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Andre Vieira

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Blog

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

VÍDEO: As vozes da tortura

28 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

29.06.12 | Por Agência Pública

A pastoral carcerária gravou depoimentos de vítimas de tortura em 20 estados brasileiros. Os relatos vão de espancamentos pela polícia civil e militar no momento da prisão até repetidas agressões dentro de unidades de detenção.
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Próxima reunião do Comitê contra o golpe no Paraguai – Curitiba

28 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Próxima reunião do Comitê contra o golpe no Paraguai:

Data: 02 de julho de 2012 (segunda-feira);

Horário: 19h

Local: CASLA (Rua João Manoel, 140 – São Francisco)

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Carlos Brilhante Ustra é condenado a indenizar família de Luiz Eduardo Merlino

26 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Carta Maior

A Justiça de São Paulo entendeu que o coronel reformado do Exército foi responsável pela tortura seguida de morte do jornalista no DOI-Codi, em 1971. Carlos Alberto Brilhante Ustra foi condenado a pagar uma indenização de R$ 100 mil à família de Luiz Eduardo da Rocha Merlino. Segundo a juíza Claudia de Lima Menge, o processo em questão não guarda relação com a Lei de Anistia de 1979, por esta ser “de âmbito exclusivamente penal”.

Coletivo Merlino

São Paulo – O coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra foi condenado pela Justiça de São Paulo a pagar uma indenização de R$ 100 mil à família do jornalista Luiz Eduardo da Rocha Merlino, morto sob tortura em 19 de julho de 1971 nas dependências do DOI-Codi (Destacamento de Operações e Informações – Centro de Operações de Defesa Interna), órgão de repressão da ditadura então comandado pelo réu.

A sentença foi proferida por Claudia de Lima Menge, juíza de Direito da 20ª Vara Cível do foro central de São Paulo. Ustra terá que pagar R$ 50 mil a Regina Maria Merlino Dias de Almeida, irmão da vítima, e a Angela Maria Mendes de Almeida, sua companheira na época.

“Evidentes os excessos cometidos pelo requerido, diante dos depoimentos no sentido de que, na maior parte das vezes, o requerido participava das sessões de tortura e, inclusive, dirigia e calibrava intensidade e duração dos golpes e as várias opções de instrumentos utilizados. Mesmo que assim não fosse, na qualidade de comandante daquela unidade militar, não é minimamente crível que o requerido não conhecesse a dinâmica do trabalho e a brutalidade do tratamento dispensado aos presos políticos. É o quanto basta para reconhecer a culpa do requerido pelos sofrimentos infligidos a Luiz Eduardo e pela morte dele que se seguiu, segundo consta, por opção do próprio demandado, fatos em razão dos quais, por via reflexa, experimentaram as autoras expressivos danos morais”, afirma a juíza na sentença.

Segundo Claudia de Lima Menge, o processo em questão não guarda relação com a Lei de Anistia de 1979, por esta ser “de âmbito exclusivamente penal”. “Não é de olvidar, porém, que até mesmo a anistia assim referendada pela Corte Suprema não está infensa a discussões, tendo em conta subsequente julgamento proferido pela Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), em que o Brasil foi condenado pelo desaparecimento de militantes na guerrilha do Araguaia, enquadrados os fatos como crimes contra a humanidade e declarados imprescritíveis”, escreve.

Militantes do Partido Operário Comunista (POC), Merlino e Angela Mendes de Almeida estavam clandestinos desde 1968. Em 1971, após um período na França, o jornalista voltou ao Brasil. Em 15 de julho, quando visitava a família em Santos, litoral paulista, foi levado preso por agentes do DOI-Codi.

Segundo relatos de testemunhas, nas dependências do órgão Merlino passou por severas sessões de tortura, que acarretaram sua morte quatro dias depois. Companheiros de prisão, entre eles o ex-ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vanucchi, afirmam tê-lo visto com evidentes sintomas de falta de circulação nas pernas, consequência das horas no “pau de arara”.

A versão oficial da sua morte foi de suicídio: ele teria se jogado na frente de um carro quando era transportado ao Rio Grande do Sul para reconhecer colegas militantes.




Ahmadinejad: “Atacam e invadem outros territórios para escravizar os povos”

26 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Irã News

Laerte Braga

“Os norte-americanos e sionistas têm bombas de todas as espécies e as usam contra as pessoas”. A afirmação é do presidente do Irã Mahamoud Ahmadinejad em entrevista que concedeu num hotel do Rio, um dia depois de discursar na RIO+20 defendendo uma nova ordem mundial “baseada na paz e no respeito entre os povos”.

Sem citar uma única vez o nome da presidente Dilma Roussef, mas classificando de “definitivo” o documento firmado entre os governos do Brasil, da Turquia e do seu país sobre a questão nuclear, Ahmadinejad lembrou Lula, à época desse acordo o presidente da República.

Lúcido e seguro em sua análise o presidente iraniano não teve dúvidas em falar da guerra midiática, uma das frentes do complexo terrorista ISRAEL/EUA TERRORISMO “HUMANITÁRIO” S/A. “Mostram nosso povo como pobre e atrasado. Somos a décima sétima economia do mundo, breve seremos a décima quinta e temos posição de ponta nas questões que envolvem biotecnologia”.

Distorcem para criar uma realidade que não existe, mas agrade aos seus interesses.

“Querem as nossas riquezas naturais, explorar nossos povos”.

Mahamoud Ahmadinejad fez alusão ao regime anterior à revolução islâmica, que definiu como de submisso aos interesses dos EUA. “Tínhamos uma população de 35 milhões de iranianos e 90% vivia na pobreza”. Hoje somos bem mais e a realidade é diferente daquela”. Enfatizou que quatro milhões de iranianos são judeus e muitos “foram tentar a vida em Israel após a revolução, mas voltaram, pois não conseguiram viver naquele país”.

Um estado islâmico não significa necessariamente restrição de liberdade religiosa. A Noruega, por exemplo, não é um estado laico e isso está escrito em sua constituição.

O presidente do Irã reuniu-se com intelectuais brasileiros e representantes dos movimentos sociais destacando a história de luta pela democracia, da qual todos foram partes.

Denunciou mais uma vez que a ONU faz o jogo dos EUA, através do controle do Conselho de Segurança. Com isso, países que dispõem de arsenais nucleares não são punidos com sanções, caso de Israel, com mais de 300 artefatos, enquanto o Irã que usa energia atômica para fins pacíficos sofre sanções severas e constantes ameaças.

“Temos sete mil anos de história e não nos submetemos nunca. Querem nos escravizar, voltar à ordem antiga, do regime antigo e assim explorar nossas riquezas. Por isso nos satanizam. Transformar o povo em escravo”.

“Os que querem o monopólio da energia nuclear são os que têm bombas e já usaram em tempos passados, na Segunda Guerra, contra seres humanos. Energia nuclear para todos, bombas para ninguém. São os mesmos desse passado”.

“Seis milhões de barris de petróleo dia os Estados Unidos tiravam do Irã no regime antigo e nosso povo estava na miséria”, disse Ahmadinejad. “É o que querem fazer de novo”.

O presidente lembrou a guerra Iraque e Irã. “Armaram Saddam contra nós, inclusive com armas químicas e biológicas, numa guerra que custou milhares de vidas e depois destruíram o Iraque para ficar com o petróleo”. “Não têm respeito pelos seres humanos”.

Citou o fato dos EUA apoiarem ditaduras no Oriente Médio como forma de assegurar o controle da região, de ignorar o arsenal nuclear de Israel e permitir a opressão contra o povo e o território palestinos.

Sobre a questão síria o presidente declarou que “tem que ser resolvida entre os sírios, pelo povo sírio e não com intervenção de outros países”.

“Não existem pessoas, seres humanos para os norte-americanos e sionistas, só interesses. Querem dominar para explorar”

Ahmadinejad deixou claro que só uma nova ordem mundial poderá assegurar a todos os povos “paz e respeito” e isso passa por contrariar os negócios das grandes potenciais mundiais, de Israel e dos Estados Unidos.

Citou a fome na África, as guerras do Afeganistão e travadas mundo afora pelos “colonizadores”, inclusive na América Latina, onde lembrou a exploração das riquezas pelos países que colonizaram a região e agora, pelos interesses norte-americanos diante das dificuldades com vários governos contrários a essa exploração.

“É uma luta de todos os povos oprimidos a nova ordem”.

A entrevista do presidente Ahamadinejad, ao contrário das normalmente concedidas por chefes de governo e estados, não registrou nenhuma paranóia típica de agentes norte-americanos e israelenses. Foi descontraída, a segurança limitou-se aos procedimentos normais e nenhum deles constrangedores. Nem o hotel onde estava hospedado e nem as ruas nas imediações foram fechadas, nada de franco atiradores. E pela primeira vez jornalistas das mídias alternativa e virtual lado a lado com os da mídia de mercado, fato que, numa certa medida, inibe a costumeira mentira de GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, etc.

Foram poucos os comentários sobre a RIO + 20, levando em conta que seu discurso abrangeu bem mais que as questões que ali estavam sendo discutidas. Foi um documento de amplo teor político com diagnóstico da conjuntura atual e a posição de seu país, sob constante ameaça de ataques tanto por parte dos EUA, como de Israel.

Coincidência ou não, no dia seguinte, na sexta-feira, as avaliações de Ahmadinejad sobre a intervenção norte-americana em função de interesses políticos, econômicos e militares, se materializou no Paraguai, no golpe que derrubou o presidente Fernando Lugo. Um dos objetivos dos norte-americanos é construir ali uma base militar que permita monitorar o Brasil e a posse do quinto maior aqüífero do mundo, o Guarani. A água hoje, segundo o presidente da Coca Cola, “vale mais que petróleo”. Afirmação que dá, mais uma vez, razão ao pensamento de Ahmadinejad.

A afirmação do presidente da Coca Cola foi feita na RIO + 20, num fórum restrito de empresários, quando defendeu a privatização plena e absoluta da água. Ou seja, o controle pelas grandes corporações e em função dos interesses que representam.

Ao contrário do “monstro” que a mídia de mercado (GLOBO, VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, RBS, ESTADO DE SÃO PAULO, ÉPOCA, etc) vende, o presidente do Irã se mostrou lúcido, sereno e correto em suas avaliações e análises.

Não é um fato que possamos ignorar levando em conta o que ocorre em todo o mundo hoje.

A percepção que a luta transcende ao chamado mundo institucional, controlado em sua maioria – no Brasil inclusive – por grupos ligados a interesses do imperialismo norte-americano, do capitalismo internacional.

A luta é nas ruas como aconteceu na Cúpula dos Povos, evento paralelo à RIO + 20.




Urgente! Reunião, 27/06/QUA/19h, da Frente contra o golpe de Estado no Paraguai – Curitiba

26 de Junho de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Camarad@s,

Convocamos entidades sociais, sindicais, estudantis e organizações políticas
para formar o Comitê de Solidariedade ao Povo Paraguaio em Curitiba.
Rechaçamos o golpe de Estado contra Fernando Lugo no Paraguai.

Infelizmente, um espectro ronda novamente a América do Sul: o
risco dos golpes de Estados. Não são golpes de Estado parecidos com aqueles
da década de 60 e 70, pois não buscam implementar uma ditadura militar
estrito senso. A novidade dos novos golpes de Estado na região são “golpes
de Estado democráticos” que, por mais que tenha um conteúdo golpista, são
envoltos pelo véu retórico da democracia liberal. Honduras deu início a este
novo ciclo, por mais que anteriormente tenham existido outras tentativas na
região, como na Bolívia (2008), Equador (2010) e Venezuela (2002).

Agora o “golpe de Estado parlamentar” desferido contra o governo de Fernando
Lugo é um sinal de alerta para as democracias e governos da América do Sul.

A direita usa do cinismo para argumentar sobre o golpe no Paraguai. Ela sabe
que é um golpe, mas age como se fosse um ato constitucional, legal e
legítimo. Para a nós isso não pode ser negociável: É um golpe de Estado! É
completamente inconstitucional! Não foi um ato legal! Não é legítimo! É um
verdadeiro golpe de Estado e precisa ser combatido! O Paraguai se tornou um
Estado ilegal, fruto de um golpe de Estado, e assim deve ter tratado pela
comunidade no Cone Sul, da América Latina e do mundo.

O golpe de Estado express no Paraguai é muito perigoso. É um
precedente para toda a região. Com esse golpe, somos obrigados a lembrar que
os inimigos do povo continuam ativos e que não tem compromisso algum com a
democracia na região.

É um momento em que toda a América deve se mobilizar defesa do povo
paraguaio. É preciso acabar com os velhos hábitos golpistas, a velha cultura
golpista, as velhas idéias golpistas e os velhos costumes golpistas.

Mas o golpismo não será vencido apenas com palavras. É preciso resistir!

Convocamos todos a se levantar contra o Golpe no Paraguai!

Somos um contra o golpe!

Pela restituição da democracia e em solidariedade ao povo paraguaio,
convocamos:

Reunião do Comitê de Solidariedade ao Povo Paraguaio – Curitiba

Local: Edifício Tijucas, 6º andar, conj. 623, Boca Maldita. Escritório do
Brasil de Fato.

Quando: Quarta-feira, 27/04 – 19 horas




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