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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

A política tucana de desmonte dos serviços públicos no Paraná

9 de Fevereiro de 2015, 20:09, por Andre Vieira - 0sem comentários ainda

O início do segundo mandato do governador Beto Richa e da nova Assembleia Legislativa do Estado do Paraná não poderia ser mais insólito.

Os cortes de direitos de professores e demais servidores públicos são o lado mais perverso dos projetos de lei enviados pelo governador Beto Richa à Assembleia Legislativa do Paraná.

Junto a outras medidas, esse pacote é desastroso para a educação e demais serviços públicos essenciais.

Ao invés de propor medidas para valorização dos profissionais e para propiciar estrutura adequada ao desenvolvimento da educação pública, já em situação difícil, o governo propõe justamente o contrário: medidas que desvalorizam os profissionais e precarizam as condições da educação e demais serviços públicos.

Além de ser inaceitável a falência financeira do Estado apresentada pelo governador, os cortes já feitos e os novos revelam também uma escolha inaceitável do governador.

A educação, saúde e outros serviços públicos essenciais deveriam ser a prioridade de investimentos e não de cortes.

Mas isso não deveria causar surpresa, posto que a falência e o desmonte do Estado constituem a essência da política neoliberal (pró-capital), que permanece como plataforma política dos governos tucanos.

Fortalecido pela reeleição em primeiro turno e com o crescimento da base de apoio na assembleia, Beto Richa entrou de sola no segundo mandato. E deixou escancarado dramaticamente o que sempre foi sua plataforma política: o mesmo neoliberalismo da era Lerner-FHC.

A consequência é que 2015 deve ser um ano de intensos embates políticos tendo de um lado a política de "austeridade" do governo do Estado  e do outro servidores públicos, suas entidades representativas e a população.

E a única forma de impedir a continuidade de medidas desastrosas para os serviços públicos do Estado é com organização e mobilização, demonstrando publicamente, especialmente aos deputados, a rejeição popular aos cortes do governador.

 

 



A corrupção e a reação conservadora no Brasil

3 de Fevereiro de 2015, 21:26, por Andre Vieira

A corrupção existe desde sempre no Brasil, vinculada à histórica dominação política da elite no país. O dito "Petrolão" não começou ontem. O sistema político brasileiro, especialmente seu modelo de financiamento eleitoral, favorece e retroalimenta a corrupção. Mas a revelação de grandes esquemas de corrupção hoje tem servido de munição para uma reação conservadora no Brasil.

A descoberta e divulgação dessa relação intrínseca entre a corrupção e o sistema político eleitoral deveria estimular as pessoas a reivindicar mudanças estruturais que melhorassem a gestão do Estado, pondo fim à prevalência do poder econômico corruptor sobre os interesses coletivos.

Qual a melhor lição deveríamos tirar dos esquemas revelados de corrupção? Além da responsabilização dos indivíduos envolvidos, promover uma reforma política que, pelo menos, acabasse com o financiamento empresarial de campanhas eleitorais. Não seria o fim da corrupção, mas seria um grande avanço.

No mais, fica saliente que o caso vem sendo explorado pela oposição de direita e sua grande mídia para inviabilizar a continuidade de uma plataforma nacionalista e popular no Brasil, por mínima que seja.

Mais que isso: aproveitam a oportunidade para desvalorizar a maior e mais estratégica empresa nacional, a Petrobrás, e com isso, flertar com a privatização, sonho dos "piratas" de ontem e hoje.

Afinal, é grande a sanha daqueles que sempre usufruíram da riqueza nacional brasileira impunemente, os privatistas daqui e de acolá. Esse é o tom do imperialismo que engendra golpes de Estado contra qualquer plataforma nacionalista que exista no Planeta, em especial na América Latina, que hoje resiste em ser quintal dos EUA.

Que não se enganem: o catastrofismo é artificial e visa inviabilizar o novo governo federal, mesmo que às custas do desenvolvimento nacional. A situação será difícil para o Brasil em 2015, não por causa da esquerda, do PT ou do governo federal (ainda que tenham grandes falhas), mas pelas dificuldades resultantes das políticas de direita, por conta da pressão de setores conservadores (anti-populares e anti-nacionais), que, além da chantagem econômica (de banqueiros, especuladores, industriais, latifundiários, etc), dominam os legislativos e muitos governos estaduais (a exemplo de SP, PR e outros, tragicamente neoliberais), influenciam fortemente o Judiciário e possuem todos os grandes meios de comunicação de massa do país, dedicados diuturnamente a distorcer os fatos e facilitar o golpe já desenhado.

A oligarquia e o colonialismo sempre se alimentaram do subdesenvolvimento brasileiro. E o catastrofismo atual é grande parte resultado da reação desses setores à plataforma popular ensaiada pelo Brasil com os governos do PT.

E esse golpe custaria caro ao Brasil dada a avidez dos que querem surrupiar as riquezas nacionais.

Essa é a leitura da grande instabilidade política e econômica mundial, resultado da competição pelo controle de recursos naturais por parte das grandes corporações adeptas do velho colonialismo, cujo projeto é o subdesenvolvimento e a miséria das nações que a ele estão subordinadas.



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