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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Registros do dia: 01 de setembro de 2015

2 de Setembro de 2015, 0:09, por Andre Vieira

 

Paraná
 
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- Aporrea: (VIDEO) Nueva explosión en una planta química en China



Destaques em 04/05/2015

5 de Maio de 2015, 0:49, por Andre Vieira - 0sem comentários ainda

 
Brasil
 
Mundo
- Vermelho: A Síria paga o preço de ser anti-imperialista e antissionista
- Agência Brasil: Mais de 60 pessoas ficam feridas em protestos contra discriminação em Israel
- Al Manar: EEUU justifica entrega de bombas de racimo a Arabia Saudí
- RT: EE.UU. bombardea por error las fuerzas populares iraquíes



A violência e o cinismo político governam o Paraná

29 de Abril de 2015, 20:28, por Andre Vieira

Foi um absurdo, uma aberração: O que ocorreu no Centro Cívico de Curitiba no dia 29 de abril de 2015 passou dos limites da civilidade. O governador Beto Richa mandou a tropa de choque reprimir de forma violenta uma manifestação pacífica para aprovar, de qualquer maneira, um projeto de lei lesivo aos servidores e à administração pública.

A violência foi absurda. O espetáculo bélico foi terrível. Cenário de Guerra. A polícia agiu com extrema violência, fazendo centenas de feridos, alguns em estado grave, para dispersar a manifestação que contava com dezenas de milhares de pessoas, na hora em que os deputados votariam o projeto de lei. Foram duas horas de bombardeio e tiros com balas de borracha.

Um dia após os trágicos eventos, a população manifesta o seu repúdio aos atos de selvageria proporcionados pelo governador Beto Richa. Atos acontecem no Centro Cívico em solidariedade aos professores e servidores públicos e contra os responsáveis diretos pelo descalabro ocorrido na quarta-feira.

O projeto de lei proposto pelo governador sobre a previdência dos servidores públicos contém uma série de ilegalidades e visa, na prática, obter recursos para o desfalcado caixa do Estado.

Um Estado recordista em arrecadação (e no aumento de impostos), não poderia estar na situação falimentar em que se encontra. Não há incompetência administrativa tamanha que explique tal penúria financeira que tem levado a cortar drasticamente os recursos dos serviços públicos e a confiscar direitos dos servidores.

É mais que irresponsabilidade: é ação deliberada para o colapso do Estado e dos serviços públicos, que é o que manda o receituário neoliberal privatista.

O neoliberalismo está de volta a pleno vapor com o tucano Beto Richa no Paraná!

E está de volta a violência e o cinismo como ações políticas de um governo disposto às últimas consequências para implementar o desmonte do Estado.

É preciso cobrar a responsabilidade do governador Beto Richa pela falência do Estado e pelo uso abusivo da força contra a manifestação legítima da população.



Governo do Paraná monta operação de guerra para confiscar previdência dos servidores

28 de Abril de 2015, 1:28, por Andre Vieira

O Centro Cívico de Curitiba amanheceu em Estado de Sítio nesta segunda-feira, 27 de abril de 2015. Uma data vergonhosa para a história paranaense.

O governador Beto Richa (PSDB) montou uma operação de guerra para impedir que os servidores públicos presenciassem e se manifestassem durante a sessão da Assembleia Legislativa que votou o Projeto de Lei 252/2015.

A rejeição dos servidores públicos ao projeto é por motivos óbvios: com um rombo inexplicado nas contas do Estado, o governo quer fazer caixa às custas do fundo previdenciário dos servidores. O projeto é injustificado, lesivo aos servidores e ao Estado e de questionada legalidade.

A proibição prévia à presença e manifestação popular na Assembleia Legislativa foi um abuso. E esse abuso foi avalizado pelo Poder Judiciário, o que torna a situação ainda mais grave. É anti-democrático!

O aparato militar mobilizado pelo governador para reprimir uma manifestação pacífica e ordeira foi um enorme desrespeito à cidadania desse Estado.

Indigno é o governador que leva um Estado à falência administrativa, maltrata seus servidores e engana sua população.

Não terminou. A luta continua.

 

 

 



A política tucana de desmonte dos serviços públicos no Paraná

9 de Fevereiro de 2015, 20:09, por Andre Vieira - 0sem comentários ainda

O início do segundo mandato do governador Beto Richa e da nova Assembleia Legislativa do Estado do Paraná não poderia ser mais insólito.

Os cortes de direitos de professores e demais servidores públicos são o lado mais perverso dos projetos de lei enviados pelo governador Beto Richa à Assembleia Legislativa do Paraná.

Junto a outras medidas, esse pacote é desastroso para a educação e demais serviços públicos essenciais.

Ao invés de propor medidas para valorização dos profissionais e para propiciar estrutura adequada ao desenvolvimento da educação pública, já em situação difícil, o governo propõe justamente o contrário: medidas que desvalorizam os profissionais e precarizam as condições da educação e demais serviços públicos.

Além de ser inaceitável a falência financeira do Estado apresentada pelo governador, os cortes já feitos e os novos revelam também uma escolha inaceitável do governador.

A educação, saúde e outros serviços públicos essenciais deveriam ser a prioridade de investimentos e não de cortes.

Mas isso não deveria causar surpresa, posto que a falência e o desmonte do Estado constituem a essência da política neoliberal (pró-capital), que permanece como plataforma política dos governos tucanos.

Fortalecido pela reeleição em primeiro turno e com o crescimento da base de apoio na assembleia, Beto Richa entrou de sola no segundo mandato. E deixou escancarado dramaticamente o que sempre foi sua plataforma política: o mesmo neoliberalismo da era Lerner-FHC.

A consequência é que 2015 deve ser um ano de intensos embates políticos tendo de um lado a política de "austeridade" do governo do Estado  e do outro servidores públicos, suas entidades representativas e a população.

E a única forma de impedir a continuidade de medidas desastrosas para os serviços públicos do Estado é com organização e mobilização, demonstrando publicamente, especialmente aos deputados, a rejeição popular aos cortes do governador.

 

 



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