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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Justiça impede reintegração de posse em Pinheirinho

16 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Uma liminar concedida pela Justiça Federal na madrugada desta terça-feira suspendeu a operação de reintegração de posse programada pela Polícia Militar para acontecer nesta quarta (17), na comunidade Pinheirinho, em São José dos Campos, no interior de São Paulo. O local, com área de um milhão de metros quadrados, vem sendo ocupado por cerca de 1.700 famílias há oito anos.


Moradores do Pinheirinho comemoram liminar emitida pela Justiça Federal
suspendendo reintegração de posse / Foto: AE

A Polícia Militar havia enviado 5.000 agentes, incluindo homens da Cavalaria, para retirar as mais de 5.500 pessoas do local. Na noite de segunda-feira, antes de a decisão da Justiça ser anunciada, o clima foi de forte tensão no Pinheirinho. Um ônibus e um carro foram incendiados durante manifestação contra a desocupação.

A área foi ocupada em 2004 por uma comunidade ligada ao Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem-Teto (MTST). O terreno pertence à empresa Selecta, do grupo Naji Nahas.

Uma liminar da Justiça que determinou a reintegração foi emitida no final do ano passado pela juíza Márcia Loureiro, da 6.ª Vara Cível. Na quarta-feira, um pedido de adiamento da desocupação por 120 dias foi negado.

Segundo a polícia, no final da noite de segunda-feira (16), na Avenida Imperador, um ônibus municipal foi interceptado por um grupo de pessoas ligadas à ocupação. Após obrigarem os ocupantes a descer, os desconhecidos atearam fogo no coletivo. As famílias que ocupam o Pinheirinho afirmam que os responsáveis pelo ataque ao ônibus não são moradores da ocupação.

Durante a tarde, a Polícia Militar usou um helicóptero para lançar panfletos sobre o terreno, pedindo às famílias que deixem do local e informando que a reintegração de posse já havia sido determinada pela Justiça. Desde 3h30 desta terça-feira (17), todo o entorno do terreno foi isolado. As ligações clandestinas de energia elétrica foram cortadas.

O Sindicato dos Metalúrgicos da cidade emitiu uma nota durante a noite informando que ‘os moradores já estão em estado de alerta e não deixarão suas casas’.

Para pressionar as autoridades sobre um acordo, um grupo de moradores realizou na sexta-feira (13), uma manifestação. Lideranças da comunidade afirmam que eles vão resistir à reintegração. Durante o ato, moradores colocaram capacetes e improvisaram escudos, dispostos a enfrentar quem quisesse lhes tirar de lá. ‘Isso aqui é a crônica de uma tragédia anunciada, vai ser como Eldorado dos Carajás’, disse Antonio Donizete Ferreira, advogado ligado ao MTST, que representa a comunidade na Justiça.

Ainda na sexta-feira, foi realizada na sede municipal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) uma reunião com representantes do Ministério das Cidades, da Secretaria de Estado da Habitação, de moradores e lideranças sindicais. A ideia era chegar a um acordo para evitar a execução da ordem de reintegração da área. A Prefeitura de São José dos Campos não mandou representantes.

O resultado da reunião foi uma proposta na qual o governo federal se dispõe a dirigir recursos para a compra do terreno, desde que o município demonstre interesse. Em contrapartida, a Prefeitura teria que declarar a área zona especial de interesse social, mudando o zoneamento, e apresentar um cadastro atual dos moradores.

No mesmo dia, à tarde, representantes dos governos federal e estadual foram à Prefeitura apresentar o documento, que foi protocolado. A administração municipal se comprometeu a analisar a proposta, mas afirmou o problema é judicial entre invasores, proprietários e a Justiça. A gestão indicou que, caso outra esfera do Executivo comprasse a área, não criaria dificuldades para a regularização.

Em 2010, líderes da comunidade entraram em contato com os governo federal e estadual para tentar regularizar o terreno. O Estado afirmou que a Prefeitura deveria indicar a área para participação no programa Cidade Legal, o que não aconteceu. A Prefeitura de São José dos Campos realizou o cadastro dos moradores em 2010. Foram identificadas mais de 1,6 mil famílias, ou 5.488 pessoas. Líderes comunitários dizem que o número de moradores é maior.

Twitter

A suspensão da reintegração de posse do Pinheirinho, em São José dos Campos, expedida na madrugada desta terça-feira (17) virou um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Durante toda a madrugada, o assunto ficou entre os dez mais comentados no Estado de São Paulo e a partir das 9h, a hashtag Pinheirinho foi uma das dez mais usadas pelos internautas em todo o país, alcançando a 9ª posição nos Trending Topics por quase meia hora.

Com agências

Fonte: Vermelho




Gaddafi estaria vivo e pronto a organizar resistência na Líbia, dizem agências

16 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Gaddafi

Gaddafi garante estar bem e na liderança contra um movimento de resistência na Líbia

Informes de agências de notícias que circularam nesta segunda-feira na Líbia, na Sérvia e na Rússia relatam a primeira aparição do coronel Muammar Gaddafi após a notícia de sua morte, durante os conflitos ocorridos naquele país, ano passado. De acordo com a agência internacional de notícias RicTV, Gaddafi teria falado aos líbios na transmissão da uma rádio argelina.

O líder líbio, que teve sua morte atestada por meios oficiais do novo governo daquele país, estaria vivo, na verdade, e refugiado no país vizinho, de onde articularia uma reação à tomada do poder por tribos rebeldes que contaram com o apoio das forças da Organização do Tratado Atlântico Norte (Otan). Estas mesmas fontes garantem que o homem confundido pelos rebeldes era um primo distante de Gaddafi, chamado Ali Madzid Al Andalus. O sósia era famoso em Sirte, onde vivia e morreu, por sua aparência similar à do então governante. Ouvida pela agência RicTV, a família dele confirma sua morte em 20 de outubro do ano passado, mesma data atribuída ao assassinato de Gaddafi. Fontes independentes também confirmaram aos jornalistas que o dirigente líbio estava distante de Sirte em 20 de outubro.

– A proclamação da resistência e um grande apoio moral está circulando nestes dias. Coube aos colonos a violência contra a Líbia. Tudo se fez em nome de uma falsa revolução. A todos os filhos da honesta Líbia, os filhos dos Mujahideens (guerreiros) e os filhos dos comandantes Mujahideens, o sol brilhará depois de uma longa noite e o que se necessita saber por agora é que a vitoria está próxima. A libertação está próxima – assinala a transmissão atribuída a Gaddafi.

Segundo a agência de notícias, com base na Espanha, a mensagem foi dirigida às “unidades de segurança internacionais, unidades de segurança de tribos, aos soldados dos batalhões, ao Batalhão 32 e aos líbios Mujahideens e livres”. Ainda segundo as transmissões, confirmadas pela agência argelina de notícia Algeria ISP, a resistência deverá ser lançada em operações em todas as regiões, “de leste a oeste”. Gaddafi também teria pedido aos líbios para se unirem aos combatentes da resistência e para lançar ataques, “até pedras”, contra os insurgentes. Ele também teria pedido aos combatentes de regiões distantes para intensificar as operações “contra os traidores que venderam a Líbia”.

Gaddafi

Na foto, Gaddafi estaria assistindo, pela TV, de um ponto na Argélia, as cenas onde supostamente teria sido assassinado

Gaddafi, segundo o informe – ainda não confirmado por fontes independentes – teria nomeado o filho, Saif al-Islam, como “um membro da resistencia que nos motivará para a libertação de Líbia”. Gaddafi teria encerrado seu pronunciamento com a garantia de que nunca dividirá a Líbia.

– A Líbia nunca se converterá em um emirado de Qatar ou nos Emirados Árabes Unidos, nem em uma colônia da França ou de outros países ocidentais – ressalta o comunicado atribuído a Gaddafi.

Além dos integrantes do exército leal ao então regime de Gaddafi, o líder líbio também convocou “as tribos de todas as regiões, os argelinos, tunisianos, iraquianos e os sírios a permanecerem contra os ratos e seus mercenários”.

Em relato similar, publicado no sítio da Algeria ISP logo após a divulgação da morte de Gaddafi, uma outra versão de que ele estaria vivo e bem e saúde.

Fonte: Correio do Brasil




Ashraf Abu Rahmah foi condenado pelo Tribunal Militar de Israel a seis meses e meio de prisão

16 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Mais um ativista condenado por participar de passeatas não violentas

Ashraf Abu Rahmah foi condenado pelo Tribunal Militar de Israel a seis meses e meio de prisão

16/01/2012

Baby Siqueira Abrão

Correspondente no Oriente Médio

O Tribunal Militar da prisão israelense de Ofer condenou no domingo, 15 de janeiro, o ativista de direitos humanos Ashraf Abu Rahmah a seis meses e meio de prisão e ao pagamento de 3 mil shekels (a moeda de Israel). O “crime” de Ashraf: participar das passeatas não violentas contra o muro e as colônias construídos ilegalmente por Israel em terras palestinas.

A reportagem de Brasil de Fato estava presente à manifestação de Bil’in em que Ashraf foi preso e viu sua prisão. Em 21 de outubro de 2011, uma sexta-feira nublada e enevoada de outono, ele pouco se aproximou do muro que separa a área C do vilarejo da colônia judaica de Modi’in Illit. Permaneceu quase o tempo todo numa colina próxima, conversando com um amigo inglês que não via há anos. No final da manifestação – particularmente violenta, com o exército israelense atirando, quase sem parar, balas de metal cobertas de borracha, granadas e bombas de gás que provocavam queimadas –, Ashraf tomou a estradinha que leva ao centro de Bil’in, de volta para casa.

Mas jipes do exército entraram no parque Abu Lemon, onde as manifestações terminam. E prenderam Ashraf. Ativistas palestinos e israelenses, e a reportagem de Brasil de Fato, correram em sua direção. Alguns ainda tentaram evitar o aprisionamento, conversando com os soldados, mas não houve jeito. Ashraf foi empurrado para um dos jipes e levado para a prisão.

Para justificá-la, e para mantê-lo atrás das grades, os soldados alegaram que Ashraf atirara pedras contra eles. Na primeira audiência, fotos, vídeos e testemunhas desmentiram essa versão. Por isso, o tribunal precisou de outra justificativa. Para casos assim, ela é bem conhecida: o acusado estava em zona militar fechada, onde só é permitido o acesso do exército de Israel. Essa é outra solução encontrada pelos sionistas para criminalizar os ativistas de direitos humanos que participam das passeatas não violentas das sextas-feiras, organizadas na maioria das vilas palestinas. Ao declará-las zonas militares fechadas, eles se dão o direito de prender e punir não apenas os ativistas, mas, se quiserem, todos os habitantes dos vilarejos.

Ashraf é irmão de Bassem e Jawaher Abu Rahmah, assassinados por soldados sionistas em abril de 2009 e janeiro de 2011, respectivamente. Bassem foi atingido por um cânister de diâmetro largo, atirado a pouca distância com uma espingarda de alta pressão, e morreu na hora. Jawaher, intoxicada pelos gases expelidos por bombas e granadas, desmaiou e foi levada ao hospital de Ramala em 31 de dezembro de 2010. Morreu um dia depois. Alguns médicos desconfiam de que, pelos efeitos devastadores dos gases no corpo de Jawaher, foi adicionado fósforo branco à composição das bombas.

Apesar do drama familiar, Ashraf é um homem bem-humorado, que gosta de estar com os amigos, de visitá-los. Suas gargalhadas altas costumam ecoar pelo centro da vila, provocando empatia nos moradores. É um ativista corajoso, que conhece os riscos e não foge deles. Sua bravura e sua admiração por Che Guevara fizeram com que recebesse o apelido de “Che Guevara palestino”. Vítima do desemprego causado pela ocupação israelense, ele coloca seu tempo à disposição de todos, ajudando no que for necessário. Nos sete meses em que a reportagem de Brasil de Fato ficou sediada em Bil’in, Ashraf foi presença constante, levando notícias sobre a vila e a resistência, convidando para o falafel vendido na esquina e para cafés em sua casa.

Os soldados o conhecem bem. Sabem que ele é incapaz de cometer atos violentos e de causar mal a quem quer que seja. Sua prisão se deveu a motivos políticos: humilhar os palestinos até que saiam de suas terras, para que elas possam ser anexadas a Israel. Uma lei israelense torna possível, ao governo, a posse de qualquer propriedade palestina da qual o dono tenha se afastado por um determinado período. Mas os palestinos, como se sabe, continuam resistindo. E, como Ashraf sempre fazia quando em liberdade, afirmam que nada os fará desistir.

A Coordenação dos Comitês da Luta Popular Não-Violenta Contra o Muro e as Colônias, com sede em Ramala, Palestina, declarou que a prisão de Ashraf não vai impedir a realização das passeatas das sextas-feiras em toda a Cisjordânia.

Veja o vídeo da manifestação e da prisão de Ashraf: http://youtu.be/ovmEgBpnrrM. Aqui, momentos do ativismo de Ashraf, homenagem prestada pelo amigo Hamde Abu Rahmah e postada no dia seguinte à prisão: http://youtu.be/BokjumcHWPs.

Neste outro vídeo (http://youtu.be/ohPea5e11Qw), você verá o parque Abu Lemon e, atrás do muro construído em Bil’in, a colônia de Modi’in Illit. Também ouvirá Ashraf criticar os organizadores das passeatas, ligados ao Fatah (maior partido da Palestina), os quais, segundo ele, cooptam os moradores de Bil’in, bem como ativistas israelenses e estrangeiros, para servir à propaganda da Autoridade Palestina. O resultado dessa cooptação é a queima de oliveiras e de carvalhos, além de ferimentos, prisão, mortes, intoxicações e incursões militares que espalham terror nas vilas. “Quem perde com isso?”, Ashraf questiona. E responde: “Nós perdemos”.

Fonte: Brasil de Fato




Manifesto de solidariedade à Síria por entidade brasileiras.

15 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

MANIFESTO DE SOLIDARIEDADE À SÍRIA

A Síria está sofrendo uma série de atentados terroristas que atingem
diretamente a população, cujo objetivo é desestabilizar o governo,
provocar guerra civil e uma intervençaõ militar da OTAN. A estratégia
empregada é muito semelhante a empregada na Líbia. Mas, as massas síria
estão nas ruas respondendo com bastante vigor o intento imperialista.

Seguindo a tradição da esquerda internacionalista de nosso país, as
Entidades brasileiras ,abaixo relacionadas, lançam um Manifesto de
solidariedade à luta anti imperialista travada pelo povo sírio e em Defesa
de sua Soberania, obviamente, são as entidade brasileiras que se
encontram perfiladas ao lado dos anti imperialistas sírios contra a guerra
,calculadamente construída pelo sionismo:*

*M A N I F E S T O*

*Manifestamos nosso enérgico repúdio aos atentados terrorista praticado
contra o povo sírio, sua unidade e sua soberania, que tem causado a morte
de dezenas de pessoas e muitos feridos, perpetrado por forças que querem
destruir a unidade síria, impedir as reformas e favorecer o imperialismo e
o sionismo no Oriente Médio.

Não temos dúvidas de que estas violentas agressões contra inocentes civis
sírios são parte da estratégia imperialista/sionista que se utiliza e
orienta grupos mercenários e fundamentalistas oportunistas a criar entre a
população um clima de guerra psicológica e terrorista, cujo principal
objetivo é levar ao sectarismo e criar enfrentamentos, incitando à guerra
civil .

*

*Nesse sentido a mídia mundial funciona como um instrumento de guerra
eficaz, quando faz coro com as manipulações criadas pelas forças de
segurança dos EUA e de Israel, que justificam os massacres perpetrados
por seus exércitos e pela OTAN em nome da democracia e da necessidade de
proteção da população nativa. Na verdade o que querem é dominar, destruir,
matar e ocupar o país.

*

*No caso da Síria, censuram as notícias sobre os ataques de grupos
terroristas à população e culpam o governo de Bashar AL – Assad ,
invertendo os papeis: a vítima transforma-se no criminoso; o criminoso em
vítima.

*

*A Síria é o principal pilar da resistência antiimperialista e antisionista
do Oriente Médio, do nacionalismo árabe e da convivência pacífica entre
diversas etnias e religiões. A Síria foi o único país árabe que acolheu
além dos palestinos desde 1948, mais de 1,5 milhão iraquianos que largaram
para trás seu país, após a bárbara invasão estadunidense, onde foram
utilizadas bombas de fragmentação, urânio empobrecido e outras armas
proibidas pelas Convenções de Genebra.

Nós, brasileiros, acreditamos na força e na determinação do povo sírio, que
tem respondido, nas ruas das cidades e províncias diariamente, de uma
forma unitária e muito firme, as estratégias criminosas da qual têm sido
vitimas. Todo nosso apoio e solidariedade internacionalista ao povo sírio
e sua forte unidade nacional. Estamos lado a lado com a Siria e condenamos
qualquer ingerência externa em seus assuntos.

*

*Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Estado do Rio de
Janeiro*

*Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino do Estado de Santa
Catarina*

*
*

*Movimento Palestino*
* Brasileiro pela Paz no Oriente Médio / Rio de Janeiro*

MST – Movimento dos Trabalhadores Sem Terra
PCB – Partido Comunista Brasileiro
MTD – Movimento dos Trabalhadores Desempregados
Brigadas Populares
CTB – Central dos Trabalhadores e trabalhadoras do Brasil
CEBRAPAZ – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz
União da Juventude Comunista
Unidade Classista – Corrente Sindical do PCB
FEARAB – Federação de Entidades Árabes da América/RJ
Club Sírio e Libanês
União CulturalL Árabe- brasileira
Sociedade Beneficente Feminina Árabe-Brasileira
Sociedade beneficente Muçulmana Alauita
Sociedade Ortodoxa São Nicolau




ATO TERRORISTA NO SINDICATO DE TRABALHADORES DA USP

15 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

SINTUSP: Criminoso Atentado

Carlos A. Lungarzo

O Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de São Paulo (Universidade Estadual na cidade de São Paulo,a mais poderosa do Brasil) denuncia neste documento um gravíssimo atentado contra sua sede, e elenca várias agressões contra estudantes realizados pela polícia e os corpos de segurança.

O comunicado aparece em sua forma original no texto seguinte. Devo, ainda, enfatizar que, embora o SINTUSP se mantenha dentro dos limites da descrição neutral dos fatos, todos nós somos claramente conscientes de que estes crimes caracterizam o espírito fascista e confessional da atual administração, e que procuram infundir o terror em todos os que resistem a sórdida administração do Opus Dei, o Integralismo e outras forças que propugnam a faxina política e social do Estado, como se evidencia também na política de RACISMO, registrada recentemente.

Tudo isto está no marco do domínio do Estado por uma elite truculenta, dirigida por figuras confessionais e inquisitoriais, que, ao longo das últimas décadas, estimularam numerosos crimes contra detentos, menores infratores, moradores de rua, no melhor estilo do franquismo espanhol e num nível muito acima da truculência da ditadura militar.

Portanto, peço a todos meus correspondentes no exterior que traduzam, por gentileza o comunicado da SINTUSP as principais línguas européias e fazam conhecer o fato em todas suas redes sociais.

É importante também que a opinião pública conheça os autores por seus nomes, para que possam ser reconhecidos no ambiente internacional pelos grupos progressistas e democráticos que operam nesses ambientes.

Grato a todos

Carlos Lungarzo

URGENTE!

Criminosa tentativa de sabotagem no Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP

Quinta-feira (12) pela manhã, quando dois funcionários adentram a sede do sindicato para dar inicio a mais um dia de expediente, constatam um forte cheiro de gás, em seguida, surpreendessem quando identificam um enorme vazamento em virtude de todos os botões do fogão industrial, localizado na cozinha, estarem abertos.

Minutos mais tarde, outro funcionário ao abrir sua sala para também dar inicio ao seu trabalho, nota que pastas e documentos de uso interno estão espalhados no interior da mesma.

Todo o episódio ocorre sem a violação de qualquer dos cadeados de entrada e fechadura de portas que dão acesso a entidade e salas internas!

Ressaltamos que, como de costume, todo o espaço fora vistoriado no dia anterior, antes de seu fechamento e que tudo se encontrava devidamente normal.

Estranhamente (no final da tarde do dia anterior) foi observado por funcionários e estudantes a presença de vigilantes da empresa EVIK e Policiais à paisana, nos arredores do sindicato.

A sabotagem foi registrada em BO – boletim de ocorrência na Central de Segurança da USP e no 93º Distrito Policial, Jaguaré.

A Diretoria do Sintusp encaminhou oficio a reitoria da universidade comunicando os fatos. É importante ressaltar que os cadeados e fechaduras do sindicato não foram arrombados.

Lembramos que tudo isto acontecesse depois de:

Dia 6 – Uma estudante grávida ter sido agredida (por “agentes” da guarda universitária na presença de policiais militares) e depois acompanhada, por diretor do sindicato, ao 91º Distrito Policial para registro de boletim de ocorrência e exame de corpo de delito.

Dia 9 – A intervenção de diretores do Sintusp (no caso Nicolas – estudante da USP espancado pelo sargento PM André Ferreira, no espaço do DCE/USP) e acirrada discussão com os policiais e guardas universitários, evitando a continuidade das atrocidades.

Dia 9 – Publicação na Revista Fórum (jan/2012) sobre espionagem na USP. Com apresentação de documentos que a Revista teve acesso, como, relatórios de agentes infiltrados em reuniões da diretoria do sindicato, da Associação dos Docentes da USP, reuniões e assembleias de estudantes e funcionários, além do monitoramento de médicos e funcionários do Hospital Universitário e até Diretores de Unidades da Universidade.

Dia 10 – entrevista coletiva do estudante Nicolas a diversas emissoras de TV, falando sobre a agressão e ação policial e de “membros” da guarda universitária. Gravação sugerida e organizada por diretores do Sintusp.

Até o momento não constatamos a perda ou furto de nenhum documento ou objeto de valor, o que evidencia que esta atitude criminosa que colocou em risco a vida dos funcionários, dos diretores e estudantes que freqüentam o espaço só pode ser explicada por motivações políticas.

Este é o último capitulo de uma tragédia anunciada pela assinatura de um convênio que perpetua a PM em nossa universidade, como parte de uma verdadeira ofensiva repressiva feita por parte da reitoria e do governo, que se da através de processos administrativos, criminais e ações de espionagem contra os diretores e ativistas do sindicato e estudantes que lutam em defesa de uma educação pública, gratuita e de qualidade para todos.

Assim, denunciamos esta criminosa atitude de ataque ao Sintusp e responsabilizamos a reitoria e o governo pela integridade física de todos.

Finalmente, pedimos as entidades sindicais, populares, estudantis, intelectuais e parlamentares a manifestarem repudio a mais essa ação criminosa e devida apuração dos fatos, conseqüentemente, a responsabilização de seus autores, encaminhando esses pedidos para:

Secretaria Estadual de Segurança Pública/SP

seguranca

secretário Antônio Ferreira Pinto

Reitoria da Universidade de São Paulo

gr

reitor João Grandino Rodas

Ministério Público do Estado São Paulo

pgj

procurador-geral de justiça Fernando Grella Vieira

Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

barrossmunhoz

deputado Barros Munhoz

com cópia para o:

Sintusp – Sindicato dos Trabalhadores da USP

sintusp

Diretoria Colegiada Plena




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