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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

O FATOR SÍRIA

21 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O FATOR SÍRIA

Por Gilberto Abrão*

Quantas ditaduras há no Oriente Médio? Quantos governos absolutistas lá existem, onde as liberdades dos cidadãos são mínimas, onde as minorias são esmagadas, onde os direitos das mulheres são praticamente nulos? A Arábia Saudita é um governo desse tipo. Carrega todos os defeitos condenados por qualquer sociedade razoavelmente democrática. Os Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein, Kuwait, Omã e outros, todos monarquias absolutistas, que não admitem oposição, encarceram e torturam seus contrários quando não os matam, reprimem minorias étnicas e pouco se alcançou nesses países no que concerne aos direitos femininos.

Estão aí, nesse cenário, razões mais do que suficientes para que os Estados Unidos e os países europeus tentem derrubar esses governos, dando suporte midiático aos opositores, alugando um canal de TV forte, com penetração em toda a região, assim como a Al-Jazeera e outras fazem contra a Síria. Além disso, armas pesadas seriam contrabandeadas através dos vizinhos desses países, assim como é feito contra a Síria.

Mas a questão na Síria não é apoio à democracia. Não é porque se quer implantar um regime democrático na Síria que se fornece armamento de todos os calibres a uma “oposição” composta por mercenários vindos da Líbia, Egito, Líbano, Tunísia e países do Golfo. Ah, sim, é claro que há sírios no meio.

E quem financia tudo isso? Catar e Arábia Saudita respaldados pelos Estados Unidos, União européia e – não se surpreendam – Israel! E quem executa os atentados com carros bombas contra o povo sírio? Também lhes peço que não se surpreendam. Al Qaeda! Sim, Al-Qaeda que se uniu nessa macabra e diabólica aliança com Estados Unidos, Europeus, árabes reacionários do Golfo e Israel. E é ela, Al- Qaeda, que tem a função de recrutar os mercenários.

Se formos comparar a Síria com os países que citei acima, constataremos o seguinte:

A Síria tem um dos menores índices de analfabetismo do Oriente Médio, as mulheres constituem 50% do corpo discente nas suas universidades, há um grande número de mulheres no congresso recém eleito. O pobre sírio não chega ao nível de miserabilidade que há em outros países e come três refeições por dia, o cidadão sírio tem direito à saúde e hospitalização gratuita, o jovem sírio tem a sua educação, desde a escola elementar até a sua formatura na faculdade, por um valor ínfimo que equivale a menos de um ano em uma universidade dos países vizinhos. Em termos de economia a Síria tem 0% de dívida externa e o imposto que o cidadão paga equivale a 5% de seu rendimento. A Síria conseguiu mudar de uma economia socialista para uma economia de mercado aberto sem que isso afetasse o custo de vida de seu cidadão.

Na Síria – e só na Síria – vivem mais de um milhão de refugiados palestinos com todos os direitos de qualquer cidadão sírio. Durante a invasão Americana ao Iraque a Síria hospedou dois milhões de refugiados iraquianos e não os alojou em tendas, mas em casas de famílias.

Na Síria – e só na Síria – você entra em um restaurante e encontra o presidente Bashar Al Assad jantando com sua família. Você senta à mesa ao lado e bate um bom papo com ele, como se estivesse conversando com um conhecido amigo. Poderá haver troca de gentilezas entre você e ele: ele paga a sua janta ou você paga a dele, sem nenhum constrangimento.

Na Síria – e só na Síria – você ouve alguém se identificar da seguinte forma: “sou xiita, minha esposa é alauíta, minha mãe é sunita, a esposa do meu irmão é cristã, o marido da minha tia é curdo e….”

Mas então por que exatamente a Síria é o alvo dessas forças perversas? Bem, comecemos com o interesse geopolítico dos Estados Unidos e da Europa Ocidental. Ali, no Oriente Médio, está o petróleo que é o sangue que corre nas veias da economia mundial e ocidental,em particular. Um dos guardiões desse petróleo para o Ocidente chama-se Israel, a maior base militar americana do mundo. Aliás, a existência de Israel deve-se, em grande parte, à existência do petróleo na região. Ou vocês acham, ingenuamente, que se o Oriente Médio não tivesse petróleo Israel estaria ali?

Para os países do golfo, a Síria é uma ameaça ao status quo deles. Uma eventual vitória da Síria, juntamente com seus aliados, contra Israel, representaria o fim dessas monarquias corruptas e apodrecidas. Portanto, Israel representa a segurança deles também.

Portanto, o “pecado” da Síria é fazer parte do eixo de resistência à presença do estado sionista, apoiar a resistência palestina em todos os aspectos e dizer um enfático não ao projeto americano-israelense de um “Um Novo Oriente Médio”, como o chamava Condoleezza Rice, secretária de estado do governo Bush, mentora do projeto. Esse “Um Novo Oriente Médio” trazia em seu seio invasões e guerras civis nos países árabes e a subsequente divisão deles em paísecos subservientes à política americana e todos eles reconhecendo Israel.

O eixo em questão, ou “A Frente de Resistência” como se autointitulam os componentes dessa coligação são os grupos de resistência palestina, o Hezbollah, a Síria e o Irã, que está se tornando uma formidável potência bélica. O Irã é a principal ameaça a Israel e está fornecendo armas ao Hezbollah e à resistência palestina na Faixa de Gaza. Pois aí está o cerne da questão! Como destruir essa corrente?

Os sionistas de Israel reconhecem que tiveram duas derrotas contra o Hezbollah: em 2000 e 2006. Tanto é que várias cabeças rolaram em Israel após os conflitos de 2006. A ideia de Israel, dos Estados Unidos e das forças conservadoras dos países árabes, era acabar com o Hezbollah ou na pior das hipóteses empurrá-lo para trás do Rio Litani, de forma que não viesse a representar mais perigo para o estado sionista. Depois de trinta e poucos dias de guerra, centenas de soldados israelenses mortos e incontáveis tanques Merkava destruídos, Israel não conseguiu eliminar o Hezbollah, nem sequer empurrá-lo 40 quilômetrospara trás. Mal entraram algumas centenas de metros dentro do território libanês e tiveram que bater em retirada. Ah, sim praticamente destruíram o Líbano com sua poderosa força aérea. É verdade.

Mas o resultado disso tudo é que o Hezbollah ainda está lá, mais forte do que antes, com foguetes de longo alcance e de aguda precisão, a ameaçar bombardear Tel Aviv se os israelenses bombardearem Beirute. Olho por olho, dente por dente!

O Hamas, em Gaza, também está representando uma força de combate razoável no chão. É claro que os caças e os helicópteros israelenses destruíram a Faixa de Gaza, mas não conseguiram acabar com o Hamas que ainda está lá, mais forte do que antes e com foguetes de médio alcance vindos do Irã.

Portanto, o negócio é cortar a corrente, extinguindo o regime da Síria. Daí não tem mais armas para o Hezbollah e nem para os palestinos. Cai o Bashar e entra um governo servil, cuja primeira atitude seria assinar um tratado de paz com Israel, cortar relações com o Irã, com o Hezbollah e com a resistência palestina. Isso dito pelo líder desse grupo armado que anda fazendo estragos na Síria, o tal de Burhan Ghaliun, que ninguém sabe de onde surgiu.

Síntese de toda a conversa, se a Síria cai, haverá uma grande festa em Washington e outra mais discreta na Europa; danças, bebedeira e fogos de artifício nas ruas de Tel Aviv; uma festança com bebedeira, mulheres de programa russas e tudo o mais em Riad, capital da Arábia Saudita e Doha, capital do Catar. Ah, eles não bebem e nem fornicam por serem muçulmanos? Não sejamos ingênuos!

Se a Síria cai, os maiores perdedores de todos serão os palestinos. Perderão seu direito ao retorno às suas antigas cidades e aldeias antes de 1948, não terão mais um país independente e viverão em cantões isolados, cercados por forças israelenses por todos os lados. Al-Quds (Jerusalém) como capital? Nem em sonho. Tampouco servirão os palestinos como um exemplo a ser seguido pelos povos desses países conservadores para uma mudança radical, destruindo os tronos de seus monarcas vendilhões. A “Frente de Resistência” derrotada, significa mais cem anos nos tronos para esses monarcas. Bom para os Estados Unidos e europa Ocidental e bom para Israel.

Se a Síria cai, podemos pegar a questão palestina e jogá-la no lixo da História! E o sangue de todos os mártires derramado durante todas essas décadas no enfrentamento à ocupação israelense terá sido em vão. Derramado de graça.

* Gilberto Abrão é escritor. Curitibano de nascimento, vive, atualmente, em Porto Alegre (RS)




Depoimentos chocantes de mulheres que foram torturadas e estupradas nos porões da ditadura militar

20 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Molina … Soltando o verbo ,,,

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Vídeo/Debate sobre Nakba dia 1/06, às 19h, na Sociedade Beneficente Muçulmana do Paraná.

17 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Esse vídeo/debate é sobre a Nakba (catástrofe) que é o exílio de centenas de milhares de palestinos ocorrido após 1948 (proclamação do Estado de Israel e guerra árabe-israelense) e que continua até os dias de hoje.

Será apresentado o documentário "A esperança em um tiro de estilingue" e, logo após, haverá o debate "A tragédia e o exílio na Palestina de 1948 e conscientização sobre a atual questão palestina", com os debatedores Fabio Bacila, Claudia Stephan e prof. Jamil Zugueib Neto.

Data: 01 de junho de 2012

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Libia S.O.S.: La OTAN y EE.UU en complicidad con la ONU mataron a un 2% de la población en Libia

17 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Libia S.O.S.

Ojos para la Paz: "Los bombardeos de la OTAN mataron a un 2% de la población en Libia"

La organización de defensa de derechos humanos Human Rights Watch exige que la OTAN investigue las al menos 72 muertes de civiles en los bombardeos de la Alianza durante la operación militar en Libia en 2011.

Sin embargo, algunas organizaciones no gubernamentales calculan que la cantidad de víctimas puede llegar a un 2% de la población civil. En un reciente informe, Human Rights Watch (HRW) analiza ocho ofensivas aéreas ejecutadas por los aliados en Libia y afirma que según sus "investigaciones de campo" y "entrevistas con testigos y residentes locales", hubo 72 víctimas civiles, incluidos 20 mujeres y 24 niños.

Sin embargo, la OTAN rechaza las acusaciones y afirma que solo realizó ataques contra objetivos militares del régimen de Muammar Gaddafi, de acuerdo con las declaraciones de Oana Lungescu, portavoz de la Alianza.

Por su parte, la abogada Purificación González, del Colectivo Internacional Ojos para la Paz, opina que si la Alianza no va a investigar los ataques es porque teme que pudiesen salir a la luz más casos. Los bombardeos de la OTAN“han asesinado prácticamente al 2% de la población civil” de Libia, es decir, a unas 60.000 personas, según Ojos para la Paz que cita a fuentes locales.

La campaña militar desplegada por la OTAN en Libia entre marzo y octubre de 2011 fue autorizada por una resolución del Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas con la finalidad de proteger a los civiles frente al conflicto armado entre el régimen del entonces mandatario libio Muammar Gaddafi y los rebeldes.

No obstante, posteriormente los bombardeos de la OTAN contribuyeron a la captura, linchamiento y asesinato sin juicio previo de Gaddafi y de algunos de sus familiares. Pero detrás de la intervención internacional también hubo intereses económicos, según Purificación González.
“Las grandes corporaciones están utilizando a la OTAN a través de los Gobiernos para hacer guerras y saquear los recursos, en este caso para quedarse con el petróleo y situarse estratégicamente para futuras guerras y para apoyar a Israel”, explica la abogada.

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ONU confirma torturas y muertes en cárceles ilegales libias

Naciones Unidas acorralada por las inmensas pruebas de torturas y asesinatos impunes, reconoció hoy la existencia de serios problemas en materia de gobernabilidad, seguridad y derechos humanos en Libia, incluida la práctica de torturas y muertes en centros secretos de detención.

La confirmación de esas violaciones fue expuesta por el enviado especial de la ONU para Libia, Ian Martin, en un informe ante el Consejo de Seguridad dedicado a analizar la situación en ese país árabe.

El funcionario opinó que la expectativa de rápidos cambios creó tensiones en el sistema político y condujo a la decepción ante la falta de avances cinco meses después de la llegada al poder del actual gobierno.

Ante esa situación, Martin instó a las autoridades a mostrar progresos tangibles en el corto plazo, incluso antes de las próximas elecciones legislativas y la formación de la nueva administración.

En cuanto a las prisiones clandestinas, el emisario de la ONU estimó de manera hipócrita en cuatro mil la cantidad de personas en poder de las bandas terroristas al servicio de la OTAN-CNT que participaron, junto con la OTAN, en el golpe de Estado contra el gobierno de libia y el Magnicidio contra Muamar Gadafi.

Asimismo confirmó que los malos tratos y la tortura continúan como práctica común en esas instalaciones, en particular en una existente en Misrata, donde se reportaron muertes por esa causa, así como en otros centros localizados en Trípoli, Zauiya y Sintan.

Martin también alertó sobre la tensión existente en diferentes partes del país y detalló diversos choques armados en Sabha en marzo pasado con la muerte de 150 personas y 500 heridos, y otros en la parte sudoccidental del territorio libio, en abril.

Bestias "rebeldes" del CNT-OTAN HUMILLAN Y TORTURAN: A Libios africanos de raza negra en jaula de zoológico, obligados a comer banderas

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¿Libia pasar a la democracia a través de la tortura?

Miles de seguidores del coronel Gaddafi se encuentran detenidos, y algunos torturados en prisiones secretas por las brigadas revolucionarias, el jefe de la Misión de Apoyo de las Naciones Unidas en Libia, dice. Grupos de derechos humanos ya han levantado la alarma sobre la tortura en las cárceles libias.

En una sesión abierta del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, al Enviado Especial de Naciones Unidas para Libia, Ian Martin, dijo que tiene "información creíble" en varios episodios donde las personas han sido torturados hasta la muerte en los centros del país de detención secretos.

Según Martin, el Ministerio de Justicia de Libia dice que ha tomado bajo el control de 31 cárceles ilegales con unos 3.000 reclusos. Pero muchos otros permanecen.

"Un número adicional de los detenidos, tal vez alrededor de 4000, todavía bajo la custodia de las brigadas, ya sea en los centros de detención oficiales o secretos”, dijo Martin. Prisiones ilegales se sabe que se estableció en Trípoli, Misrata, Walid Bani, Az Zintan, Az Zawiyah y otras ciudades.

En marzo, un impactante video surgió en Internet, mostrando los rebeldes libios torturar a un grupo de africanos negro . Las personas con las manos atadas se muestran encerrados en jaulas de zoológico-y, al parecer como que se ven obligados a comer la bandera libia de edad.

Libia se está preparando para su primer congreso nacional de elecciones libres en 45 años. El representante de la ONU pidió al gobierno del país para hacer frente a la práctica de las cárceles ilegales de inmediato si realmente está interesado en establecer el imperio de la ley y proteger los derechos humanos.
En enero, Médicos Sin Fronteras tuvo que suspender su trabajo en Misrata Libia tercera ciudad más grande después de tener que tratar a los prisioneros torturados.

El grupo informó a sus médicos tuvieron que ayudar a los detenidos con quemaduras de cigarrillos y descargas eléctricas, golpes pesados ​​y la insuficiencia renal, las pruebas de continuar con la tortura de prisioneros.

Según la ONU, el número de presos ha disminuido en Libia. A partir de noviembre de 2011, se estimaba que había 7.000 detenidos en las cárceles de todo el país sin ningún tipo de esperanza para un juicio justo.
La reciente suspensión de pagos prometidos a los ex combatientes revolucionarios ha generado descontento entre las brigadas revolucionarias, lo que provocó varios conflictos. Ian Martin, dice que continúan los enfrentamientos entre las ciudades en el oeste de Libia, no es la violencia en curso en la ciudad sudoriental de Kufra, y los combates en la ciudad suroccidental de Sabha dejó 147 personas muertas en marzo.

El representante de la ONU dijo que el último incidente, cuando las milicias de Libia atacaron la oficina del primer ministro el martes "indica la gravedad de este descontento."

Sin embargo, Martin dice que el país se está moviendo hacia la democracia. Él señala que hay algunos signos positivos en Libia, sobre todo en su progreso económico.

Libia produce actualmente alrededor de 1,4 millones de barriles de petróleo al día, pero las inversiones extranjeras en reconstrucción vital volverá sólo después de que se restablezca la seguridad.

Con el apoyo activo de los países miembros de la OTAN y algunos estados árabes, los rebeldes libios lucharon contra el régimen del coronel Muammar Gaddafi, desde febrero de 2011. Después de medio año de la guerra civil, Gadafi fue asesinado y transfirió el poder al Consejo Nacional de Transición.

El país de las primeras elecciones democráticas en casi medio siglo, está prevista para junio, con los miembros electos de la Asamblea Nacional prevé la creación de una nueva constitución.

Fuente: http://rt.com/news/libya-prisons-revolutionary-brigades-985/
http://rt.com/news/libya-torture-death-detainees-817/

Las torturas de las bestias “rebeldes” del CNT-OTAN contra indefensos civiles leales a la Jamahiriya


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Los imperialistas se frotan las manos para agredir a Argelia, después de que Libia

Una nota rápida sobre petróleo y gas en Argelia en el contexto de Libia

Por Sukant Chandan, hijos de Malcolm

Corriente británica de la semana pasada (de derecha) periódico Evening Standard, (24 Feb, 2011), página de negocios tenía una pieza importante en el precio del petróleo. Todos los cálculos se basaron en – si Argelia sigue Libia.

Si el imperialismo arrebata el control de los hidrocarburos de Libia y Argelia (que en la actualidad no tienen – las empresas conjuntas, los derechos de exploración, los acuerdos de reparto de utilidades, etc no son de control) -, entonces es un gran impulso al imperio, dando la vida por otro imperio siglo, casi, que es un nuevo conjunto estratégico de la revolución del tercer mundo.

En concreto para Europa Occidental, una pierna con EE.UU. y Japón del trípode del imperio conocido como sistema imperialista mundial. Europa Occidental tiene básicamente tres fuentes de petróleo y gas – Mar del Norte, Oriente Medio y África del Norte (MENA), Rusia y ex repúblicas soviéticas (CEI). El petróleo del Mar del Norte y del gas se divide entre Gran Bretaña y Noruega.Noruega es más que suficiente para sus necesidades internas. Bueno para Noruega.

El en el Reino Unido no es – y rápidamente se está agotando. Tal vez son los principales campos nuevos, pero el capitalismo decripit Britsh no tiene la masa para desarrollarlas. En cuanto a la CEI, Rusia es simplemente demasiado grande para ser sólo un títere, además de que Putin es un patriota. En cualquier caso, sólo el Partido Comunista y el gobierno se derrumbó en la URSS. El ejército y los servicios de seguridad / inteligencia no lo hizo. Y ellos son el principal componente del poder del Estado. El imperio creado mucha importancia a las picaduras de Ucrania contra Rusia. Sin embargo, el retorno de Yanukovich es el retorno de Ucrania en el campo ruso.Kazajstán y Turkimenistan, los otros 2 poderes fundamentales de la CEI de petróleo / gas son cada vez más alineada con Rusia y China.

Por lo tanto MENA crece en importancia. Y en este aceite sin humo / el gas la guerra de Libia y Argelia (en todo caso Argelia) han sido firmemente alineado con Rusia. Sin mencionar a sólidos y hermanos de la OPEP en la misma trinchera con Venezuela e Irán, etc Añadido importancia de Libia y Argelia a Europa es la proximidad geográfica. y el petróleo libio es crudo dulce.




Convenção Estadual de Solidariedade a Cuba em 11/05

7 de Maio de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Anualmente, pessoas e entidades realizam um encontro no qual são
debatidas a realidade cubana e as duras agressões que sofre esse povo,
vítima de feroz embargo econômico, político e midiático por parte dos
países alinhados à política militar expansionista norte-americana.
A Convenção Estadual de Solidariedade a Cuba ocorre em Curitiba, a
partir das 19h de sexta-feira (11/05), no Salão Nobre do Colégio
Estadual do Paraná, com participação do Consul Geral de Cuba Lázaro
Méndez e de Fábio Simeon, diretor do Instituto Cubano de Amizade com os
Povos – ICAP.
A Convenção Estadual é uma preparação para a XX Convenção Nacional de
Solidariedade a Cuba, que ocorrerá em Salvador-BA, entre os dias 24 e 27
de maio (www.solidariedadeacuba.com.br).

cuba bahia 2012 cuba bahia 2012 reduzido


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