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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Horror: Confirman condiciones “infrahumanas” en prisiones California

28 de Setembro de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Más de 3.000 prisioneros sufren condiciones “infrahumanas” en celdas de confinamiento solitario en California, incluyendo 78 que llevan más de dos décadas aislados, y el Gobierno estatal debe hacer reformas urgentes al sistema carcelario, según denunció hoy Amnistía Internacional (AI).

En un informe titulado “Al límite de la resistencia: unidades especiales de seguridad en California”, AI narra las condiciones en las celdas de máxima seguridad en California, en particular en Pelican Bay, la Prisión Estatal de
California y el Instituto Correccional de Mujeres.

“Queremos que la gente sepa que las condiciones en Pelican Bay son inhumanas y no hay razón alguna que justifique que a estos presos se les niegue acceso a aire fresco, luz natural o interacción social. Es (un castigo) innecesario y desproporcionadamente duro”, dijo a Efe Tessa Murphy, autora del informe.

“Lo más impactante fue ver la desesperación y soledad que sienten al estar encerrados allí sin ventanas, muchos de forma indefinida.

El no poder aliviar la monotonía, abrazar a su madre, o sentir el calor de otro ser humano tiene un efecto terrible”, aseguró.

“Esperamos abrir un diálogo con las autoridades para que incorporen nuestras recomendaciones en sus reformas. Esperamos que los funcionarios elegidos sientan la presión de ese movimiento que creció en California a raíz de la huelga de hambre”, explicó.

Murphy se refirió a la huelga de hambre que protagonizaron más de mil reos en Pelican Bay en julio de 2011 para denunciar las condiciones carcelarias. AI fue la única institución que tuvo acceso a esa prisión cuatro meses
después de la huelga.

Según Murphy, los reos en aislamiento pasan encerrados 22 horas y media, no tienen contacto con otras personas ni acceso a programas educativos o de rehabilitación.

Sólo salen hora y media a un pequeño patio, tienen derecho a una llamada telefónica sólo en casos excepcionales y dos horas de visitas familiares durante el fin de semana.

La mayoría proviene del sur de California y, dado que sus familias viven a más de 1.000 kilómetros, pocos reciben visitas.

Por ejemplo, un reo mexicano no había recibido visita de sus padres -ya ancianos- desde 1999, y cuando solicitó ser transferido cerca de su hogar, las autoridades le dijeron que “lo pensarían” si éste delataba a pandilleros de la prisión, según el documento.

“Siempre habrá reos que requieran confinamiento solitario para resguardar la seguridad de los demás” pero, en el caso de Pelican Bay, la mayoría no tiene cómo rehabilitarse, señaló Murphy.

Se calcula que entre 2006 y 2010, el 42 % de los suicidios en las cárceles californianas ocurrieron en celdas de aislamiento.

Algunos son enviados a esas celdas por cometer infracciones graves, como posesión de armas, homicidio o intento de fuga, pero “el 98 % termina allí no por el crimen por el que fueron condenados sino por ser miembros o socios
de pandillas carcelarias”, afirmó Murphy.

Un estudio de 2007 indicó que el 55 % de los reos en aislamiento era de origen hispano -cifra desproporcionada con respecto al 42 % de la población carcelaria en general-, seguidos por el 25,8 % de origen blanco y 15,9 % de
origen afroamericano.

El informe señaló, que según cifras de 2011 del Departamento de Correcciones y Rehabilitación de California, más de 500 reos llevan al menos diez años en aislamiento, más de 200 pasaron más de 15 años en esas condiciones, y otros 78 un período superior a 20 años.

California ya afronta órdenes del Tribunal Supremo de reducir el hacinamiento carcelario, y al encarar presiones presupuestarias, estas reformas acarrean un incentivo financiero.

Tan sólo en Pelican Bay cuesta 70.641 dólares por año mantener a cada uno de los 1.111 reos en celdas de aislamiento, en comparación con 58.324 dólares anuales por cada uno de los 1.271 reos en la población general.

Fonte: Contrainjerencia




Em SC, racismo, agressões e eletrochoques

27 de Setembro de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Por Pedro Pomar, colunista do Escrevinhador

Aconteceu em São Miguel do Oeste, cidade de 35 mil habitantes na região oeste de Santa Catarina. No último dia 21/9, três rapazes negros foram agredidos e expulsos da área VIP do show do conjunto Charlie Brown Jr., para onde haviam sido convidados pela organização do evento, por seguranças da empresa Patrimonial armados com dispositivos de choque elétrico. O irônico em tudo isso é que o show fazia parte da Festa das Etnias.

Os jovens são Luís Henrique de Sousa, 25 anos, professor de condicionamento físico, colaborador de uma ONG que trabalha com jovens em conflito com a lei; Luahn Henrique da Conceição Almeida, 22 anos, estudante de contabilidade do Instituto de Ensino Superior de Brasília (IESB), morador de Sobradinho, cidade satélite de Brasília; Marco Aurélio Barbosa dos Santos, 37 anos, motorista e microempresário. Fazem parte de um grupo de dez militantes petistas que excursiona pelo sul do país, a Caravana da Juventude do PT do Distrito Federal.

“Assim que eles entraram na área VIP, um grupo começou a fazer chacota”, relata Iara Cordeiro, da direção nacional da Juventude do PT. “Luis Henrique foi provocado e levou um empurrão. Logo em seguida vieram os seguranças e deram choques nos meninos: ‘O que vocês, pretos, estão fazendo na área VIP?’ Quando Luis Henrique mostrou a pulseira fornecida pela organização, um segurança disse: ‘De onde é que vocês roubaram isso?’ E dando choque”.

Luahn, que é asmático, levou uma gravata dos seguranças, cacetadas e eletrochoques, e desmaiou. Os jovens foram chamados de “urubus”, “macacos”, “pretos safados”. A Polícia Militar, chamada a prender os agressores, recusou-se. Posteriormente, o segurança que liderou as agressões procurou a Caravana para tentar negociar a retirada do boletim de ocorrência, sugerindo, sem nenhuma sutileza, que o episódio pode ser prejudicial ao PT, partido do prefeito, que busca a reeleição. Na conversa, ele admitiu as agressões, chegando a alegar que precisou dar uma cacetada em Luahn, porque era mais fácil fazê-lo descer as escadas desmaiado do que se debatendo…

A seguir, os principais trechos da Nota emitida pela Caravana:

Nota da Caravana da Juventude do PT-DF

A Caravana da Juventude do PT-DF chegou em São Miguel do Oeste (SC) no dia 13 de setembro, depois de passar por cidades de GO, MG e PR.

Na noite de sexta-feira (21), aconteceu a abertura da Festa das Etnias da cidade e os integrantes da Caravana que são negros foram convidados para fazer uma apresentação. Luís Henrique e Luahn fizeram um stand-up chamado “Coisa de Preto”. Após uma semana na cidade, andando em uma van plotada com a logo da JPT, todos já nos reconheciam na rua. Movimentamos a campanha do candidato a prefeito nas redes sociais, que é o único prefeito ex-assentado do país, e depois da apresentação dos meninos, ganhamos cortesias para o camarote do Show do Charlie Brown Jr., que aconteceria na mesma noite, com direito a conhecer a banda e tirar fotografias com eles no Hotel antes da apresentação.

Logo depois, o grupo se encaminhou para o local do show e ao entrar na área VIP, uma parte do grupo foi para frente do palco e a outra, os negros, ficou no fundo, na parte mais afastada do palco. Neste momento um grupo de jovens da cidade (onde um deles é filho de uma candidata a vereadora pelo PSD, que é oposição na cidade, e tem uma produtora que é apoiadora da candidatura do adversário PMDB), começou a ironizar os meninos e um deles esbarrou no Luís Henrique, que levantou as mãos e disse que não estava lá para brigar e sim para curtir o show. Alguns segundos depois, um grupo de seguranças da empresa Patrimonial (cujo dono já foi candidato a vereador pelo PMDB e também é apoiadora do adversário), deu um choque no Luís Henrique que tinha acabado de abaixar as mãos.

Ele virou e perguntou o que estava acontecendo e recebeu como resposta um questionamento: o que eles, PRETOS, estavam fazendo na área VIP? Ele mostrou que estava com a pulseirinha e levou novo choque com um questionamento de onde eles haviam roubado aquela pulseirinha. Outros seguranças se juntaram, num total de 8, e começaram a empurrar e bater nos meninos. Eles levantaram a mão novamente em sinal de rendição e disseram que não representavam perigo e que poderiam, mas não iriam oferecer resistência. Um segurança imediatamente deu uma gravata no Luahn, que é asmático. O Luís Henrique pediu para soltarem o Luahn, explicou que ele tinha asma e que era perigoso dar choque nele. Um dos seguranças imediatamente desferiu uma cacetada e choques, empurrando os meninos escada abaixo. Eles foram escorraçados da área VIP sob xingamentos de urubus, macacos, pretos safados e outras infinidades de ofensas.

Ao perceber a movimentação, Pedro, que é integrante da Caravana e é natural de São Miguel do Oeste, mas vive há quase 10 anos no DF, correu para socorrer os meninos, mas nesse momento o Luahn já estava desmaiado no chão. Ele foi até uns guardas da Polícia Militar que estavam no local, explicando o acontecido e exigindo que eles o acompanhassem para identificar os agressores. Os policiais se recusaram e quando o Pedro os chamou de preconceituosos e provincianos, ouviu voz de prisão por desacato à autoridade. Um outro policial veio intermediar a conversa e disse que se responsabilizaria pelo Pedro, orientando-o a abrir um boletim de ocorrência.

Eles então aguardaram a chegada dos bombeiros para prestar os primeiros socorros ao Luahn, que ainda estava desmaiado. Depois seguiram para a Delegacia para prestar o depoimento e não foi possível fazer o exame de corpo de delito, que só pode ser realizado na segunda-feira (24).

Em nenhum momento houve revide, nem contra-ataque da parte dos meninos. Luís Henrique trabalha em uma ONG que presta assistência a jovens em conflito com a lei e é lutador de Muay Thai há 15 anos, federado, poderia ter revidado, mas não revidou. O que aconteceu foi um massacre, pelo simples motivo de os negros estarem na área VIP de um show, na área reservada para as elites. No Boletim de ocorrência ficou registrado como Injúria e Lesão Corporal Dolosa.

Juridicamente a injúria é crime contra a honra, que consiste em ofender alguém, proferindo contra a vítima palavras que atentam contra sua dignidade. A Lei entendeu que quando esta ofensa estiver relacionada com elementos referentes à raça, cor, etnia, religião ou origem, o crime de injúria merece uma punição mais grave, tornando-se qualificado, sendo prevista uma pena de um a três anos de reclusão. Mas o crime de injúria qualificada pelo preconceito é diferente do delito de racismo, previsto na Lei 7.716/89. Enquanto na injúria preconceito é atribuída qualidade negativa à vítima, no racismo a vítima é segregada do convívio social em razão de sua cor, raça etc. O crime de injúria preconceito é prescritível, afiançável e de ação penal pública condicionada (Lei 12.033/09). Já o racismo é imprescritível, inafiançável e de ação penal pública incondicionada.

O que aconteceu não foi injúria apenas, como pode ser evidenciado na diferenciação entre os crimes de Injúria Racial e Racismo. Apesar de todos os xingamentos recebidos, os meninos foram vítimas de RACISMO. Foram agredidos verbal, moral e fisicamente. Eles foram privados do direito de ir e vir. Foram vítimas de um crime que ronda o Brasil e se evidenciou nos golpes desferidos por causa da cor da pele em uma noite que era para ser de festa. E se o asmático tivesse tido um colapso com os choques, teria sido apenas mais um negro para as estatísticas. Já estávamos identificados na cidade e acreditamos que foi crime de racismo sim, mas também teve como agravante sermos do Partido dos Trabalhadores.

Sabemos que há no Brasil o genocídio da Juventude negra e estudos divulgados pela ONU atestam que 70% dos jovens com idade entre 15 e 24 anos, vítimas de homicídio no Brasil, são jovens negros. São mortes evitáveis, embasadas no preconceito, no racismo. Mortes que viram estatísticas e que na maioria das vezes não vão para o jornal. O número não dói quando não é um amigo, um companheiro que você conhece. É um desconhecido que cai no senso comum de que é um bandido e “bandido bom é bandido morto”.

“A ideologia racista inculcada nas pessoas e nas instituições leva à reprodução, na sucessão das gerações e ao longo do ciclo da vida individual, do confinamento dos negros aos escalões inferiores da estrutura social, por intermédio de discriminação de ordens distintas, explícitas, veladas ou institucionais, que são acumuladas em desvantagens” (Rafael Guerreiro, IPEA). Que nada mais é do que a institucionalização da violência racial há séculos.

O racismo no Brasil é camuflado e hipócrita, está escondido nas piadas, nas seleções para empregos, no vocabulário (denegrir), nas brincadeiras (nega maluca), nos doces (negrinho ou negão, como é conhecido o brigadeiro aqui no Sul do país). A maioria das coisas pejorativas são negras, seja a lista negra, a ovelha negra, o humor negro.
A Caravana ainda está muito abalada com tudo o que aconteceu. Nunca tínhamos vivenciado tão de perto uma situação de terror como esta, violência gratuita e banal.

Diante disso tudo, declaramos todo nosso repúdio à empresa Patrimonial, que fez a segurança do show e cometeu esta barbárie. Por isso declaramos que daremos continuidade ao processo criminal e esta empresa irá se responsabilizar pelo ato dos seus funcionários, tão despreparados. Não adianta mais denunciar o racismo apenas nas letras das músicas, nos poemas, nos grafites, nas redes sociais. Os racistas têm que responder criminalmente por seus atos.

Iara Cordeiro
Direção Nacional da Juventude do PT




La Violencia fuera de control en Libia

26 de Setembro de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

la OTAN volvió a Libia en un osario

Por Stephen Lendman

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Una vez que el país más desarrollado de África, Libia hoy es un devastado, fuera del control del osario. Decenas de miles murieron. Multiples más resultaron heridos, sin hogar y desplazados por la fuerza.

Terror ahora acecha a los libios que viven en el miedo. El prolongado conflicto continúa. La violencia y la inestabilidad rabia. No esperes final de año. Washington’s liderada por la OTAN, la guerra es uno de los grandes crímenes de la historia. La colonización, la ocupación, el saqueo y la explotación fueron planeados.

América tiene otro sangriento trofeo imperial. Mantenerla es otra cosa. Resistencia Verde continúa su lucha por la liberación.

(AI) Amnistía Internacional Nuevo informe

Más vale tarde que nunca explicar legado de la OTAN. 2011 de Amnistía Internacional cuenta misreported " La batalla por Libia. " Señaló dedos por el camino equivocado. Se culpó a Gaddafi por agresión de la OTAN. Se lo acusó falsamente de "kill (ing) y LESIONES (ing) decenas de manifestantes desarmados".

Añadió "violaciónes graves del derecho internacional humanitario (DIH), incluidos los crímenes de guerra, y la violación flagrante de los derechos humanos, que apuntan a la comisión de crímenes contra la humanidad."

Antes apoyados por Occidente pandillas asesinas llegó, Libia tenía paz y tranquilidad. AI culpó a Gadafi por sus crímenes. Su nuevo informe pinta un cuadro completamente diferente, pero todavía está muy lejos de la verdad y la revelación completa. Bajo el título, "Milicias amenazan las esperanzas de Nueva Libia", se discute la anarquía violenta generalizada.

No explica ilegítimo Consejo Nacional de Transición (CNT), la autoridad o la agresión ilegal de la OTAN contra un país no beligerante. El derecho internacional es claro. AI lo sabe.

Ninguna nación puede interferir en los asuntos internos de otro, excepto en legítima defensa en caso de ataque. La OTAN se atribuyó la responsabilidad de proteger a la autoridad como engaño Caballo de Troya para la guerra. Los crímenes de guerra y contra la humanidad siguió.

Ellos continúan fuera de control. La OTAN sigue involucrado. Miles de fuerzas de EE.UU. invadieron para proteger las instalaciones clave de petróleo.Ocasionales ataques aéreos ocurren. Buques de guerra de la OTAN ocupar los puertos de Libia. Las fuerzas estadounidenses, italianos, franceses, y tal vez otros están involucrados. Los informes de Misrata en enero dijo que helicópteros Apache sacrificados insurgentes rebeldes tratando de escalar las plataformas petroleras Brega.

Pandillas asesinas rabia fuera de control. Enfrentamientos frecuentes matar a civiles e insurgentes rivales. Las milicias controlan las áreas locales y los barrios. Miles de partidarios de Gaddafi y Black trabajadores invitados africanos fueron asesinados o secuestrados y torturados.

"Las milicias …. seguir para incautar y detener a las personas, fuera de todo marco legal, y mantenerlos en centros de detención secretos …." Miles no tienen manera de desafiar fuera del control de la anarquía o escapar de la tortura brutal.

Los detenidos AI entrevistó describieron su experiencia desgarradora. Ellos fueron:

- Suspendido en posturas forzadas;

- Golpeados con las culatas de fusil, látigos, cables, mangueras de plástico, cadenas, barras y palos de madera;

- Electro-shock con conductores bajo tensión y las armas Taser como;

- Quemado, y

- Amenazas de violación.

Los informes médicos confirmaron sus cuentas. Con raras excepciones, los detenidos no son juzgados ni acceso a abogados. Varios dijeron que confesaron crímenes comprometidos a terminar con el dolor. Otros estaban demasiado asustados para hablar. Títeres de la OTAN y NTC saber lo que está pasando y no hacer nada.

"(E) l NTC liderada por el gobierno de transición parece tener ni la autoridad ni la voluntad política para controlar a las milicias. (Son) dispuestos a reconocer la magnitud de los abusos de las milicias, en la mayoría de los casos individuales que reconoce a pesar de la creciente evidencia de patrones de violaciones graves, generalizadas en muchas partes del país ".

Como resultado, la tortura y el maltrato continuo continuar. AI también crímenes de Gadafi era exagerado e ignoró su apoyo público masivo. Al final, fue abrumadora, y hoy más anhelan los libios para él de nuevo.

Funcionarios de la OTAN y NTC ilegítimo despreciar los derechos humanos y los principios del derecho internacional. Elecciones programadas son portada de la ocupación imperial. Los crímenes de guerra y contra la humanidad, no será castigado. Como resultado, continúan diariamente.

Oscuro de piel libios están especialmente amenazados. Miles de personas en Tawargha y otros lugares fueron desplazadas a la fuerza. Ellos todavía no pueden volver, y sus casas fueron saqueadas y quemadas. Como resultado, los cautivos no se celebró están en "pocos recursos" campos de Bengasi, Trípoli y otros lugares.

Muchas otras Mshashiya y miembros Qawalish tribu, así como Sirte, Bani Walid y otros residentes, siguen amenazados por bandas asesinas.Asesinatos por venganza y otros abusos continúan. Sin embargo, la resistencia Green lucha por liberar a Libia y restauración Jamahiriya regla.

Amnistía Internacional visitó Libia en enero y febrero de 2012. Su centrado investigado en los alrededores de Trípoli, Al Zawiya, las montañas Nafoussa, Misrata, Sirte y Bengasi.

Ellos visitaron 11 centros de detención en el centro y occidente de Libia bajo control de los insurgentes pandillas. En al menos 10 de los detenidos fueron torturados y maltratados. AI se entrevistó con ellos, los liberados, los administradores de instalaciones, médicos y personal del hospital, familiares de personas que murieron en custodia de miembros de la milicia, y funcionarios de NTC.

El número exacto de detenidos y maltratados no se conocen. Sin embargo, miles siguen en prisión. Representantes del CICR dijo que "visitó más de 8.500 detenidos en 60 lugares de detención." La mayoría se llevaron a cabo en los alrededores de Trípoli y Misrata.

En febrero, títeres NTC 2400 celebró otra. Casi todos los detenidos y ex AI entrevistados dijeron garantiza no autorizó su detención. Eran las ejecuciones extrajudiciales y arbitrarias. Auto-nombrado "comités judiciales" función ad hoc. Los abogados defensores no están presentes. La coacción, incluida la tortura y otros tratos graves, la fuerza injustificada la autoincriminación.

Muchos de los detenidos dijeron que se llevaron a cabo en varios lugares. Algunos eran secretos. AI fue testigo de los insurgentes golpear y amenazar a ellos, incluso algunos cuya liberación se les ordenó.

Un hombre dijo que se vio obligado a mentir sobre su espalda, las manos y los pies atados a la estructura. "En esta posición, (él) fue golpeado con los puños en (su) cara. Luego me golpearon con una manguera de plástico en los pies".

"Más tarde, tuve que dar la vuelta boca abajo y estaba atado a la cama. En esa posición, me golpearon de nuevo con una manguera en la espalda y en la cabeza. I también fue sometido a descargas eléctricas en diversas partes de mi cuerpo incluyendo mi brazo izquierdo y el pecho. "

Otros describieron experiencias similares. Los informes médicos confirmado. Desde septiembre de 2011, Amnistía Internacional confirmó al menos 12 muertes de detenidos. Las pruebas forenses demostraron abuso extremo. Funcionarios de NTC sabía y no hacer nada, ni siquiera cuando los familiares presentaron denuncias.

En septiembre pasado, prometieron "llevar ningún grupo armado bajo las autoridades oficiales y (a) a investigar a fondo cualquier incidente trajo a (su) atención".

Según Amnistía Internacional, "(t) su promesa no ha sido cumplida. Siempre y cuando los abogados defensores y las autoridades judiciales no tengan acceso a miles de (los detenidos, ellos) permanecen detenidos sin proceso y sin medios para impugnar la legalidad de su detención .. .. "

Por otra parte, las ejecuciones extrajudiciales ocurren. Las investigaciones se anuncian pero no se llevó a cabo. La violencia, la impunidad y la injusticia continúan. Libios sentía seguro bajo Gadafi. Ocupación ahora les aterroriza.

La responsabilidad recae en máquina de matar de la OTAN, títeres marionetas de NTC, y reclutaron pandillas asesinas.

Libia hoy es el infierno osario. Es el mismo donde interviene la OTAN. Afganos, iraquíes, sirios y otras víctimas conocen sus horrores. Como resultado, sus luchas liberadoras continuar.

Stephen Lendman vive en Chicago y se puede llegar a lendmanstephen.

También puede visitar su blog en sjlendman.blogspot.com y escuchar los debates de vanguardia con distinguidos invitados de la Hora Radio Noticias progresivo en la progresiva Radio Red jueves a las 10 AM, hora del centro EE.UU. y los sábados y domingos al mediodía. Todos los programas están archivados para escuchar fácil.

http://www.progressiveradionetwork.com/the-progressive-news-hour/ .

Fonte: Libia S.O.S.




Requião defende Lula e desanca oposição

25 de Setembro de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Requião fala também da perigosa ausência de uma rede de rádio ou jornal de alcance nacional em comparação a períodos anteriores de ofensiva (golpismo) da direita contra forças populares.




Violenta repressão a manifestações na Espanha

24 de Setembro de 2012, 21:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda


Revolta e repressão em Madrid


A polícia de choque espanhola, com cerca de 1300 efetivos no terreno, respondeu com várias cargas e disparos de balas de borracha à manifestação convocada por um conjunto de cidadãos para junto do Parlamento de Madrid com o objectivo de protestar contra as medidas de austeridade e também contra o funcionamento do sistema político. Até à hora autorizada para a manifestação, 21 e 30 locais, registavam-se 20 detidos e 13 feridos, um dos quais um agente das forças repressivas.

Os manifestantes, que as autoridades direitistas de Madrid calculam em cerca de seis mil, concentraram-se na Praça Neptuno, nas imediações do Parlamento, com o objectivo de forçar os deputados a revogar as medidas de austeridade que têm vindo a ser impostas com grande intensidade pelo governo pós-franquista de Mariano Rajoy. O primeiro detido, segundo a imprensa, foi um manifestante que trepou à barreira de segurança para tentar hastear uma bandeira do Sindicato Andaluz de Trabalhadores.

Cidadãos de várias regiões de Espanha afluíram a Madrid correspondendo a uma iniciativa convocada sobretudo através das redes sociais. Para uma manifestação que o governo avalia em seis mil pessoas foram convocados 1300 polícias de choque, ditos “antidistúrbios”, o que, respeitando os cálculos oficiais, significa um agente da repressão por cada 4,5 manifestantes. Os efetivos, que dispararam balas de borracha durante as várias cargas realizadas, correspondem a 30 dos 52 grupos operacionais de choque existentes em Espanha, desde logo uma mobilização considerada “desproporcionada” pela comunicação social e “provocatória” pelos manifestantes.

A manifestação corresponde a uma intensificação do descontentamento numa Espanha afetada profundamente pela crise de uma dívida que continua a crescer, apesar da austeridade, e bateu todos os recordes no segundo trimestre deste ano, atingindo os 800 mil milhões de euros. O crescimento da dívida do primeiro para o segundo trimestre foi de quase quatro por cento e coincidiu com a aplicação plena das medidas anti-sociais impostas em fevereiro pelo governo.

Na terça-feira o governo pediu esclarecimentos ao Banco Central Europeu sobre se tenciona ou não comprar títulos de dívida espanhola num momento em que se torna cada vez mais evidente a necessidade de Madrid recorrer a um resgate das organizações prestamistas congregadas na troika.

Ao mesmo tempo agravam-se os sinais de desagregação do Estado, sobretudo na Catalunha, onde o governo de Barcelona, dominado pelos nacionalistas da Convergência i Unió, decidiu antecipar para 25 de Novembro as eleições autonómicas tencionando transformá-las igualmente num referendo sobre aprofundamento da autonomia, designadamente em matéria fiscal. A decisão ocorre duas semanas depois de dois milhões de catalães, cerca de um terço da população da região, se terem manifestado nas ruas a favor da independência.

A Andaluzia decidiu terça-feira solicitar a Madrid um resgate de aproximadamente cinco mil milhões de euros devido às dificuldades financeiras com que se debate a região.

Fonte: be internacional




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