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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Partido dos Trabalhadores (BR) sobre os índios guarani-caiowá

29 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Distribuído para toda a redecastorphoto

De: Jose Augusto Valente

Prezado Castor

O governo federal está atuando para viabilizar a demarcação dessas terras, o que está longe de ser uma tarefa fácil, já que, como vc bem disse, tem o judiciário pela frente.

Sobre esse assunto, é bom saber que a demarcação da Terra Indígena Arroio Korá foi homologada pelo ex-presidente Lula, em 21 de dezembro de 2009, mas, no mês seguinte, o então presidente do STF, Gilmar Mendes, concedeu uma liminar favorável a quatro fazendas que reivindicavam a área, reconhecendo o “periculum in mora” para os fazendeiros e suspendendo a homologação da reserva.

Segundo matéria publicada no site do Tribunal em 20 de janeiro de 2010, logo após a decisão do ministro, o risco para o direito dos pecuaristas derivava entre outros fatores, de “notícias nos autos de que, com a publicação do decreto homologatório, as lideranças indígenas já se movimentam para, nos próximos dias, perpetrarem atos de ocupação das terras demarcadas”.

Depois da liminar de Gilmar Mendes, o passou a caminhar a passos lentos no STF e ainda não foi votado por todos os ministros. A morosidade da Justiça levou 170 indígenas a ocuparem a área, em agosto deste ano, onde permanecem sob o cerco de pistoleiros.

Em setembro, a Justiça Federal de Naviraí (MS) concedeu reintegração de posse das terras aos fazendeiros, o que levou os índios a escreverem uma “carta testamento”, na qual reafirmam a disposição de resistir à desocupação. O texto, com ampla divulgação na internet, desencadeou a onda de solidariedade à etnia.

A Polícia Federal e a Força Nacional estão na área, para garantir a segurança dos Guarani-Kaiowá e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) ingressou na Justiça contestando a reintegração de posse.

Hoje mesmo, no Valor, tem matéria com a Funai se manifestando solidária ao movimento dos Guaranis Kaiowas

http://www.valor.com.br/brasil/2881190/para-funai-decisao-de-indigenas-de-nao-deixar-suas-terras-e-legitima

Quanto ao PT, indico alguns links abaixo mostrando que temos posição e a manifestamos.

O governo também tem posição, fez a sua parte, mas infelizmente ainda não controlamos o STF.

O que será possível a partir de 2013, com as novas indicações pela Dilma

http://www.pt.org.br/noticias/view/petistas_defendem_indios_guarani_kaiowa_e_seu_direito_a_terra

http://www.pt.org.br/secretaria_noticias/view/violencias_contra_os_guarani_kaiowa_sinais_de_uma_politica_de_exterminio

http://www.pt.org.br/mobile/view/a_silenciosa_guerra_colonial

http://www.pt.org.br/mobile/view/direitos_humanos_e_balas

Como se vê, tanto o PT tem clara posição sobre o assunto, como o governo fez e continua fazendo a sua parte.

Saudações socialistas

José Augusto Valente




A ultima eleição sob tutela da Globo

25 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A sólida dianteira de Haddad em SP, reafirmada pelo Ibope e o Datafolha desta 5ª feira, deixa ao conservadorismo pouca margem para reverter uma vitória histórica do PT; talvez a derradeira derrota política do seu eterno delfim, José Serra. Ainda assim há riscos. Não são pequenos. Eles advém menos da vontade aparentemente definida do eleitor, do que da disposição midiática para manipulá-la, nas poucas horas que antecedem o pleito de domingo.

Há alguma coisa de profundamente errado com a liberdade de expressão num país quando, a cada escrutínio eleitoral, a maior preocupação de uma parte da opinião pública e dos partidos, nos estertores de uma campanha como agora, desloca-se propriamente do embate final de idéias, para prevenir-se contra a ‘emboscada da véspera”.

Não se argui se ela virá; apenas como e quando a maior emissora de televisão agirá na tentativa de raptar o discernimento soberano da população, sobrepondo-lhe seus critérios, preferências e interditos.

Tornou-se uma aflita tradição nacional acompanhar a contagem regressiva dessa fatalidade.

A colisão entre a festa democrática e a usurpação da vontade das urnas por um interdito que se pronuncia de véspera, desgraçadamente instalou-se no calendário eleitoral. E o corrói por dentro, como uma doença maligna que pode invalidar a democracia e desfibrar a sociedade.

A evidencia mais grave dessa anomalia infecciosa é que todos sabem de que país se fala; qual o nome do poder midiádico retratado e que interesses ele dissemina.

Nem é preciso nominá-los. E isso é pouco menos que a tragédia na vida de uma Nação.

De novo, a maleita de pontualidade afiada rodeia o ambiente eleitoral no estreito espaço que nos separa das urnas deste 28 de outubro.
Em qualquer sociedade democrática uma vantagem de 15 pontos como a de Haddad seria suficiente para configurar um pleito sereno e definido.

Mas não quando uma única empresa possui 26 canais de televisão, dezenas de rádios, jornal impresso, editora, produção de cinema, vídeo, internet e distribuição de sinal e dados.

Tudo isso regado por uma hegemônica participação no mercado publicitário, inclusive de verbas públicas: a TV Globo, sozinha, receberá este ano mais de 50% da verba publicitária de televisão do governo Dilma.

Essa concentração anômala de munição midiática desenha um cerco de incerteza e apreensão em torno da democracia brasileira. Distorce a vida política; influencia o Judiciário; corrompe a vaidade de seus membros; adestra-os, como agora, com a cenoura dos holofotes a se oferecerem vulgarmente, como calouros de programas de auditório, ao desfrute de causas e interesses que tem um lado na história. E não é o do aperfeiçoamento das instituições nem da Democracia.

O conjunto explica porque, a três dias das eleições municipais de 2012, pairam dúvidas sobre o que ainda pode acontecer em São Paulo, capaz de fraudar a eletrizante vitória petista contra o adversário que tem a preferência do conservadorismo, a cumplicidade dos colunistas ‘isentos’,a ‘independência’ do Judiciário e a torcida, em espécie, da plutocracia.

Não há nessa apreensão qualquer traço de fobia persecutória.

Há antecedentes. São abundantes a ponto de justificar o temor que se repitam.

Multiplas referenciais históricas estão documentadas. Há recorrência na intervenção indevida que mancha, enfraquece e humilha a democracia,como um torniquete que comprime a liberdade das urnas.

Mencione-se apenas a título ilustrativo três exemplos de assalto ao território que deveria ser inviolável, pelo menos muitos lutaram para que fosse assim; e não poucos morreram por isso.

Em 1982, a Rede Globo e o jornal O Globo arquitetaram um sistema paralelo de apuração de votos nas eleições estaduais do Rio de Janeiro.

Leonel Brizola era favorito, mas o candidato das Organizações Globo, Moreira Franco, recebera privilégios de cobertura e genuflexão conhecidos. Os sinais antecipavam o estupro em marcha das urnas.

Ele veio na forma de um contagem paralela – contratada pela Globo – que privilegiaria colégios do interior onde seu candidato liderava, a ponto de se criar um ‘consenso’ de vitória em torno do seu nome.

O assédio só não se consumou porque Brizola recusou o papel de hímen complancente à fraude.

O gaúcho recém chegado do exílio saiu a campo, convocou a imprensa internacional, denunciou o golpe em marcha e brigou pelo seu mandato. Em entrevista histórica –ao vivo, por sua arguta exigencia, Brizola denunciou a manobra da Globo falando à população através das câmeras da própria emissora.

Venceu por uma margem de 4 pontos. Não fosse a resistência desassombrada, a margem pequena seria dissolvida no contubérnio entre apurações oficiais e paralelas.

Em 1983 os comícios contra a ditadura e por eleições diretas arrastavam multidões às ruas e grandes praças do país.

A Rede Globo boicotou as manifestações enquanto pode, mantendo esférico silêncio sobre o assunto. O Brasil retratado em seu noticioso era um lago suíço de resignação.

No dia 25 de janeiro de 1984, aniversário da cidade, São Paulo assistiu a um comício monstro na praça da Sé. Mais de 300 mil vozes exigiam democracia, pediam igualdade, cobravam eleições.

O lago tornara-se um maremoto incontrolável. A direção editorial do grupo que hoje é um dos mais aguerridos vigilantes contra a ‘censura’ na Argentina, Venezuela e outros pagos populistas, abriu espaço então no JN para uma reportagem sobre a manifestação. Destinou-lhe dois minutos e 17 segundos.

Compare-se: na cobertura do julgamento em curso da Ação penal 470, no STF, o mesmo telejornal dispensou mais de 18 minutos nesta terça-feira a despejar ataques e exibicionismos togados contra o PT, suas lideranças e o governo Lula.

Naquele 25 de janeiro estava em causa, de um lado, a democracia; de outro, a continuidade da ditadura.

Esse confronto mereceu menos de 1/6 do tempo dedicado agora ao julgamento em curso no STF. Com um agravante fraudulento: na escalada do JN, a multidão na praça da Sé foi associada, "por engano", explicou depois a emissora, ‘a um show em comemoração aos 430 anos da cidade’. Passemos…

Em 1989, o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello realizariam o debate final de uma disputa acirrada e histórica: era o primeiro pleito presidencial a consoliar o fim da ditadura militar.

No confronto do dia 14 de dezembro Collor teve desempenho pouco superior ao de Lula. Mas não a ponto de reverter uma tendência de crescimento do ex-líder metalúrgico; tampouco suficiente para collorir os indecisivos ainda em número significativo.

A Globo editou o debate duas vezes. Até deixá-lo ‘ao dente’, para ser exibido no Jornal Nacional.

Collor teve um minuto e oito segundos a mais que Lula; as falas do petista foram escolhidas entre as suas intervenções mais fracas; as do oponente, entre as suas melhores.

Antes do debate a diferença de votos entre os dois era da ordem de 1%, a favor de Collor; mas Lula crescia. Depois do cinzel da Globo, Collor ampliou essa margem para 4 pontos e venceu com quase 50% dos votos;Lula teve 44%. As consequências históricas dessa maquinação são sabidas.

São amplamente conhecidas também as reiterações desse tipo de interferência nos passos posteriores que marcaram a trajetória da democracia brasileira.

Ela se fez presente como obstaculo à vitória de Lula em 2002; catalisou a crise de seu governo em 2005 –quando se ensaiou um movimento de impeachment generosamente ecoado e co-liderado pelo dispositivo midiático conservador; atuou no levante contra a reeleição de Lula em 2006 e agiu na campanha ostensiva contra Dilma, em 2010.

A indevida interferência avulta mais ainda agora. Há sofreguidão de revide e um clima de ‘agora ou nunca’ no quase linchamento midiático promovido contra o PT, em sintonia com o calendário e o enrêdo desfrutáveis, protagonizados por togas engajadas no julgamento em curso do chamado mensalão’.
Pouca dúvida pode haver quanto aos objetivos e a determinação férrea que vertem desse repertório de maquinações, sabotagens e calúnias disseminadas.

Sua ação corrosiva arremete contra tudo e todos cuja agenda e biografia se associem à defesa do interesse público, do bem comum e da democracia social.Ou, dito de outro modo, visa enfraquecer o Estado soberano, desqualificar valores e princípios solidários que sustentam a convivência compartilhada.

Os governantes e as forças progressistas brasileiras não tem mais o direito –depois de 11 anos no comando do Estado- de ignorar esse cerco que mantem a democracia refém de um poder que só a respeita enquanto servir como lacre de chumbo de seus interesses e privilégios.

Os requintes de linchamento que arrematam o espetáculo eleitoral em que se transformou a ação Penal 470, ademais da apreensão com a ‘bala de prata midiática’ que possa abalar a vitória progressista em SP, não são fenômenos da exclusiva cepa conservadora.

A conivência federal com o obsoleto aparato regulador do sistema de comunicações explica um pedaço desse enredo. Ele esgotou a cota de tolerância das forças que elegeram Lula e sustentam Dilma no poder.

O país não avançará nas trasformações econômicas e sociais requeridas pela desordem neoliberal se não capacitar o discernimento político de mais de 40 milhões de homens e mulheres que sairam da pobreza, ascenderam na pirâmidade de renda e agora aspiram à plena cidadania.

A histórica obra de emancipação social iniciada por Lula não se completará com a preservação do atual poder de veto que o dispositivo midiático conservador detém no Brasil.

Persistir na chave da cumplicidade, acomodação e medo diante desse aparato tangencia a irresponsabilidade política.

Mais que isso: é uma assinatura de contrato com a regressão histórica que o governo Dilma e as forças que o sustentam não tem o direito de empenhar em nome do povo brasileiro.

Que a votação deste domingo seja a última tendo as urnas como refém da rede Globo, dos seus anexos, ventrílocos e assemelhados. Diretas, já! Esse é um desejo histórico da luta democrática brasileira. Carta Maior tem a certeza de compartilhá-lo com seus leitores e com a imensa maioria dos homens e mulheres que caminharão para a urna neste domigo dispostos a impulsionar com o seu voto esse novo e inadiável divisor da nossa história.

Bom voto.

Postado por Saul Leblon às 07:31




La Verdad sobre la muerte de Gaddafi y la Gran Jamahiriya Libia

23 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Por Reinaldo Bolívar

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Con el patrocinio de EEUU, la OTAN y la Liga de Estados Árabes azuzada por el Foro de Cooperación del Golfo Árabe, un grupo apátridas cazó y asesinó cruelmente al Mayor Líder Espiritual

El jueves 20 de 0ctubre, con el patrocinio de EEUU, la OTAN y la Liga de Estados Árabes azuzada por el Foro de Cooperación del Golfo Árabe, un grupo apátridas cazó y asesinó cruelmente al Mayor Líder Espiritual que haya tenido esa nación árabe – africana.

En la actualidad los analistas delimitan, de allí sus errores, sus consideraciones a la historia Libia desde 2003, cuando el Gobierno de Gaddafi se vio obligado para garantizar la supervivencia de la nación a realizar acuerdos de cooperación económica en el marco del derecho internacional para superar el férreo bloqueo que desde los años 80 del siglo XX mantuvo occidente. No se trataba de una entrega ni de un cambio en la orientación ideológica, se trató de una estrategia que hasta han usado países amigos. Claro está hubo extra limitaciones o ingenuidades como el haber aceptado entregar las armas de alto poder defensivo, en especial los misiles tierra aire. Lo mismo que hizo el gobierno de Hussein. Quedar a merced de la misericordia de sus captores. O consejos mal intencionados de su entorno ya comprado, para enemistarlo con corrientes progresistas africanas, las cuales están muy adormecidas en la actualidad.

Gobiernos conscientes de las amenazas como Irán, Corea del Norte y Siria no han caído en esta trampa del “arriba las manos y entrega las armas”, fraguada en el seno del Consejo de Seguridad. La Gran Jamahiriya Libia Árabe Popular Socialista, sí cayó. Tal vez pensando que al convertirse en un suplidor seguro de combustible, en un gran inversionista en occidente y en un seguro comprador de la producción manufacturada occidental era suficiente para contener la sed de venganza imperial. Todo indica que los intelectuales libios, leales a la Revolución Verde, no confrontaron la historia de países del Sur que tras derrotar a los ocupantes fueron condenados al contraataque imperial. No estudiaron a Haití, a Yugoslavia, y dudo si se asomaron al modo como Europa Occidental y EEUU acabaron con el socialismo africano asesinando a los cabezas de los movimientos. Si lo hicieron no fueron escuchados y se impusieron las voces de la quinta columna en el gobierno, que hoy comprobamos, era más fuerte que los hijos de Gaddafi, en cuya vida centraba la atención los críticos de la izquierda glamorosa del mundo, descuidando el verdadero peligro: el entorno burócrata que controlaba la variable de la formación ideológica y las relaciones internacionales.

¿Acaso por qué mataron a Lumumba, Cabral, Sankara, Machel, Modlane? La historia de que tenían muchos años en el poder no les cuadra a ellos, ni la invasión por petróleo, ni la patraña de que eran dictadores. Eran nacionalistas, socialistas, se oponían a la colonización, a los multilaterales neoliberales y luchaban por un África Unida y en coordinación con América y Asia.

El más reciente de estos mártires fue John Garang, Vicepresidente en Sudán del Sur en 2005, que predicaba la integridad de país de mayor tamaño territorial en el continente. “Misteriosamente” el helicóptero que los trasladaba se estrelló, algo similar a lo que pasó con Samora Machell en Mozambique. Para los que no les conviene la predica de la integración y la unidad del Sur, no hay otra salida que matar a los predicadores. Más aún si están ejerciendo el poder. ¿No siguió Usted el acoso contra el Presidente de Laurent Gbabo de Costa de Marfil a quien ahora pretenden juzgar en la ignominiosa Corte Penal Internacional? ¿No recuerda los bombardeos que hacían contra la casa de Yaser Arafaf en Palestina? El magnicidio es una política de estado (de EEUU, Europa Occidental, Israel, entre otros) para aniquilar las ideas. Primero declara al objetivo como “Dictador”, le abren un expediente en la arrodillada Corte Penal Internacional y luego lo ajustician. Caso contrario lo encarcelan a perpetuidad.

LA HISTORIA DE LIBIA

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En las páginas web tipo Wikipedia, a la que inexplicablemente citan investigadores muy serios y le hacen copia y pega cientos y cientos, aparece el rey Idris como el fundador de Libia. Y como a veces se leer por leer se repite la mentira. Es importante comprender quien fue el señor Idris para la hoy malograda Libia.

Su nombre completo Sidi Muhammad Idris al-Mahdi al-Sanusi, y nació en Benghazi, Cirenaica, en 1890. Ya en 1911, Idris era Rey de Cirenaica, y como tal firmó un tratado de paz y cooperación con Italia, la potencia invasora. Con tal acuerdo el rey Idris recibe dinero de los italianos quienes de esa forma aseguraban la paz de los territorios conquistados.

Pero los italianos no querían ser menos que Francia y Reino Unido, y rememorando su pasado imperial deciden invadir a toda Libia. Usurpan Tripolitania en 1922. Viendo Idris el peligro de que los italianos tomaran sus feudos y se olvidaran de su pacto de cooperación, valientemente huye del país y se exilia en Egipto, bajo el amparo de sus nuevos amigos, los británicos. El joven rey no tenía problema alguno en negociar con los imperios de Europa siempre que se le garantizara su vida feliz.

El valiente reyezuelo pasa 25 años viviendo cual emir en El Cairo. Desde allí controlaba a Cirenaica a través de sus hombres de confianza, radicados en Benghazi. Esperaba pacientemente su momento.

Cuando los aliados ganan a la Alemania Nazi y al eje la guerra, Idris se alegra de ver derrotados a los italianos. Sin perder tiempo se pone a la orden de Gran Bretaña y como viejo rey de papel les recuerda que el trono le pertenece, y no importa que ellos se queden con el país. El hombrecito es regresado a Libia en 1947. Inglaterra se lo echa al hombro y le da precisas instrucciones. Atención lector, aunque la historia de hoy es similar a la 1949, no estoy hablando todavía del CNT, fieles herederos de aquel lacayo.

El disfraz de rey, siguiendo el libreto británico, da el primer paso y proclama la Independencia de Cirenaica, mientras los británicos cocinan ante la recién nacida ONU la unificación libia sin oír los pareceres de las tribus de Tripolitania y Fezzan que preferían una confederación y no una unión.

En 1949 la ONU resuelve la creación del nuevo estado libio. Idris es nombrado rey del esperpento de Monarquía Federal Independiente de Libia y recibe el total beneplácito de la ONU, tal como en agosto de este año se lo dio al proclamado por la OTAN como “CNT”. Cuantas coincidencias en tan sólo 61 años. De plano Idris se aparta de la tradición árabe al asumir como rey y abandonar su estatus de emir. Prefiere ser rey como gusta en Reino Unido.

Obsérvese que el señor Sidi Idris no movió un dedo para independizar a Libia, ni siquiera a Cirenaica. Libia no fue independiente en 1949, ni en 1951, fue meramente un protectorado británico avalado por la ONU. Pasarían 20 años para que la anhelada independencia se produjera y la disfrutaran por 42 años cuando de nuevo el tramado de imperial volviera sobre su paso para restituir a los herederos del lacayo Idris en el poder.

Del 47 al 60, Idris revivió su reinado al servicio de Gran Bretaña y de un hermano de ésta, EEUU. Desde el territorio beduino era fácil controlar el Mediterráneo y la entrada a África. Los aliados ingleses establecen allí bien equipadas bases militares. Esas bases desaparecieron con Gaddafi que desde 2004 construía en su lugar un puerto de aguas profundas para servir a África, así como iniciaba una súper carretera que aspiraba surcara todo el continente de Norte a Sur, es decir de Libia a Sudáfrica, y avizoraba además un ferrocarril de esas dimensiones. Locuras de un árabe africanista que había abrazado desde 2001 la idea de una Federación de Estados de África.

Idris estaba tranquilo con el control autoritario sobre las tribus, ayudado por el poder de fuego de Occidente. Pero en 1960 del territorio desértico emana a borbotones petróleo. Las tribus reclaman que la nueva riqueza debe distribuirse en las provincias que constituyen la Monarquía Federal. Idris recibe nuevas órdenes: apagar las justas aspiraciones de las provincias. Así que sin perdida de tiempo hace aparecer una nueva constitución que crea la Monarquía Unificada, vale decir bajo su único mando (que es otro decir, pues no mandaba sino que ejecutaba).

Las trasnacionales petrolera no tardan en instalarse. La ganancia irá directamente a ellas, y a cambio mantienen los caprichos del rey y una guardia represiva que se encarga de callar por las balas cualquier protesta tribal. Idris desata, junto a la mayor corrupción de la que es capaz, la más cruel represión contra el pueblo.

De costumbres europeas, el cruel rey generó un verdadero racismo contra los subsaharianos o la gente negra como ironizaba. Esa gente estaba prohibida en su reino y pagaba con la muerte cruzar las fronteras de la Monarquía Unificada de Libia. Una limpieza étnica sin precedentes en el Norte de África se efectuó en su tiranía tutelada. Las matanzas que hoy realizan los del CNT y la OTAN contra los emigrantes de Níger, Mali, Chad, Mauritania y Sudán que viven en Libia desde la Revolución Verde son también legado de aquel tristemente celebre rey. Para Idris, Libia no era un país árabe ni africano, era del Mediterráneo europeo por tanto no podía convertirse en un refugio de emigrantes de color.

La violación a los derechos humanos por la monarquía de Idris, era pública y notaria. Era el títere fuerte desde 1911, ósea 58 años, primero al servicio de Italia y luego a las órdenes de Gran Bretaña. La bandera que adopta en 1949, que hoy vemos repetidamente, era su símbolo, que evocaba al imperio Británico y con nada que ver con el mundo Árabe. Idris odiaba el panarabismo, detectaba a Nasser y al socialismo. Solo va a tener relaciones de cooperación con los países árabes al fundarse la OPEP.

LOS OFICIALES JÓVENES Y GADDAFI

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El descontento era general. El petróleo no había traído ningún progreso a Libia. Ninguna infraestructura física, ni carreteras. Menos escuelas y universidades. Para 1968 un 80 % de la población sabía leer y escribir, y eso gracias a las escuelas islamitas. Apenas una centena había logrado ingresar a alguna universidad europea, puesto que en Libia no había estas instituciones. Entre los privilegiados estuvo el joven beduino militar Gaddafi, quien estudio la secundaria en Benghazi, cuna del tirano y parte de la universidad en Londres, capital del imperio opresor. La mortalidad infantil rondaba las 100 muertes por 1000 nacidos. Imposible para la población ver un medico y el agua potable sólo era posible en los oasis. Solo Idris y su entorno vivían bien, muy bien.

En 1969, un grupo de jóvenes oficiales encabezados por el Coronel Muammar Gaddafi, derrocaron al gobierno de Idris mediante un golpe de estado incruento en septiembre de 1969. El viejo rey se encontraba en Turquía recibiendo tratamiento médico, no regresó al país. Fijó primero su residencia en Grecia para luego solicitar asilo político en Egipto, país del que obtuvo la nacionalidad en 1972.

Ninguno, léase bien, ninguno de los fieles a Idris fue perseguido, torturado y menos aún muerto. El gobierno revolucionario no dio al mundo y menos a la ONU motivo alguno para acusarlo de violento: Que diferencia a la mortandad, al holocausto de la OTAN y los idrisitas contra los libios en el reciente golpe de estado dado desde el 19 de marzo de 2011 que incluyo el magnicidio y el asesinato consecutivo de la familia Gaddafi. Toda una venganza preparada en Benghazi al mejor estilo del rey lacayo y con el poder de fuego de la OTAN.

El gobierno revolucionario realizó un juicio transparente que duró 5 años contra el rey títere. Muy diferente a los juicios sumarios ha los que han sido sometidos líderes en Irak, Rumania, por ejemplo. La dirigencia de Idris fue juzgada con el debido proceso, no se cometió un solo asesinato. No se destruyó ninguna propiedad. No se quemo un solo retrato. Toda la familia del monarca tirano fue respetada. Cirenaica no sufrió vejaciones. Ningún pro monarca fue lastimado. No existe ninguna denuncia o testimonio que diga lo contrario. Gaddafi respeto los derechos humanos de quienes habían llevado a su pueblo al borde de la desaparición. En 1974, Idris fue condenado cargos de corrupción y apropiación indebida. Moriría, tranquilamente en su segundo hogar en El Cairo, sin persecuciones políticas el 15 de mayo de 1983, a los 93 años, de muerte natural.

Pero en sus últimos 11 años de exilio dorado, luego de la muerte de Gamal Nasser activo una diplomacia personal y su incontable fortuna para torpedear al gobierno de la Revolución Verde. Tal como en 1922, no dejo de influir en su tribu de Cirenaica y desde fuera alentó a Benghazi para mantenerlo como bastión contrarrevolucionario. Con el aval de sus padrinos de Gran Bretaña e Italia logró que occidente bloqueara a la Gran Jamahiriya y declaran a Gaddafi terrorista, comunista, tirano. Idris actúo como lo hicieron hoy los que alzan la bandera monárquica, buscó el apoyo de los países de Europa Occidental.

Fue muy fácil. Gaddafi se había aliado a Nasser y cometió el gran pecado de nacionalizar la industria petrolera y minera, expulsando a las trasnacionales. Eso era imperdonable, hiciera lo que hiciera. Eso solo se paga con la muerte, como lo pagaron los mártires africanos citados al principio de este estudio.

Con Gaddafi, Libia salió de las páginas de los buenos muchachos pro imperialista. Los que conocen del Bloqueo a Cuba, pueden imaginarse lo que le ocurría a la Libia Revolucionaria. Un bloqueo trae muertes. La lucha contra un bloqueo requiere estrategias que a veces rayan en la sobre vivencia del pueblo. Quien no lo comprenda así, se equivocará de plano al intentar juzgar al Gaddafi pos desbloqueo y si vamos más cerca se equivocara al analizar los cambios que en la actualidad realiza la revolucionaria Cuba. Y se equivocaran radicalmente al punto de justificar la tragedia que hoy vive la Gran Jamahiriya Libia. Cuidado con eso, no se dejen llevar por la inmediatez y el querer ser el primero en decir algo diferente. El escenario internacional actual es escabroso como para estudiarlo con oxidadas o novedosas premisas comunicacionales.

REVOLUCION VERDE

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Como varios africanos que luchaban por la independencia, Gaddafi se preparó hasta los niveles universitarios, aún recurriendo a hacerlo en Europa, pero con la convicción de liberar de verdad a su país. Porque Libia no se independizo en 1949 cuando la ONU la convirtió en un protectorado de Gran Bretaña, tal como lo ha hecho en 2011, esta vez aumentando los amos a más países de Europa. Libia fue realmente independiente a partir del 2 de septiembre de 1969. Así lo celebraron los libios en 2009, con actos llenos de alegría, de verde esperanza, de verde islamita, de verde agrario. Con desfile espectaculares donde participó todo el pueblo y representaciones de todos los países de África e invitados de Europa, América y África. En ese entonces Hugo Chávez se presentó en la Cumbre Extraordinaria de la Unión Africana realizada en Trípoli y en la sede del Libro Verde, de la que hoy sólo quedan fotos pues fue desaparecida por completo por las bombas asesinas de la OTAN.

Gaddafi miró hacia el mundo árabe y al Sur. De hecho la revolución adopta primero la bandera árabe y al morir Nasser una con variables, sin abandonar el pan arabismo. Será en 1977 cuando se establece la Bandera Verde. Entre motivos por su visión africanista, por la reforma agraria y por alusión directa al Islam, principal religión del país.

Gaddafi tiene su legitimidad al haber ganado el liderazgo de su tribu Gadadfa, la mayor del país. A partir de allí el resto de las tribus lo proclama maestro y guía espiritual. Tal proceder cultural es muy difícil de comprender por los occidentales que al hablar de democracia lo hacen a imagen de su realidad y circunstancias, sin detenerse a revisar la cultura de otros pueblos originarios. El modelo multipartidista occidental implementado a sangre y fuego en África por Europa no responde a la concepción espiritual y cultura de aquellos pueblos. Nosotros los occidentales nos negamos a entenderlo. La democracia tiene varias interpretaciones, imponerla desde un solo punto de vista es intervencionismo.

Al consagrarse la Revolución, Gaddafi plasma sus ideas fuerzas socialistas en el Libro Verde. El libro de contenido claramente socialista, es uno de los pocos documentos escritos desde una revolución para señalar el camino, en especial, en un pueblo musulmán donde la conducta pasa muchas veces por el discernimiento a discreción que hacen los que detentan el poder del Coran. La Revolución Verde siempre la tuvo muy clara con aquel documento de pocas páginas y fácil lectura.

Pocos en occidente han estudiado el funcionamiento de la democracia libia. El gobierno libio de la revolución, superó con creces las monarquías pro occidental del mundo árabe, que de manera insólita apoyaron y financiaron a la OTAN bajo la premisa de darle democracia a Libia. Para los que conocen el funcionamiento del gobierno de la Gran Jamahiriya (gobierno de las masas), podrán dar fe de la proliferación de movimientos sociales de ese país y de los contactos con similares en el mundo. Mucha gente de la que este trabajo de seguro compartió en Libia con gente de avanzada de otros países. El apoyo hasta financiero de la Revolución Verde llegó a numerosas agrupaciones sociales de África, América y Asia. La formas de organización popular están definidas den el Libro Verde y no eran letra muerta.

El Gobierno Verde dio un apoyo incondicional a los países más pobres de África, al menos 20 de ellos recibían cooperación para el desarrollo, mucho más alta que la dada por Europa, Japón y EEUU. Países que inexplicablemente dejaron sólo a la Revolución de Gaddafi, como los de África Occidental, en particular los de gobiernos islámicos que se beneficiaron de la cooperación solidaria de Libia en diversas áreas.
En lo multilateral correspondió a la visión de Gaddafi darle un decisivo impulso a la Organización para la Unidad Africana, que reunida en Sirte en 2001, cambio a Unión Africana, con una energía nueva para la resolución de conflictos y con el apoyo financiero del gobierno libio, que apostaba a un gobierno único africano, que de tan sólo imaginarlo causa pánico a Occidente. En la Cumbre Extraordinaria de la UA en septiembre de 2009, esta organización decidió cambiar su Comisión de la UA, por una Autoridad Única Africana, propuesta impulsada con vigor por Gaddafi. La Unión Europea y EEUU prendieron las alarmas, nunca África había estado tan cerca del sueño de los padres fundadores.

LA NUEVA LIBIA PAZ Y PROGRESO

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Gadafi simbolo internacionalista junto a Fidel y Yasser Arafath

La ONU siempre estuvo ensañada contra la Libia de Gaddafi. Tras las negociaciones de Idris y Gran Bretaña la sometió a terribles bloqueos económicos que sin embargo no detuvieron el progreso del país. Para la monarquía británica, Libia les pertenece desde 1947, Idris se encargo de hacérselo sentir así.

La revolución cambio definitivamente la cara del país. De 80 % en tiempos de los idrisitas el analfabetismo bajo a 5 %, de 100 x 1000 la mortalidad infantil e redujo a 16 X mil con la Revolución. El PIB Per Capita se catapultó a 12 dólares anuales y para 2010 Libia ocupaba un índice de desarrollo humano (educación, salud y economía) de 54, el más alto de África; más alto que los países del Golfo Árabe. Para que tenga una idea, Venezuela está en el puesto 75. El acceso al agua potable subió casi al 100 % gracias a la construcción de 4500 Kms de tuberías de 7 metros de diámetros que llevan agua del subsuelo a todo el país. Y podrían hacerlo por 4000 millones de años. Aunque actualmente tan monumental obra, considerada la Octava Maravilla del Mundo, está parcialmente destruida por los bombardeos humanitarios de la OTAN, al punto que Trípoli se encuentra sin suministro constante de agua. La Libia que no tenía universidades en 1969, recibía en la Revolución Verde a miles de estudiantes de todo el continente, de Asia y América totalmente gratis. Hace poco un buen grupo de jóvenes Saharauis que cursaban estudio allí debieron salir apresuradamente del país por riesgo a perder su vida, igual lo hicieron jóvenes de Nicaragua que había llegado con gran entusiasmo en octubre de 2010. Con todo seguro, entre los subsahariano que cruzaban la frontera hacia el Sur, huyendo de las bombas estaban los estudiantes que ahora quedan sin esperanza. No eran mercenarios, son jóvenes que aspiran a prepararse para ayudar a África. La OTAN no tuvo remordimiento en dejar caer sus bombas “solo mata gaddafistas” sobre las universidades. Total allí con toda seguridad podía haber uno de a tribu de los Gadadfa estudiando. Guerra preventiva.

Y cómo si fuera una pregunta de revista ¿Sabía Usted que hasta febrero 2010 Libia tenía una sobre oferta de viviendas? ¿Qué en el año 2009, por el alza de los precios del petróleo, cada familia del país recibió 15 mil dólares en efectivos para que cubriera cualquier déficit medico u otra necesidad? ¿Qué en caso de que alguna enfermedad no pudiera ser atendida en el país el gobierno se hacía, sin mayor burocracia, cargo de los tratamientos en exterior, incluyendo pasajes y manutención? ¿Qué existía un programa de becas en el exterior para aquellas carreras que no se ofertaban en el país?
Por supuesto ahora las grandes compañías europeas tendrán que construir viviendas, carreteras, hospitales, campos deportivos, edificios educativos destruidos por la OTAN, con la única finalidad de reconstruir y cobrar por ello.
Los libios no tenían razón para acabar con su paraíso. Eran felices. La venganza de los idrisitas vino como anillo al dedo a la OTAN y a la ONU. El aguerrido ejército de la Revolución combatió con el último de sus hombres. Nadie da parte de las decenas de miles de jóvenes soldados y oficiales que cayeron bajo el peso de las modernas bombas. Los propios CNTraidores se les escapó el dato de 50 mil. En la Libia se ha perpetrado un genocidio que aún no termina. En ciudades donde se dormía a puertas abiertas, hoy sus habitantes atemorizados son asaltados constantemente por “rebeldes” que disparan alegres sobre los “gaddafistas” y lo expropian de sus propiedades, violan mujeres y matan a hombres para evitar “insubordinaciones” o cobrar el hecho de seguir a Gaddafi. Son los idrisistas, aquellos a quienes la revolución no tocó ni un cabello en 1969.

PARA SUPERAR EL BLOQUEO

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Para el superar el bloqueo y seguir por la senda del progreso. El Gobierno Verde idea una estrategia para eliminar el bloqueo y permitir que las importaciones de alimentos, medicamentos, bienes de capital regresen al país. Gracias a ello puede construirse el gran río artificial con empresas de Europa Occidental y Corea del Sur. Si no se rompía el bloqueo en 2003, la sed hubiese mermado la población. Sin romper el bloqueo no se hubiesen construido los grandes puertos y aeropuertos, ni hubiese estado Libia armando una de las líneas aéreas más fuertes del Sur, que ya contaba con 40 aviones de última generación que ya volaban a 23 países africanos y estaban próximo a hacer un vuelo semanal a Venezuela, contribuyendo a derribar el peaje de tener que triangular por Europa para ir a la Madre África.

Las inversiones libias llegaron a Italia cuyo Primer Ministro de manera hipócrita ofreció pagar los daños por la cruel ocupación italiana de 1911 a 1947. Son 25 mil millones de dólares que debe Italia a Libia, que pueden dar por sentado que no pagará, como si se los debiera a Gaddafi y no al pueblo libio.

Gaddafi logró romper el bloqueo. Libia se catapultó por las vías del desarrollo. La industria turística nació con fuerza. De los países vecinos vinieron los subsaharianos y egipcios a buscar trabajo, no de mercenarios sino a trabajar. Más de 3 millones desde Egipto y un número similar de los países del Sur. Todas las embajadas africanas representadas en Trípoli. Si algún país hermano no podía cubrir los gastos, el gobierno libio, comprendiendo la importancia de las relaciones regionales estaba presto a auxiliarle. La Libia Socialista de un país paupérrimo pasó a ser una potencia media, la quinta economía africana en ascenso.

Por el lado internacional el gobierno hizo una gran avanzada diplomática. En Sirte se construyó la mejor ciudad de conversiones de África, y de las mejores del mundo. Gaddafi en persona salió a predicar al mundo la necesidad de un nuevo orden mundial. De una transformación radical de la ONU y de una defensa del Sur contra el norte, seguramente al tanto de error militar que había cometido al desarmarse.

En 2009 estuvo en la ONU para gritarles que era hora de reformarla, de quitarle el poder al Consejo de Seguridad y dárselo todo a la Asamblea General. Ante los gobernantes del mundo lanzó+o contra el piso la hipócrita carta de la ONU. Se enfrentaba de nuevo a su archi enemiga, la misma que lo había golpeado y que no levantó la voz para condenar el bombardeo de su residencia en la cual murió una de sus hijas. Ignoraba Gaddafi que apenas dos años después de su presencia en la ONU está ordenaría bombardearles a los hijos y amigo y al mismo hasta la muerte. Ya en Julio había estado en uno de las tantas cumbres de los países no alineados para reclamarles tanta pasividad ante las potencias. Ese día comenzó a hablar desde el centro del escenario hasta llegar al presidio el cual el canciller egipcio le negaba solicitándole “hable desde su puesto Señor Presidente”. Gaddafi inmenso, le habló con su voz ronca “Soy el Presidente de la Unión Africana, debo hablar desde el Presidium. Cuando le toque a la Gran Jamahiriya, hablaré desde mi puesto”. Era una forma de plantearle al NOAL que era hora de hablarle de pie a Occidente y sentarse orgulloso cuando se es oído.

Ese mismo año vino a Venezuela a la II Cumbre América del Sur África. Ejercía la Presidencia Pro Tempore de la Unión Africana, y lo hacía con entereza y fuerza. En Margarita mostró su proyecto de la Organización del Tratado del Atlántico Sur, para la defensa militar y tecnológica de las dos regiones. Porque el Sur está vació de transporte, de satélites, de defensas. Mientras el Norte lo tiene todo. Explicaba Gaddafi con su mano sobre un gran mapa que sostenía el Presidente Chávez en Margarita.

Y en diciembre, de nuevo en Sirte, realiza la Cumbre Unión Europea – Unión Africana, y cierra exigiendo la desaparición de los monstruos del Bretton Wood, el FMI y el Banco Mundial. Definitivamente Gaddafi era peligroso. Allá estuvieron sus verdugos de Gran Bretaña y Francia.

Ya los había puesto en su lugar cuando obligó a Suiza a disculparse por el trato a uno de sus hijos, o cuando amenazó a la Unión Europea con no venderle más petróleo por el mal trato contra Libia.

Fue en la Cumbre de la Liga Árabe en Sirte en marzo de 2010, ejerciendo Gaddafi la Presidencia Pro Tempore de esa organización. Porque es bueno recordar que al momento, marzo de 2011, de la Liga Árabe comportarse como Idris ante la ONU, no invitaron a Libia que este año ejercía la Presidencia. Gaddafi había anunciado que la Liga Árabe debía subir el perfil y ser más combativa en la defensa de sus miembros ante el imperio e Israel. Los árabes del Golfo no soportaban las actitudes antiimperialistas del beduino. Para ellos la unidad es sólo un asunto de declaraciones.

Para entonces Europa había incluido a 188 ciudadanos libios en una lista de terroristas. Gaddafi, que comprende el poder del petróleo y la falta que le hace a Europa les dio un ultimátum: “o eliminan esa lista injusta o no les vendo más petróleo”. La Presidencia Pro Tempore de la UE, ejercida por España, se disculpó y de inmediato invalidó la lista. Gaddafi los hizo arrodillar. No olviden esto los que insisten en decir que este hombre se puso al servicio de Occidente. Dense su tiempo de investigar, Internet no muerde. Gaddafi fue consecuente hasta al final con sus ideales y posiciones. Comprendía a cabalmente su poder de negociación basado en el petróleo y lo utilizaba Lo que si es cierto es que Occidente se la juró. Los imperios no perdonan las humillaciones. Allí está Haití el gran error de Gaddafi en esta negociación para superar el bloqueo fue la de entregar todas las armas disuasivas. De haber conservado un tercio de ella apuntando sobre los ocupantes de antaño y de ahora de Libia, ni un avión hubiese atravesado el cielo beduino. No hubo en su aburguesado entorno quien se lo advirtiera. Gaddafi conservó el poder terrestre. Jamás hubiese perdido una guerra en tierra, y de no haber intervenido la asesina OTAN hubiese recuperado al menor costo todo el país. Lecciones.

Otro error del Líder Libio fue mantener durante mucho tiempo en el gobierno a elementos que se hicieron élites y comieron de las mieles del capitalismo. Muchos de ellos están ahora al frente de alguna fracción del CNT. Pero los mantuvo de consejeros y hasta le hicieron repetir una falsa apreciación sobre la rebelión en la vecina Túnez. Por algo su último canciller saltó la talanquera. Un canciller que colocó a los principales embajadores de la Gran Jamahiriya Libia en misiones tan nodales como la ONU. Unión Africana, las capitales europeas, EEUU y otras. Un servicio diplomático a las órdenes de la traición, con sus banderas monárquicas listas para cuando llegará el momento.

Se le recuerda en Kampala, Uganda, apareciéndose con los presidentes del Caribe y los reyes étnicos de África, para decirle al mundo que la unidad y la integración deben ser más que discurso. Y que de sorpresa nos tendría en noviembre con la III Cumbre ASA que tocaba en Libia. Con él se va un pedazo de los sueños de América del Sur – África.

LA CONSPIRACION

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Le armaron la patraña a la Revolución Verde. SI algo le faltó a la Gran Jamahiriya Libia fue conformar un buen equipo publicitario de sus logros. Los medios occidentales posicionaron la imagen de dictador y violador de derechos humanos de este hombre. Pero en los informes de la ONU de los últimos 10 años no aparece una sola denuncia contra aquel gobierno. Libia había suscrito bajo Gaddafi todas las convenciones y protocolos internacionales sobre el tema. Estaba al día con los organismos controladores de los derechos humanos, Y cumplía con las metas del milenio. Se ha demostrado que Gaddafi no mandó a bombardear la Plaza Verde, que no hay fosas comunes en Libia, que hay participación de la mujer, que los derechos fundamentales estaban garantizados. Gaddafi ni siquiera persiguió al canalla de Idris y sus secuaces, Y en la ciudad de Benghazi la oposición actuó a sus anchas, armada hasta los dientes. A esa ciudad también llegó el progreso de la mano de la Revolución Verde. En Libia, Occidente ha ensayado todas sus tácticas modernas de guerra, que incluyen escenografías gigantes para simular la toma de Trípoli y así desmoralizar al enemigo.

La conspiración llevaba años fraguándose. El Gobierno fue minado. Los principales cargos fueron tomados como el Primer Ministro, Canciller, Interior y Justicia, Inteligencia, Petróleo y Minería. Hilari Clinton, conocedora de esto, dio la partida en aquel discurso de abril cuando “ordeno” disimuladamente a las personas que acompañaban al Líder a dejarlo. Y allí vino el goteo.

Los que se mantuvieron firmes fueron los hijos Esos de los que varios analistas que caen en la farándula y dicen “los hijos de Gaddafi se desviaron” y toda esa cantaleta que los aleja de la profundidad del caso, cayendo en lo que los medios quieren que se caiga.

La conspiración busco apoyo en la realeza árabe y la encontró rápidamente. Les convenía pues gran parte de las reservas internacionales de Libia se encuentra en el Golfo, muchísimo más que la que estaba en Europa. Los países árabes patrocinaron la invasión con el propio dinero ahorrado para su país por la administración Gaddafi. Eso en su momento debe salir a la luz pública. Ahora bien, asesinaron al hombre que tal vez administró mejor a país alguno en la tierra. Porque lo doto de infraestructura y de un IDH Alto, lo formó y es capaz de tener en reserva 200 mil millones de dólares, suficiente para que su pueblo pudiera cumplir pagos internacionales por unos 50 años.

LA DOCTRINA CONTRA EL TERRORISMO A LA DOCTRINA ANTI DICTADURA

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El terrorismo ha muerto. Ya no hace falta que pongamos el repetitivo párrafo de “condenamos el terrorismo en cualquiera de su forma y venga de donde venga”.

Ya EEUU dice que mató al fantasma de Bin Laden. Ya lo que llaman Al Qaeda se unió a EEUU y tiene su pedazo de poder en Trípoli Ya ETA tiró la toalla. Ahora hay que seguir luchando contra algo. Que mejor que los dictadores. EEUU creó muchos con su Doctrina de la Seguridad Nacional en América. Europa los tuvo bien poderosos como Franco, Hitler y Mussolini.

Ya el inefable Sarkozi lo ha dicho “Buscaremos a los dictadores estén donde estén”. Y para que no haya lugar a dudas, en Internet ya aparecen mapas guías que señalan quien es dictador y quien es gobernante. Si alguien incomoda los objetivos imperiales, no importa que haya ganado elecciones limpias y observadas, será dictador. Y esos emires y reyes que gobiernan desde que nacieron son gobernantes. Van viendo.

La calificación es de los mismos que entronaron a Idris y asesinaron a Gaddafi. Aunque, cuidado, porque hay izquierdas exquisitas como la francesa que es capaz de criticar a Gaddafi y hasta de reprochar porque los demócratas no salieron corriendo a apoyar al CNT. O algunos altos políticos no cuidan sus palabras y dicen “a pesar de las criticas a Gaddafi…bla, bla”. ¿Cuáles críticas? ¿Haber hecho una estrategia para superar el bloqueo? ¿Haber firmado acuerdos con Occidente? Si eso lo han hecho muchos de nuestros países para diversificarse, para superar le dependencia. La alerta está en que occidente es vengativo y avaro. Gaddafi siempre mantuvo sus ideales humanitarios y su posición antiimperialista. Cayó en su tierra, tal como lo dijo uno y otra vez. Vio morir por goteo a sus hijos. Cuánto dolor de padre en el pecho del aquel valiente hombre de 69 años. Suplicó una y otra vez a las potencias como Rusia, China que hicieran detener los bombardeos, no para salvarse él sino para evitar que siguieran matando a su gente, como la mataba en el bloqueo. Sería cobardía diplomática no preguntar en este momento ¿Por qué China y Rusia no vetaron la resolución 1973? Tenían que hacerlo. Y con dolor preguntamos ¿Por qué Sudáfrica, Nigeria y Gabón no votaron en contra de aquella aberración intervencionista? Le deben esta explicación al pueblo malogrado de Libia, a los pueblos del mundo. Los africanos deben volver al camino de la unidad que transitaba con Gaddafi.

Gaddafi, en su estrategia para darle vida a su pueblo aceptó negociar con los traidores del CNT, hacer el juego occidental de las elecciones, distribuir el poder. Porque ni siquiera poder necesitaban los traidores que ya eran sus ministros y ocupantes de altos cargo en el sistema. Pero el CNT y la OTAN no lo querían a él, quería a toda Libia, como la tuvieron hace 42 años.

“En el mundo actual, la totalidad de los regímenes políticos son el resultado de la lucha que libran los distintos sistemas de Gobierno para alcanzar el poder, ya sea esta lucha pacífica o armada, como la lucha de clases, de sectas, de tribus, de partidos o de individuos se liquida siempre por éxito de uno de esos sistemas, individuos, grupo, partido o clase y por la derrota del pueblo, en consecuencia, la derrota de la verdadera democracia” (Mohammad Gaddafi, en el Libro Verde).

“Hice todo lo que pude para ayudar a la gente a entender el concepto de democracia real, donde comités populares dirigen nuestro país. Pero eso no alcanzó, como algunos, incluso las personas que tenían casas de 10 habitaciones, nuevos trajes y muebles me dijeron, nunca estuvieron satisfechos y tan egoístas eran que aun querían más. Fueron ellos quienes dijeron a los estadounidenses y otros extranjeros, que necesitaban "democracia" y "libertad" sin reconocer que es un sistema salvaje, donde el pez grande se come al chico, pero estaban encantados con esas palabras, sin tener en cuenta que en EE.UU., no hay medicina gratis, no hay hospitales gratis, no tienen viviendas gratis, no hay educación gratis y no tienen comida gratis, excepto cuando la gente tiene que mendigar o ir a largas colas para obtener un plato de sopa”. Testamento de Gaddafi, 27 de mayo de 2011.

Queda Gaddafi como maestro eterno de los libios, verdadero Padre Fundador de la Nación. El imperio y la monarquía han hecho retroceder a la Gran Jamahiriya Libia 42 años, que es como decir diez siglos. Los lacayos hasta le han cambiado arbitrariamente el nombre al país (obran igual en todas partes).

Necesario es estudiar la vida y obra de este gigante africano de trascendencia mundial. Que la Gran Jamahiriya Libia Árabe Popular no espere un ciclo de Idris para retomar la senda de la Independencia La lucha continúa.

“No hay alternativa para mí, tengo que sostener mi posición y si Dios quiere moriré siguiendo Su camino, el camino que ha hecho a nuestro país rico, con tierras de cultivo, con alimentos y salud y que ha permitido incluso ayudar a nuestros hermanos y hermanas africanos y árabes a trabajar aquí con nosotros, en la Jamahiriya Libia.”. Testamento de Gaddafi, el 27 de mayo de 2011.

Honor y gloria a Mohammad Gaddafi, Padre Fundador de Libia, impulsor de la Unión Africana. Mártir por la Revolución de los Pueblos. @bolivarreinaldo

Fuente: http://www.rnv.gov.ve/




Informe de la Jamahiriya Libia (24/10/2012): Victoria Digna de la resistencia verde en Bani Walid contra los perros callejeros “mercenarios y traidores” asalariados de la OTAN y EE.UU

22 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Ante todo debemos ubicarnos para poder refutar las desinformaciones que se están dando en estos momentos sobre la agresión genocida a Beni Walit.

Beni Walit es la sede de la tribu libia warfala, la tribu más grande de Libia que representa casi la tercera parte de los LIBIOS. Es una gran tribu de gente muy formada y acostumbrada a ocupar puestos de responsabilidad. Son ante todo LIBIOS de LIBIA y es totalmente incorrecto decir que son Gadafistas. Esta tribu por su poder ha formado siempre parte del gobierno y ha tenido enfrentamientos verbales con ottras tribus y con parte del gobierno por desacuerdos. Los Libios orgullosos de ser libios, dispuestos a negociar y hablar de lo que sea pero no dispuestos a bajar la cabeza ante nadie.

EEUU a través de su brazo armado OTAN invadió LIBIA y dió el golpe de estado para colocar este nuevo gobierno de doble nacionalidad dispuesto a "trabajar" para EEUU en lugar de trabajar para su supuesto pueblo.

EEUU ha conseguido controlar aparentemente el país, destruir todas las infraestructuras, destruir la jamahiriyah, destruir el banco Libio que era independiente y han tobado todas las reservas en oro y dinero Libio vaciando las arcas, se han apoderado del petroleo, han destruido y robado gran parte del patrimonio artístico del país… Sin embargo no han podido destruir la red tribal libia.

La OTAN y los medios internacionales mintieron cuando dijeron que los Libios querían que fuera la OTAN a destruirles el país y matar a sus hijos, madres, ancianos…

Por esto EEUU ahora se encuentra que no logra controlar a los libios. Así va ciudad por ciudad creando malos entendidos, sembrando el caos con sus grupos armados internacionales, captuando a los libios, intentando crear enfrentamientos entre tribus y sobre todo mandando las bandas armadas con excusas múltiples y siempre realcionadas con el nombre de "Gadafi". Ya van varias ciudades que son el último bastión de Gadafi, como están diciendo ahora con Beni Walit. Sin embargo es imprescindible separar la desinformación de la realidad. El fin de esta agresión terrorista a Bani Walid es solo eliminar a la tribu WArfala, como están haciendo con otras tribus y ciudades desde el principio de la invasión.

Hoy ya no les basta con invadir por tierra y están bombardeando la ciudad indiscrimnadamente con aviones mientras por tierra van las bandas internacionales y Alqaeda. Exactamente igual como hacía la OTAN.

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Están lanzando bombas, misiles y gases tóxicos sobre la población mientras el mundo mira hacia otro lado o habla de hechos que no tienen nada que ver con la realidad, como que se trata de enfrentamientos tribales y demás cuentos chinos. Es un bombardeo masivo sobre la ciudad de Beni Walit, es un auténtico genocidio.

Alqaeda está luchando juntamente con las bandas armadas internacionales apoyados por este nuevo gobierno de doble nacionalidad como ha ido haciendo desde el principio de la agresión. ESta vez Alqaeda (USA) necesita justificar por qué luchan juntos cuando EEUU va diciendo que le han matado a su embajador. La razón que da Alqaeda es que quiere conquistar Bani WAlid para convertirlo en Emirato Islámico. EStá claro de donde vienen estas excusas porque nadie que haya visto o vivido las actuaciones de alqaeda pensaría jamás que tienen absolutamente nada que ver con ninguna religión porque son asesinos a sueldo adiestrados para matar. Como dicen los libios matan y descuartizan a las personas sin ni inmutarse.

En Libia los mercenarios de alqaeda son adiestrados en campamentos en los montes de Zintan. Alqaeda no existía en Libia antes de la OTAN porque la Jamahiriyah tenía muy claro que no podía dejarles entrar. La OTAN lo primero que hizo fue abrirles las puertas, armarles y trabajar con ellos.
En estos momentos están cometiendo todas las vulneraciones de los derechos humanos, todas las leyes, para destruir la ciudad Libia de beni Walit, al igual que han destruido Sirte, Benghazi,…ciudad tras ciudad. Mientras declaran por la televisión Libia que cuando terminen con Beni Walit van a invadir el sur de Libia.

Todo esto ocurre bajo el apoyo del gobierno Libio y de la caja negra de Misratah.

- Bani Walid: Los mercenarios y traidores bombardearon, entraron luego creyeronse victoriosos regocijaron entonces les llego la sorpresa estaban atrapados y centenares fueron asesinados a los pocos perros callejeros que quedaron no les quedo mas que huir como cobarde…

* Un número de residente de Bani Walid se están desplazando a los campamentos de refugiados de Sirte y Zliten

* Unas 15.000 familias han huido ya de Bani Walid, muchos de los cuales se han trasladado a Tarhouna, aproximadamente 89 kilometros al norte

* Tribus orientales mantienen sus promesas y se desplazan para proteger a sus familias en Bani Walid … después de derrotar a las milicias de criminales al servicio de la OTAN

* Las trampas de resistencia en Bani Walid: la llegada de los combatientes en la región oriental de la Libia para ayudar a la resistencia de Bani Walid contra los bárbaros de Misrata.

* Los cadáveres de los rebeldes de Misrata cubren las calles de Bani Walid. Sus vehículos destruidos. Ellos fueron emboscados en la ciudad. Se estima que fueron eliminados mas de 400 criminales “rebeldes” al servicio del gobierno de facto de la OTAN en Libia

* Los terroristas “rebeldes” de Misrata han puesto Jomoa Souk, Tajoura, Khoms y Zlien primera línea contra los combatientes de la resistencia.

* Restos de armas usadas en Beni Wallid: La gente exige parar el rio de sangre

http://www.vesti.ru/videos?vid=456709&doc_type=news&doc_id=938970

* Los manifestantes atacaron en Benghazi la oficina del canal de radio Al Hurra proamericano. Exigen dar verdadera informacion de lo que pasa en Beni Walid.

* La gente de Beni Walid ha rechazado el ataque de salafistas desde el este.Por la noche los milicias han empezado a bombardear la ciudad de tanques.

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* Se confirma que Jovenes de la resitencia en Bani Walid capturan 71 camioneta con ametralladoras. Rata en Estado de shock

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Mercenarios y traidores que intentaron entrar en bani Walid fueron elimnados

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- Tripoli: Los informes de que la seguridad se ha intensificado en torno a Aeropuerto Internacional de Trípoli los bandidos no se atreven a festejar su farsa "Día de la Liberación" instigada por la OTAN 23 de octubre

* El departamento de emergencia del Hospital Central de Trípoli se cierra una vez más debido a problemas de seguridad.

* 26 civiles leales a la Jamahriya pro-Gadafi asesinados y 200 heridos en una manifestación, pero eso ya no es noticia

* La llegada de la ONU Avión al Aeropuerto de Túnez Cartago Llevando 200 Heridos y lesiones graves, incluyendo Muertos

* el cierre de la carretera a Área Janzour para impedir que los manifestantes manifestarse ante la sede de la ONU para evitar la cobertura mediática de la matanza de Bani Walid.

Disparos contra manifestantes pacíficos delante del Rixos Hotel
que piden que cese el genocidio en Bani Walid

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* Llegan a Libia un avión con bolsas de sangre de donantes para ayudar a los heridos de las bandas internacionales, judios de Misratah, los autodenominados islamistas de Alqaeda y demás mercenarios apoyados por este nuevo gobierno de doble nacionalidad. Mientras los LIBIOS de LIBIA no pueden acceder a estos recursos. ¿Será esto la nueva democracia made in USA?.

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* En la cárcel de Ayin Zara, los presos han provocado un incendio como protesta por la agresión a Beni Walit. Al instante grupos de Alqaeda que controlan la ciudad de Trípoli desde que la OTAN dió el golpe de estado y ocupó la ciudad, han amenazado a los presos que si se mueven los matarán a todos.

- Benghazi: Mercenarios y traidores irrumpieron en la oficina local del Ministerio de Hacienda para protestar por la falta de fondos para que se les pague por la supesta “revolución” Feb 17

* una poderosa explosión sacudió la zona del mercado.

* En el centro de la ciudad de Benghazi personas están pidiendo al gobierno “ en Trípoli para detener los asesinatos y los ataques contra la ciudad de Bani Walid, que sigue siendo, como en Sirte y en otras ciudades del centro y sur, siguen siendo leales a la Jamahiriya y líder revolucionario Muammar Qadhafi

- Malasia: los manifestantes protagonizaron una sentada frente a la La sede de la ONU en Kuala Lumpur, Malasia para denunciar el bombardeo de civiles en Bani Walid.

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- Sirte: 9 coches que huyen de Bani Walid de las milicias de Misrata a través del Gran Rio popular hacia Sirte fue capturado por la resistencia

- Misrata: los enfrentamientos son entre los bárbaros y los combatientes de Misrata en la figura Amar.

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- Discurso del Dr. Hamza Thami -22-1-2012

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- Protestas en todo libia contra los mercenarios y traidores del ilegitimo gobierno que ordeno el ataque en Bani Walid

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- Tobruck: Demostraciones de apoyo de Tobruk para la ciudad de Bani Walid que exigen detener la carnicería humana

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Crimenes de lesa humanidad cometidos por los "rebeldes" al servicio de la OTAN

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- Declaración de un abogado de Benghazi a la CPI

En una carta urgente a la Oficina de Fiscal General de la Corte Penal Internacional:

Después del anuncio:

Sobre los hechos que circulan actualmente en Bani Walid, que es un secreto para usted en lo que se llama la legitimidad del Estado.

Gobierno libio emitió el Decreto № 7-2012, emitido por el Congreso Nacional, que aboga por el uso de la fuerza para la adquisición de grupos pertenecientes al antiguo régimen en Bani Walid. No es ningún secreto que el derecho penal internacional no permite el asesinato de civiles inocentes en grandes cantidades y al azar, incluso si el objetivo es lograr la propia ley – la detención de [los funcionarios] del antiguo régimen – a través de la imposición de su presencia.

Pero entonces, lo que nos enfrentamos ahora es una cuestión de la utilización indiscriminada de armas de gran poder destructivo sin la guía de precisión, y la terminación de esto puede limitar el daño a la población civil.Existentes de derecho penal internacional permite el uso indiscriminado de armas en las operaciones de seguridad en el estado. Estatuto de Roma declara que el uso de armas tales presunción de intención criminal para cometer crímenes de guerra y crímenes contra la humanidad. Según lo estipulado en los artículos (séptimo y octavo) del Estatuto de Roma.

Vi la ciudad de Bani Walid, como ejemplo de la utilización indiscriminada de armas de gran poder destructivo («Grad»), y un testigo de esta solicitud, excepto para el uso de gases venenosos. El uso de tales armas ha creado internacional sugerencia justicia convincente que la intención de los criminales es para cometer crímenes de lesa humanidad y genocidio contra un grupo étnico específico como tal (los habitantes de la ciudad de Bani Walid tribu varfala).

¿Qué está pasando en Bani Walid pueden formar parte del genocidio de la población de la ciudad a partir de las posiciones políticas de algunos de ellos. El artículo II del Estatuto de Roma (A los efectos del presente Estatuto, por "genocidio" cualquiera de los siguientes actos cometidos con la intención de destruir a un grupo nacional, étnico, racial o religioso, como tal, el Holocausto como un todo, o en parte …)

Lo que está ocurriendo ahora en Libia con respecto a los miembros de la tribu varfala como personas que pertenecen a esta tribu, y la ciudad de Bani Walid población pertenece a la misma familia de las tribus que varfala. Al igual que en Ruanda, donde el tribunal considera genocidio contra individuos a causa de su afiliación tribal, debería considerar también la afirmación de que esto es lo que sucede – la destrucción parcial de los miembros de la tribu, parte del cual se encuentra en Bani Walid. En cuanto a los signos de genocidio como un crimen internacional en el marco del Estatuto de Roma, se ha realizado en tres casos.
Las fuerzas leales al Gobierno de la comisión:

(… – Matanza de miembros del grupo, B. Lesión grave a la integridad física o mental de los miembros del grupo …) y el uso de estas armas sin ningún tipo de distinción. También puso de relieve (con – Sometimiento intencional del grupo a condiciones de existencia que hayan de acarrear su destrucción física, total o parcial …) y siempre un bloqueo total del bloqueo, lo que ha llevado a la interrupción de los materiales básicos, agua y electricidad para la población de la ciudad como un todo.

A pesar de lo que está sucediendo en Bani Walid, constituye un crimen de genocidio, incluida la escala hasta el nivel de crímenes contra la humanidad. El bombardeo de la población civil, por lo penal, de conformidad con el artículo VI de la Constitución. De acuerdo con la metodología puede ser aplicada al Gobierno de métodos aleatorios declaradas en los medios de comunicación en la presencia de presunción contundente de la intención civiles como tales determinadas.

Artículo VII de la Carta establece en el primer párrafo (1 – a los efectos del presente Estatuto, se entiende cualquiera de los actos siguientes, "crimen de lesa humanidad" cuando se cometa como parte de un ataque generalizado o sistemático contra una población civil y con conocimiento de dicho ataque …)

Se sabe que las autoridades libias y la intención de los civiles es fuerte y sobre todo que el gobierno libio ante el Congreso Nacional emitió una decisión sobre la aplicación de este proceso de adoptar la Resolución № 7-2012 que fueron vendidos bajo el mando del Estado Mayor General del Ejército de Libia y que utilizó las fuerzas armadas no tienen una práctica de respeto de los convenios internacionales y normas internacionales en materia de protección de los civiles.

Las autoridades libias de expedición de dicha decisión demuestra su conocimiento del proceso. El mandato del grupo tiene el derecho de ejecutar esta decisión indica que estos presunción penal lograr resultados. Confirma su intención de que las autoridades libias de entregar estas milicias subordinado Ejército armas indiscriminada naturaleza de la presencia de otras alternativas menos dañinas, como las armas ligeras.

En cuanto a los signos de los crímenes de lesa humanidad, uno de ellos define la ofensa completa de los elementos del delito:
A Un asesinato
B. Genocidio
D. Encarcelamiento u otra privación grave de cualquier otro modo la libertad física en violación de normas fundamentales de derecho internacional.
Tortura A..
E. La desaparición forzada de personas.)

Por lo tanto, nosotros, como defensores de la justicia y el imperio de la ley, le pedimos que abra una investigación de la realidad de estos incidentes todas las cosas que sucedieron en este periodo, como ustedes saben, el Consejo de Seguridad tomó el caso de Libia, todos responsables número ICC Resolución 1970 -2011, y no debe ser visto como una confianza de la comunidad internacional para que usted, como representante del sistema internacional de justicia en general. No es ningún secreto que las organizaciones de derechos humanos (como Amnistía Internacional – Human Rights Watch) han advertido muchas veces que hay violaciónes graves de la forma vergonzosa en Libia celebró el partido ganador en los acontecimientos que siguieron a las manifestaciones del 17 de febrero de 2011.

¿Habrá justicia y la Corte Penal Internacional sólo en el lado ganador y un ojo ciego a violaciónes cometidos por la gente del gobierno implacables, o si se adhieren a aquella para la que el tribunal fue establecido, es decir, la evitación de la marcha culpable de responsabilidad si se relacionan con gobierno.
Gracias
Editor de mensajes: A. Fathi Aquila abogado y ex profesor adjunto del Departamento de Investigación Criminal de la Facultad de Derecho – Universidad de Bengasi.

Fonte: Libia S.O.S.




“Libia ha desaparecido como estado”

22 de Outubro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Un año después del brutal linchamiento y asesinato del coronel Gaddafi la situación de Libia es caótica

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AFP / Mahmud Turkia

Libia ha desaparecido como estado. Así lo afirma la abogada y escritora Purificación González de la Blanca, que describió para RT cómo es realidad que vive el país y, en especial, la ola de destrucción que azota la localidad de Bani Walid el primer aniversario de la llamada ‘liberación total’ del régimen de Gaddafi.

La delegación de EE.UU. ante el Consejo de Seguridad de la ONU bloqueó este martes el comunicado propuesto por Rusia para resolver pacíficamente el conflicto en la ciudad libia de Bani Walid uno de los bastiones de los gaddafistas.

¿Qué habría sucedido si, por ejemplo, esta tragedia hubiera tenido lugar en Venezuela o en Rusia?; el mudo estaría escandalizado"

"La ciudad ha sido cercada, violentamente asediada, cortados los suministros de agua y de alimentos. Es una auténtica tragedia, pretenden destruir la ciudad de Bani Walid, como ya hicieron con Sirte, y el mundo mira para otro lado", denuncia González.

En relación a la falta de cobertura por parte de los medios internacionales sobre los ataques en el antiguo bastión de Gaddafi, la abogada se hace una pregunta: "¿Qué habría sucedido si, por ejemplo, esta tragedia hubiera tenido lugar en Venezuela o en Rusia?; el mudo estaría escandalizado. Está sucediendo en Libia, en Beni Walid y bajo las órdenes de un gobierno mercenario, impuesto por occidente, y esa es la diferencia”.

Libia: potencia africana en decadencia

“La situación de Libia un año después del brutal asesinato y linchamiento del coronel Gaddafi es caótica… Libia ha desaparecido como estado”, asegura la analista, que sostiene que si en Libia no hay gobierno es porque los libios no aceptan un gobierno mercenario impuesto a la fuerza, cuyos miembros tienen en su mayoría nacionalidad de EE.UU.

“Las arcas del país fueron saqueadas, las reservas de oro se las llevó EE.UU., además de 200.000 millones de dólares que se llevaron de los bancos”, denuncia.

“Libia había alcanzado unas cotas de bienestar y de prosperidad que no tenía ninguno de los países atacantes, como pueden ser el pleno empleo, dos millones y medio de puestos de trabajo para inmigrantes y la vivienda reconocida como derecho constitucional, y todo esto ha desaparecido”, concluye González de la Blanca.

Bani Walid, situada a 90 kilómetros al sureste de Trípoli, es escenario de enfrentamientos desde comienzos de la semana pasada. La ofensiva más fuerte tuvo lugar este sábado, y se cobró la vida del hijo menor del Muammar Gaddafi, precisamente en el primer aniversario de la muerte del ex líder libio, capturado y ajusticiado el 20 de octubre de 2011 en su ciudad natal de Sirte. La cancillería rusa expresa su preocupación por la escalada de la violencia en Bani Walid y asegura que eso demuestra que las autoridades libias seguirán encontrando dificultades para controlar ciertas regiones del país.

Fonte: RT




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