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Andre Vieira

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Blog

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Sirios marchan para rechazar injerencia extranjera y ratificar apoyo a Al Assad

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Miles de ciudadanos sirios rechazaron este jueves la injerencia extranjera en el país y manifestaron su apoyo al programa de reforma del presidente Bashar Al Assad. "Pese al frío y la lluvia, se llevaron a cabo concentraciones en diferentes plazas de las principales ciudades del país" informó el corresponsal de teleSUR en Medio Oriente, Hisham Wannous.

“Los participantes reafirmaron el rechazo a las resoluciones de la Liga Árabe (LA), que según ellos violan la soberanía del país y su decisión de llevar el caso ante el consejo de seguridad de las Naciones Unidas (ONU). También agradecieron la postura rusa que rechaza cualquier medida que pueda imponer sanciones a Siria”, añadió Wannous.

El periodista precisó que también repudiaron la postura de Estados Unidos y de países europeos que intentar desestabilizar el país y justificar una intervención militar.

Los manifestantes “alzaron pancartas y corearon consignas en rechazo a la campaña mediática que hay contra Siria en algunos canales árabes (…) corearon lemas que ratifican la firmeza del pueblo y su determinación a frustrar cualquier complot contra Siria”, puntualizó.

Siria ratifica apoyo a misión de observadores

Entre tanto el ministro de Relaciones Extreriores sirio, Walid Al Moallen, ratificó este jueves el apoyo del presidente Bashar Al Assad a la misión de observadores de la Liga Árabe (LA), que permanecerá trabajando en el país de Medio Oriente hasta el próximo 23 de febrero.

Al recibir al general sudanés Mohammad Al Dabi en una audiencia especial, el canciller reafirmó el compromiso de las autoridades en una completa cooperación con los veedores para que puedan realizar su trabajo.

En tal sentido, Al Moallen destacó la responsabilidad del gobierno sirio de proteger a los ciudadanos y acabar con grupos armados, sabotajes, crímenes y actos vandálicos contra civiles.

El general sudanés detalló al canciller particularidades del reporte que presentó el domingo pasado en El Cairo (capital egipcia) al Consejo Ministerial de la Liga Árabe y aseguró que la misión está comprometida con realizar una labor neutral y objetiva.

Por su parte el subsecretario general de la LA, Ahmad Bin Hili, precisó que el grupo de observadores seguirán en Siria y señaló que la decisión de Catar, Arabia Saudita, Bahrein, Emiratos Árabes Unidos, Omán y Kuwait que optaron por abandonar el protocolo de observación “es una opción soberana de cada país enviar o retirar los monitores”.

Bin Hili resaltó que estiman enviar otro grupo de veedores miembros de la LA para compensar la reducción.

Liderados por Catar y Arabia Saudita, las naciones del Consejo de Cooperación del Golfo Pérsico señalaron al gobierno de Al Assad de incumplir el plan de paz de la Liga Árabe, pese a que los observadores alegaron lo contrario.

Fonte: TeleSurTV




A nova ‘democracia’: MSF denuncia torturas generalizadas na Líbia

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Médicos Sem Fronteiras denuncia torturas em prisões da Líbia

GENEBRA – A organização Médicos sem Fronteiras (MSF) suspenderá suas operações nos centros de detenção da cidade líbia de Misrata como resposta às torturas praticadas nos presos, anunciou nesta quinta-feira, 26, a ONG.

Desde que iniciou suas atividades na região, em agosto do ano passado, os médicos da organização tiveram que tratar "cada vez mais de pacientes com lesões ocasionadas por torturas causadas em interrogatórios". A princípio, no entanto, a missão da MSF era cuidar de prisioneiros de guerra feridos.

No total, a ONG tratou de 115 pessoas que apresentavam ferimentos provocados por tortura. Os casos foram denunciados para as autoridades de Misrata.

O diretor-geral da MSF, Christopher Stokes, denunciou que alguns oficiais das penitenciárias "tentaram obstruir o trabalho dos médicos". Além disso, afirmou que muitos presos eram enviados para tratamento médico sob interrogatório, para depois serem levados novamente.

Stokes disse que a situação é "inaceitável", pois a função da ONG é atender vítimas de guerra e presos feridos, e não tratar detentos entre sessões de tortura.

A MSF denunciou que em algumas ocasiões os oficiais pediram que os médicos da organização tratassem dos presos dentro dos próprios centros de interrogatório.

A organização disse que o caso "mais alarmante" ocorreu em 3 de janeiro, quando membros da ONG trataram um grupo de 14 prisioneiros que tinham acabado de sair de um interrogatório.

Nove deles mostravam sinais evidentes de tortura, e após a MSF pedir que eles fossem transferidos para hospitais, o Serviço de Segurança do Exército Nacional negou atendimento a oito dos presos.

Em 9 de janeiro, a organização enviou uma carta na qual pedia o fim imediato desse tipo de prática ao Conselho Militar de Misrata, ao Comitê de Segurança de Misrata, ao Serviço de Segurança do Exército Nacional e ao Conselho Civil de Misrata.

"Nenhuma ação concreta foi tomada. Ao invés disso, a equipe médica recebeu quatro novos casos de torturas, por isso decidimos suspender nossas atuações", declarou o diretor-geral da MSF.

Fonte: Estadão




Uma gota de sangue pela paz

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

COMITÊ ÁRABE-BRASILEIRO DE SOLIDARIEDADE

O Comitê Árabe Brasileiro de Solidariedade-Paraná, lembrando as 330 crianças palestinas mortas durante o bombardeio sobre GAZA em 2009 (entre os mais de 1300 mortos, de acordo com relatório da ONU) convida todos para doar sangue na Campanha "UMA GOTA DE SANGUE PELA PAZ", nesta sexta-feira, dia 27/01/2012, no Hemepar (Travessa João Prosdócimo 145 – Alto Rua XV), a partir das 9h00.

Contato: Professor Kico – Fone: 9114-1413

DOE SANGUE PELA PAZ E SOLIDARIEDADE

PELO FIM DO HOLOCAUSTO DO POVO PALESTINO




DIREITOS HUMANOS E A DEMOCRACIA SITIADOS EM SÃO PAULO

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

“Nós representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada numa harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos sob a proteção de Deus a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil”. (Preâmbulo da Constituição Federal de 1988)

DIREITOS HUMANOS E A DEMOCRACIA SITIADOS EM SÃO PAULO

Em apenas 30 dias o Estado de São Paulo prenuncia o rompimento com a República Federativa do Brasil violando a Constituição Federal de 1988 por omitir do artigo 1º ao 227 da Carta Magna, violando todos os Tratados e Convenções de Direitos Humanos do qual o Brasil é signatário.

A sociedade Civil e entidades de atuação em Direitos Humanos, redes de serviços de saúde e social e demais movimentos sociais sentem São Paulo sitiado, na medida em que Governo Estadual, a Prefeitura de São Paulo, a Prefeitura de São José dos Campos, o Tribunal de Justiça do Estado e a omissão do Ministério Público Estadual protagonizaram na história do país, que em menos de um mês desencadeou uma onda de violações de Direitos Humanos, massacrando, torturando, agredindo, espoliando pessoas de menor potencial econômico.

Os poderes constituídos pela legitimação constitucional e republicana não cumprem os desígnios democráticos dos princípios políticos e jurídicos, passando longe do preâmbulo constitucional.

No final de dezembro assistimos um incêndio criminoso na favela do Moinho, sendo que até hoje as famílias não foram atendidas pelas políticas públicas, nem de moradia e nem de assistência social, ao contrário, a população que perdeu a moradia num suposto incêndio criminoso além de estarem na rua, são constantemente agredidos e torturados por policiais militares.

No ultimo dia 2 de janeiro em pleno recesso do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Assembléia Legislativa e da Câmara Municipal, em operação conjunta entre Prefeitura de São Paulo e Governo de Estado, a Policia Militar com apoio do Tribunal de Justiça (mesmo em recesso) deflagraram uma completa higienização social, transformando os bairros de Campos Elíseos e da Luz numa praça de guerra e num campo de concentração, decretando Estado de exceção à população em situação de rua e usuários de crak e outras drogas, com a escusa de combater o tráfico de entorpecentes.

Relatos que ainda estão sendo colhidos revelam que a PM cometeu todo tipo de agressão física, psicológica e tortura, entre elas a prática de fazer grupos moradores andarem em círculos até caírem no chão de exaustão. A PM durante dias ocupou o bairro, torturou pessoas na rua, e não obstante passou a atacar trabalhadores pobres despejando milhares de pessoas de dentro de suas casas de aluguel. O pano de fundo desta operação militarizada é um Governo Municipal e Estadual a serviço da especulação imobiliária, cujo projeto de remodelação urbana denominadas de "Barra Funda – Agua Branca" e "Nova Luz" afeta tanto a Favela do Moinho incendiada como a área conhecida como "Cracolândia". Estima-se que a operação militar tenha custado aos cofres públicos mais de 3 milhões de reais.

Centenas de pessoas foram presas, mas nenhum traficante de grande porte, e aos usuários nenhum serviço de saúde foi oferecido e qualquer política de moradia está sendo ofertada. Ao contrário a Prefeitura está neste momento efetuando as expropriações privadas entregando-a a empresários do setor imobiliário.

Iniciativas tímidas tomadas pelo Ministério Público da coordenação de Direitos Humanos, foram veemente repelidas pelos colegas promotres que ocupam cargos no executivo, deixando a sociedade sem poder de controle externo e fisacilização.

No caso do Pinheirinho em São José dos Campos a estratégia militar não foi diferente do que ocorreu dias antes na "cracolandia" na Capital, sempre de surpresa agiram com truculencia e procedimento de guerra, tratando a população como inimigos. Apesar do acordo firmado com as liderança políticas e entes governamentais no dia 18 de janeiro, a juíza Márcia Maria Mathey da 6ª Vara Cível do Foro de São José dos Campos no dia 20 ignorou o acordo e mandou cumprir a ordem.

As imagens e o noticiário que circularam pela midia dão conta de quão cruel e covarde foi a operação de desocupação, bem como revelam todo tipo de truculência e desrespeito ao ser humano. O que as imagens não revelam são fatos atipicos, porém corriqueiros em São Paulo, que colocam o estado democratico de direito em xeque.

O mais grave desta reintegração de posse é que o próprio Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio do assessor do presidente do TJSP – Rodrigo Capez, irmão do promotor de justiça e atualmente deputado estadual pelo PSDB Fernando Capez, é quem conduziu a operação pinheirinho junto com o Comando da Tropa de Choque da PM. Outro fato relatado pelo deputado estadual Marco Aurélio, que apesar do Comandante receber um mandado liminar do Tribunal Regional Federal suspendendo a desocupação denegou o cumprimento alegando não receber ordens a não ser do Governador Geraldo Alckmin e do Presidente do Tribunal de Justiça. Com relação ao imóvel com dividas de impostos territoriais em R$ 16 milhões e a massa falida ser devedora da Fazenda estadual, os custos desta operação pode ter ultrapassado a R$ 2 milhões de reais com a mobilização de mais de dois mil homens da PM além de três helicópteros, armas e bombas, máquinas, tratores e caminhões. Mais uma vez vimos o Estado Militar trabalhando em favor do capital especulativo em detrimento da violação dos direitos humanos e moradia da população pobre. Ainda hoje as 6 mil pessoas estão sitiadas em 3 acampamentos, 2 cedidos pela Prefeitura, em condições infra-humanas, sem água, banheiros, alimentação precária, e estão sendo vigiados pela PM e possuem proibição de saírem dos alojomentos. O Conselho Tutelar não compareceu no despejo e nem comparece nos alojamentos.

As imagens transmitidas pela mídia oficial e pelos blogs tanto no caso Pinheirinho como no caso da "Cracolândia", são suficientes para demonstrar o resultado da guerra que o Estado de São Paulo patrocinou contra pessoas desarmadas e famintas por Justiça Social, em que o peso ao Capital imobiliário e especulativo tem mais valor do que a vida humana, rompendo-se com estado democrático de direito.

O MNDH-SP não dissocia nestes 30 dias nenhuma das operações da Policia Militar a mando do Governo do Estado, pois há pelo menos duas coincidências que antecedem as estes episódios: 1 – No caso da “cracolândia” o Ministro da Saúde Padilha havia estudado o caso da situação de usuários de crak em São Paulo e estava para lançar e apoiar pelo menos dois projetos na Cidade para atendimento de saúde e social aos usuários, mas o Governo do Estado se antecipou no que chama de “operação Cracolandia”. 2 – No caso do Pinheirinho o Ministério das Cidades estava presente nas negociações para solucionar a demanda, acordo pautado dia 18 de janeiro perante a 18º Vara Cível no processo de falência e mais uma vez o Governo do estado se antecipou. O recado dado é que em São Paulo os Direitos Humanos e a democracia estão sitiados, e o diálogo é com a PM.

Embora na vigência do estado democrático de direito, o que assistimos neste momento é um Governo Militar em que os direitos políticos e civis das pessoas não são respeitados, havendo um poder centralizado no Palácio dos Bandeirantes que controla a Justiça, o Legislativo e também o Ministério Público e todo poder emana da Policia Militar.

Estranhamente com a quantidade de violações a Constituição Federal e a outras normas, o Procurados Geral do Estado permanece inerte.

Entidades do MNDH de SP, solicitaram ao CONDEPE-SP – Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana que promova um relatório oficial sobre os 3 casos graves de violações de Direitos Humanos e que afeta a toda sociedade paulista e brasileira, colhendo depoimentos, imagens e outras provas sobre tais violações constantes e permanentes patrocinadas pelo Estado, com o fito de mostrar as autoridades políticas brasileiras para que percebam que a Constituição Federal não vigora no Governo do Estado atualmente, colocando em risco a democracia conquistada as duras penas e garantidas na Lei. A independência dos três poderes deve ser garantida sob pena da República estar correndo o risco de ser banida nas esferas públicas e políticas. A Polícia Militar não cumpre seus desígnios constitucionais e nem protege a população, continuando a promover um verdadeiro controle militar social.

Estes fatos devem ser alvos de Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI, mas como em SP o legisllativo há 10 não é aprovada nehuma CPI por submissão da maioria dos parlamentares ao império do PSDB, deve ser iniciado uma CPI no Congresso Nacional ante a quebra do pacto Federativo permeado na Constituição Federal, e pelo fato das violações contumazes de todas as instituições no Estado de São Paulo aos Direitos Humanos seja por ação seja por omissão.

O CONDEPE – Conselho Estadual de Defesa da Pessoa Humana realizará no dia 30 de janeiro na Câmara Municipal de São José dos Campos uma audiência Pública. No dia 7 de fevereiro estará colhendo relatórios sobre a situação da “Operação Cracolandia” e da favela do Moinho.

O MNDH-SP repudia ao fascismo do PSDB paulista e de seu Governador que aparelhado pelo capital imobiliário e especulativo, deturpa as instituições públicas o seu bel prazer e rasga a Constituição Federal, e deve ser responsabilizado por todas as violações cometidas pelo seu exercito particular (PM), pois a sociedade não aceita ser governado por este militarismo.

Rildo Marques de Oliveira

MNDH-SP

Coordenação Nacional do MNDH




Madre de recluso fallecido en Cuba denuncia traición…pero en Miami

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda
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Recibimiento de Reina Luisa Tamayo

a su llegada a Miami con las cenizas de su hijo

25/01/12.-Fue casualmente en los Estados Unidos, donde el presidente Abraham Lincoln aseguró que “puedes engañar a todo el mundo algún tiempo, puedes engañar a algunos todo el tiempo, pero no puedes engañar a todo el mundo todo el tiempo.” Y digo casualmente, porque en estos momentos de mentiras y campañas mediáticas contra Cuba, fraguadas desde las “trincheras” anticastristas de Miami, acaba de desinflarse un embuste donde también se utilizó como estandarte a un preso que murió en huelga de hambre.

Reina Luisa Tamayo, la madre del finado recluso Orlando Zapata Tamayo, compareció en la noche de este lunes, ante las cámaras y micrófonos del programa televisivo “A Fondo con Sevcec”, del canal local América Tevé-41, y sin tapujos dijo sentirse traicionada, engañada y decepcionada con todos los que la llenaron de luces y ofrecimientos.

“Los que nos prometieron ayuda nos han traicionado”, dijo la anciana a una pregunta del moderador del programa, y contó las vicisitudes que tiene que enfrentar para sobrevivir en Miami, siete meses después de su llegada.

La madre de Zapata llegó a los Estados Unidos cargando las cenizas de su hijo el pasado 9 de junio. Entre vítores y abrazos, los mismos que empujaron al suicidio a Zapata, la recibieron en el aeropuerto. Políticos, cabilderos, disidentes y hasta algún que otro terrorista, se congregaron en el Miami International Airport, para darle una bienvenida cargada de promesas.

La señora Tamayo, ataviada con sus acostumbrados collares yorubas, dijo estar viviendo un momento desesperado, y con una mezcla de rabia y tristeza, afirmó que “el espíritu de mi hijo estará sufriendo lo que está pasando su madre”.

La madre de Zapata Tamayo explicó a la teleaudiencia de Miami que fue engañada por sus patrocinadores y dijo sentirse manipulada por los mismos que prometieron ayudarla. Contó, además, cómo se gana la vida como sirvienta, limpiando casas, cuidando ancianos, y junto a su esposo, arreglando la hierba de los patios.

Vivimos nueve personas en una sola casa, pero no nos alcanza el dinero para pagar la renta de 2,300 dólares mensuales, más el resto de las cuentas (agua, luz, teléfono, y comida, entre otras), declaró con dolor, mientras narraba sus esfuerzos por conseguir que la comunidad cubana exiliada les diera algo de ayuda económica.

Reina Luisa decidió tomar el camino del exilio junto a doce familiares. Durante la campaña difamatoria que se orquestó desde Miami contra Cuba, después de la muerte de Zapata Tamayo, grupos de exiliados y organizaciones de refugiados ofrecieron brindar ayuda a la familia Tamayo.

“Vamos a ayudar a la familia a iniciar un nuevo capítulo en sus vidas. Hemos dispuesto cuatro apartamentos en el suroeste de Miami y también será asistida con alimentos, ropa, muebles, clases de inglés, trabajo y otros asuntos esenciales”, afirmó en aquel momento Suzy Cop del Comité Internacional de Rescate (IRC), organización que supervisa los programas de reubicación para los refugiados que llegan a Miami, en el estado de Florida, según una nota publicada en el sitio digital Cuba en Miami el 8 de junio 2011. Reina Luisa Tamayo dejó bien claro que todo era mentira.

También Janissette Rivero, del Directorio Democrático Cubano, se ofreció ante las autoridades consulares norteamericanas como la patrocinadora de esta familia cubana. Evidentemente, por las declaraciones de Reina Luisa, todos le dieron la espalda e hicieron mutis por el foro.

Lo triste de toda esta historia, es ver como manipulan sin piedad, aunque para conseguir propósitos haya que pasar sobre las cenizas de un muerto. Ahora, Reina Luisa no cuenta. Mientras estaba en Cuba, era protagonista de la manipulación y eso genera dinero. Ahora, en la triste realidad del exilio, no deja de ser más que una vieja memoria, casi olvidada.

Ya tienen un nuevo “producto” de propaganda que da más resultado, y como decía un popular vendedor de muebles en Miami, “aquí lo que vale es el cash”. Solo habrá que esperar un poco, para ver si a Maritza Pelegrino, la viuda de Wilmar Villar, el recluso común recién fallecido, le toca pasar por la triste historia de Reina Luisa Tamayo.

Vale la pena reiterar lo que afirmó el presidente norteamericano Abraham Lincoln: “puedes engañar a todo el mundo algún tiempo, puedes engañar a algunos todo el tiempo, pero no puedes engañar a todo el mundo todo el tiempo.”

*Periodista cubano residente en Miami

Fonte: SOA-Brasil