los nuevos amos del mundo y aquellos que se le resisten, El imperio de la vergüenza o El odio a Occidente.

Su receta para revertir esta situación es, si cabe, tan radical o más que su tesis sobre la generación de las desigualdades: “

Ocupar masivamente los bancos, nacionalizarlos y confiscar las arrogantes riquezas robadas por los especuladores financieros”.

Una extremista postura que lo lleva incluso a criticar la incapacidad de movimientos de la sociedad civil como el 15M en España u Occupy Wall Street en Estados Unidos.

“Reconozco que son símbolos importantes y que han logrado la simpatía de la sociedad, pero todavía son insuficientes para quebrar la actual relación de fuerzas si no desembocan en una huelga general indefinida.

Hay que darse cuenta de que en el orden mundial reina una violencia estructural que se debe combatir con una contraviolencia basada en la resistencia pacífica”.

La migración de los grandes fondos especulativos a los mercados de materias primas, principalmente de la agroalimentación, la cual creció exponencialmente en el trienio 2005-2008 como explica Ziegler en su último libro, “es el origen de esta crisis genocida porque han disparado el precio de los alimentos básicos”.

A pesar de la ‘destrucción masiva’ conceptualizada por Ziegler, el diplomático exhibe su característico optimismo de luchador a contracorriente y asegura que esta situación creará la conciencia social necesaria para “multiplicar rápidamente las fisuras en el muro capitalista, que acabarán derrumbándolo y creando un nuevo orden mundial”.

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La insurrección será por el hambre o no será

El primer paso, explica, es darse cuenta de que “los criminales financieros son el enemigo común de los europeos, de los africanos y del resto de la población que sufre de hambre y desempleo en el mundo. Unos oligarcas que monopolizan los beneficios y privatizan los servicios y recursos”.

Para Ziegler, esta toma de conciencia será el advenimiento de una nueva forma de solidaridad internacional entre todos los pueblos, que posteriormente se transformará en un “frente de resistencia intercontinental”

Un convencimiento “total”, pero que se transforma en duda cuando se le pregunta por los riesgos y los pilares sobre los que se fundará este alzamiento popular.

Es un misterio, no puedo hablar de la revolución porque se trata de la libertad liberada en el hombre y los procesos revolucionarios son imposibles de prevenir porque tienen sus propias leyes y no son conocidas”.

Lo que sí tiene claro Ziegler es que la insurrección, como ha ocurrido en la mayoría de estos procesos a lo largo de la historia, se producirá por el hambre.

“La hambruna ya es una realidad en las banlieues parisinas y el pueblo español también está sufriendo la pobreza, como el resto de Europa”.

En este contexto, indica, la lucha de clases es “absolutamente inevitable porque las oligarquías capitalistas no serán capaces de reeditar el genocidio americano de los indios, ya que es imposible matar a todo un país como España y hacerle aceptar permanentemente las cadenas”.

“España no debería pagar su deuda porque es delictiva e ilegítima”

Las “cadenas” a las que retóricamente se refiere este diplomático de la ONU estarían impuestas por las políticas económicas de la austeridad, que califica como “absurdas y destructoras”.

Los teóricos del neoliberalismo, añade, “nos han hecho creer que hoy en día la austeridad es la única política posible, pero sólo se aplica a la clase trabajadora y nunca a los banqueros. Estas políticas tienen un límite objetivo y no van a resolver los problemas”.

En contraposición a estas recetas neoliberales, Ziegler defiende unas políticas centradas en el crecimiento. Esta es la única esperanza que deposita en los representantes políticos, aunque matiza que de forma “extremadamente leve”.

Sus protagonistas no podrían ser otros que François Hollande y Barack Obama. “Ambos deben formar una alianza por el crecimiento basada en la inversión pública, el incremento del salario mínimo, las prestaciones sociales, la búsqueda del pleno empleo y la lucha contra la desindustrialización”.

Para el vicepresidente del consejo consultivo de Derechos Humanos de la ONU estas políticas no son la solución final si no van acompañadas de un despertar de la sociedad civil y, sobre todo, del impago de la deuda.

“Los dirigentes españoles deben hacer lo mismo que ha hecho Rafael Correa en Ecuador, es decir, negarse a pagar la deuda, cuya amortización ya es altísima, porque es odiosa e ilegítima.

Esto es, se ha creado, en gran parte, por la delincuencia financiera y la corrupción política, sin materializarse en inversiones reales”.

Una perspectiva que lo lleva incluso a cometer el atrevimiento de recomendar a los españoles que objeten en la declaración de la renta al porcentaje del gasto dedicado a la deuda pública. Una campaña lanzada desde el 15M que califica de “necesaria, inteligente y eficaz”. Todos estos elementos en su conjunto, unidos a la inflación, podrán acabar con las “deudas injustas”.

Refundar la ONU para instaurar un nuevo orden mundial

La Organización de las Naciones Unidas debe tener un papel central en el futuro escenario mundial. Como explica Ziegler, la ONU se fundó con el objetivo principal de defender el interés general de los pueblos y promulgar los principios recogidos en la Carta de los Derechos Humanos.

Sin embargo, “los mercenarios han pervertido su papel y destruido su credibilidad moral”.

Entre ellos, no duda en señalar al exsecretario general Ban Ki-moon o al presidente del consejo de selección de los relatores, el hondureño Roberto Flores, “quien apoyó el golpe de Estado en su país en 2009”.

Para Ziegler, la refundación de esta organización pasa por imprimirle “mucha más democracia” eliminando el poder de veto de las naciones integrantes del Consejo de Seguridad, limpiándola de “golpistas” y eliminando las prebendas del FMI y el BM.

El neoliberalismo delictivo, concluye el diplomático, “se cura con política”.