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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

PELA DEMOCRACIA E O FUTURO DO BRASIL, VOTE HADDAD E MANUELA 13! DIGA NÃO AO FASCISMO!

27 de Outubro de 2018, 14:36, por Andre Vieira - 0sem comentários ainda

Não é hora de hesitar, ficar calado ou menosprezar a situação! O segundo turno das eleições de 2018 pode determinar de forma trágica o destino do Brasil para os próximos anos. Duas propostas claramente distintas dividem a nação: Uma que afirma os princípios e garantias fundamentais estabelecidos na Constituição Cidadã de 1988, e outra que aponta claramente para a ruptura desses princípios, pregando abertamente por soluções que não encontram respaldo em nosso atual ordenamento jurídico. Trata-se, objetivamente, de escolher entre uma postura democrática e outra de pendores nitidamente ditatoriais e fascistas.

 

E isso não é exagero. É fato que vem alarmando o mundo todo.

 

Afinal, propor uma “limpeza” de cunho ideológico no país é afirmar o princípio básico do fascismo que é o da eliminação do diverso. Por si só, essa afirmação do candidato é reveladora de seus pendores ditatoriais. E não é só isso. A campanha e a trajetória política do candidato que reivindica valores como “patriotismo, família e Deus” são marcadas pela defesa de posturas extremistas, violentas e anti-democráticas, como a tortura e a ditadura militar.

 

Isso não é pouca coisa. É gravíssimo. Eleger um candidato que tem nitidamente posturas ditatoriais é uma tragédia para o Brasil e uma vergonha perante o mundo!

 

Além disso, o candidato que defende atitudes extremas contra parcelas vulneráveis da população tem como programa de governo um plano econômico ainda mais destrutivo para o Brasil e sua população que o de Temer. O candidato da ditadura é também o candidato do ultraliberalismo, da privatização ampla, do Estado Mínimo radical, etc. Tal política tende a uma profunda recessão econômica, com aumento de desemprego e falências. O resultado é o aumento da desigualdade social e da concentração de renda, produzindo ainda maior exclusão social e aumento explosivo da violência.

 

A “solução-final” para a segurança pública proposto pelo candidato das elites financeiras globais, através da eliminação física (extermínio) pura e simples da população marginalizada, pode parecer "viável" para uma burguesia que só pensa em acumular e ignora as consequências. Mas a proposta tipicamente fascista de eliminação dos socialmente excluídos tende a gerar o efeito inverso, que é o aumento da violência.

 

Por isso, os seguidores do candidato-mito que esperam melhoria econômica ou segurança pública estão redondamente equivocados. Não é nada disso que tende a produzir as políticas ultraliberais defendidas a ferro e fogo pela elite financeira global, que é a grande, senão a única favorecida pelo candidato-bomba brasileiro. Aliás, para essa elite global, até melhor que o Brasil esteja mergulhado num imenso conflito social, pois dessa forma se pode controlar mais facilmente as riquezas estratégicas nacionais... Essa é a conta que fecha a equação da opção política que a direita fez pela destruição do Brasil.

 

O antipetismo foi uma irracionalidade produzida pelo empenho cotidiano e diuturno de uma mídia ologopolizada e pela atuação escandalosamente parcial do Judiciário. Foi essa campanha articulada por poderosos interesses, inclusive internacionais, que permitiu que o Brasil hoje se site à beira do abismo, com a possibilidade de eleição de um candidato a ditador com pendores explicitamente fascistas.

 

Tal campanha possibilitou que houvesse uma inversão na opinião pública, de forma que os anos em que o PT governou o Brasil, que objetivamente representaram períodos de significativa melhoria das condições econômicas e sociais do país, passaram a ser vistos como negativos, ao passo que os efeitos destrutivos da política de Temer não foi associada à direita que o apoiou e hoje se aninha na candidatura extremista.

 

O impeachment forjado de Dilma Rousseff, feito pelas conveniências políticas de uma oposição de direita que se tornou maioria após as eleições de 2014, foi o primeiro golpe a cassar a legitimidade da escolha popular. O segundo golpe foi a condenação sem provas e a prisão ilegal de Lula, num processo em que ficou evidente a motivação política. E isso foi percebido pelo mundo todo, inclusive pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, o qual o Brasil solenemente desobedeceu para dar continuidade ao golpe e manter Lula como preso político.

 

O descalabro de uma possível eleição de um fascista no Brasil só tem sido possível mediante a reiterada ação parcial do Poder Judiciário, que tem atuado em franco favorecimento da continuidade de posturas ilegais para o fim de garantir a predominância política da direita, no caso extrema-direita, no país.

 

Afinal, um candidato que prega abertamente soluções em flagrante desrespeito à Constituição, já deveria ter sido cassado. Some-se a isso o esquema milionário de financiamento de fake news (mentiras) através de distribuição massiva em aplicativos questionados no mundo todo, como o Whatsapp e Facebook, e temos todas as condições de afirmar que a ascensão do fascismo no Brasil se dá mediante uma fraude que conta com a colaboração de instituições fundamentais do Estado, especialmente o Judiciário, que deveriam agir para coibir tais abusos que podem, ao final, corromper de forma irreversível as eleições e, com isso, a legitimidade e a estabilidade institucional no país.

 

O Brasil ainda tem chance. Apesar da inação daqueles que deveriam zelar pela observância dos preceitos constitucionais, especialmente na ocasião do pleito democrático, o povo deve manifestar no segundo turno das eleições seu repúdio ao fascismo, às políticas excludentes, à manipulação e à parcialidade das instituições, votando na opção democrática e que defende inequivocamente os direitos dos trabalhadores e do povo.

 


Que o Brasil retorne aos brasileiros. Que a imensa riqueza nacional seja posta para benefício do povo brasileiro.

 

HADDAD 13 PRESIDENTE e MANOELA VICE!


Ditadura nunca mais!

Viva a democracia!