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Andre Vieira

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3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Madre de recluso fallecido en Cuba denuncia traición…pero en Miami

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda
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Recibimiento de Reina Luisa Tamayo

a su llegada a Miami con las cenizas de su hijo

25/01/12.-Fue casualmente en los Estados Unidos, donde el presidente Abraham Lincoln aseguró que “puedes engañar a todo el mundo algún tiempo, puedes engañar a algunos todo el tiempo, pero no puedes engañar a todo el mundo todo el tiempo.” Y digo casualmente, porque en estos momentos de mentiras y campañas mediáticas contra Cuba, fraguadas desde las “trincheras” anticastristas de Miami, acaba de desinflarse un embuste donde también se utilizó como estandarte a un preso que murió en huelga de hambre.

Reina Luisa Tamayo, la madre del finado recluso Orlando Zapata Tamayo, compareció en la noche de este lunes, ante las cámaras y micrófonos del programa televisivo “A Fondo con Sevcec”, del canal local América Tevé-41, y sin tapujos dijo sentirse traicionada, engañada y decepcionada con todos los que la llenaron de luces y ofrecimientos.

“Los que nos prometieron ayuda nos han traicionado”, dijo la anciana a una pregunta del moderador del programa, y contó las vicisitudes que tiene que enfrentar para sobrevivir en Miami, siete meses después de su llegada.

La madre de Zapata llegó a los Estados Unidos cargando las cenizas de su hijo el pasado 9 de junio. Entre vítores y abrazos, los mismos que empujaron al suicidio a Zapata, la recibieron en el aeropuerto. Políticos, cabilderos, disidentes y hasta algún que otro terrorista, se congregaron en el Miami International Airport, para darle una bienvenida cargada de promesas.

La señora Tamayo, ataviada con sus acostumbrados collares yorubas, dijo estar viviendo un momento desesperado, y con una mezcla de rabia y tristeza, afirmó que “el espíritu de mi hijo estará sufriendo lo que está pasando su madre”.

La madre de Zapata Tamayo explicó a la teleaudiencia de Miami que fue engañada por sus patrocinadores y dijo sentirse manipulada por los mismos que prometieron ayudarla. Contó, además, cómo se gana la vida como sirvienta, limpiando casas, cuidando ancianos, y junto a su esposo, arreglando la hierba de los patios.

Vivimos nueve personas en una sola casa, pero no nos alcanza el dinero para pagar la renta de 2,300 dólares mensuales, más el resto de las cuentas (agua, luz, teléfono, y comida, entre otras), declaró con dolor, mientras narraba sus esfuerzos por conseguir que la comunidad cubana exiliada les diera algo de ayuda económica.

Reina Luisa decidió tomar el camino del exilio junto a doce familiares. Durante la campaña difamatoria que se orquestó desde Miami contra Cuba, después de la muerte de Zapata Tamayo, grupos de exiliados y organizaciones de refugiados ofrecieron brindar ayuda a la familia Tamayo.

“Vamos a ayudar a la familia a iniciar un nuevo capítulo en sus vidas. Hemos dispuesto cuatro apartamentos en el suroeste de Miami y también será asistida con alimentos, ropa, muebles, clases de inglés, trabajo y otros asuntos esenciales”, afirmó en aquel momento Suzy Cop del Comité Internacional de Rescate (IRC), organización que supervisa los programas de reubicación para los refugiados que llegan a Miami, en el estado de Florida, según una nota publicada en el sitio digital Cuba en Miami el 8 de junio 2011. Reina Luisa Tamayo dejó bien claro que todo era mentira.

También Janissette Rivero, del Directorio Democrático Cubano, se ofreció ante las autoridades consulares norteamericanas como la patrocinadora de esta familia cubana. Evidentemente, por las declaraciones de Reina Luisa, todos le dieron la espalda e hicieron mutis por el foro.

Lo triste de toda esta historia, es ver como manipulan sin piedad, aunque para conseguir propósitos haya que pasar sobre las cenizas de un muerto. Ahora, Reina Luisa no cuenta. Mientras estaba en Cuba, era protagonista de la manipulación y eso genera dinero. Ahora, en la triste realidad del exilio, no deja de ser más que una vieja memoria, casi olvidada.

Ya tienen un nuevo “producto” de propaganda que da más resultado, y como decía un popular vendedor de muebles en Miami, “aquí lo que vale es el cash”. Solo habrá que esperar un poco, para ver si a Maritza Pelegrino, la viuda de Wilmar Villar, el recluso común recién fallecido, le toca pasar por la triste historia de Reina Luisa Tamayo.

Vale la pena reiterar lo que afirmó el presidente norteamericano Abraham Lincoln: “puedes engañar a todo el mundo algún tiempo, puedes engañar a algunos todo el tiempo, pero no puedes engañar a todo el mundo todo el tiempo.”

*Periodista cubano residente en Miami

Fonte: SOA-Brasil




Missão Árabe à Síria desmente o conto de morticínio pelo governo

25 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Grupo de 165 monitores entrega relatório à Liga Árabe no Cairo. Al Dabi, chefe da missão, relatou sabotagem armada contra ônibus civis e militares, oleodutos, redes elétricas e sedes de instituições governamentais

"Homens armadas abrem fogo sobre instituições governamentais em vários Estados da Síria forçando os guardas destas instituições a retribuir o fogo", declarou Mohammed Al Dabi, chefe da Missão Árabe indicada pela Liga Árabe para verificar os acontecimentos na Síria.

Em suas declarações emitidas na capital egípcia, no dia 23, Al Dabi, que comandou uma equipe de 165 homens que circularam por 15 dos 20 Estados do país, informou que os monitores presenciaram explosões que alvejaram instituições governamentais e que os alvos dos atentados são ônibus civis e militares, oleodutos e gasodutos, tanques de combustível, pontes, subestações de eletricidade.

COOPERAÇÃO

Acrescentando que "não foram observadas agressões contra protestos de civis", destacou ainda que "o governo sírio foi cooperativo e forneceu segurança aos integrantes da missão mas não interferiu no trabalho dos monitores", acrescentou.

Al Dabi sublinhou que apesar disso, "o governo sírio retirou todo o armamento pesado e veículos de combate foram retirados das cidades".

"O que foi publicado sobre a missão não afetou o nosso trabalho. A missão não fez adivinhações, especulações ou conceitos ou opiniões pessoais e informou o que viu", esclareceu Al Dabi, que também relatou não haver testemunhado ataques sobre manifestantes que protestavam sobre o governo.

Sobre os números de presos "que a oposição alegou ser de 12 mil, mas não foram apresentados dados sólidos sobre isso". Ele falou que após o decreto de anistia, baixado pelo presidente Bashar Al Assad, o número de presos liberados chegou a 7.614 (mais de quatro mil já haviam sido soltos antes do decreto).

O governo sírio, segundo Al Dabi aprovou a entrada de 147 veículos de imprensa e que o governo atendeu ao pedido da missão e estendeu os vistos dos jornalistas presentes no país. Vale aliás, lembrar que durante uma das reportagens realizadas em Homs, um grupo de jornalistas foi atacado por morteiros disparados por terroristas o que resultou na morte de um jornalista francês e ferimentos em um belga.

Al-Dabi lembrou que alguns setores da mídia criticou duramente a missão. "A mídia precisa basear-se nos fatos", e acrescentou que o informe não era pessoal mas foi realizado com base nas observações de todos os monitores.

"Alguns canais de mídia árabes atacaram a missão por não escrevermos o que eles queriam determinar", disse Al Dabi.

Ele relatou que um dos monitores – o argelino Anwar Maek (que mora na França) – que deu entrevista à Al Jazeera dizendo que "o governo sírio comete uma série de crimes contra seu próprio povo" e ainda que viu "mulheres e crianças sendo massacradas no levante popular" e que deixara o país após ser vítima de uma "esmagadora intimidação", só havia se ausentado do hotel uma única vez, "dizendo-se doente".

Todos os membros da missão estão bem e ninguém foi molestado uma única vez por agentes do governo, declarou Dabi.

Além da mídia, os governos árabes, capachos dos EUA, foram os que mais ficaram incomodados. O Qatar, desde o início do trabalho da missão quis desmontá-la quando viu que ela não corroborava a máquina de fraude da mídia pró-imperial e o representante da Arábia Saudita declarou que retirava os representantes de seu país da missão, pretextando que a "Síria não seguia o protocolo assinado com a Liga Árabe".

NATHANIEL BRAIA

Fonte: Hora do Povo




Entidades repudiam jornalistas da Globo que defenderam assassinato de cientista iraniano

24 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Repúdio: Entidades criticam postura de jornalistas da Globo

Representantes de entidades sociais e professores de universidades do estado de São Paulo publicaram, no início da semana passada, carta de repúdio contra comentários feitos pelos jornalistas Caio Blinder e Diogo Mainardi, na edição de 15 de janiero passado, do programa Manhattan Connection, da Globo News.

De acordo com a carta, os comentaristas justificaram o assassinato de cientistas iranianos como uma forma de evitar mais mortes e intimidar outros cientistas que trabalhem para o governo do Irã, a quem chamou de “Estado terrorista”.

O comentaristas da Globo News se referiram ao atentado, com uma bomba, que matou o cientista Mustafa Ahmadi Roshan, de 32 anos, em Teerã, capital iraniana. Roshan é o quinto cientista nuclear iraniano morto em um atentado terrorista nos últimos dois anos.

Leia a carta na íntegra:

Srs. Diretores da Rede Globo

Causa profunda surpresa, indignação e perplexidade assistir a um programa de vossa emissora em que jornalistas, comentaristas e palpiteiros assumam a defesa explícita da prática de assassinatos como meio válido de fazer política. Isso foi feito abertamente, no dia 15.01.2012, por Diogo Mainardi e Caio Blinder, ambos empregados da Rede Globo (o trecho em questão pode ser acessado pelo :

Depois de fazer brincadeiras de gosto muito duvidoso sobre a sua suposta condição de agente do Mossad (serviço secreto israelense), Caio Blinder alegou que os cientistas que trabalham no programa nuclear iraniano são empregados de um "estado terrorista", que "viola as resoluções da ONU" e que por isso o seu assassinato não constituiria um ato terrorista, mas sim um ato legítimo de defesa contra o terrorismo. Trata-se, é óbvio, de uma lógica primária e
rudimentar, com a qual Mainardi concordou integralmente.

Parece não ocorrer a ambos o fato de que o Estado de Israel é liderança mundial quando se trata em violar as resoluções da ONU, e que é acusado de prática de terrorismo pela imensa maioria dos países-membros da entidade. Será que Caio Blinder defende, então, o assassinato seletivo de cientistas que trabalham no programa nuclear israelense (jamais oficializado, jamais reconhecido mas amplamente conhecido e documentado)? Ambos – o "agente do Mossad" Caio Blinder e Diogo Mainardi – se associam ao evangelista fundamentalista estadunidense Pat Robertson, que, em abril de 2005, defendeu em rede nacional de televisão, com "argumentos" semelhantes, o assassinato do presidente venezuelano Hugo Chávez, provocando comentários constrangidos da Casa Branca.

Ao divulgar a defesa da prática do assassinato como meio de fazer política, a Rede Globo dá as mãos ao fundamentalismo – não importa se de natureza religiosa ou ideológica – e abre um precedente muito perigoso no Brasil. Isso é inaceitável.

Atenção: não defendemos, aqui, qualquer tipo de censura, nem queremos restringir a liberdade de expressão. Não se trata de desqualificar ideias ou conceitos explicitados por vossos funcionários. O que está em discussão não são apenas ideias. Não são as opiniões de quem quer que seja sobre o programa nuclear iraniano (ou israelense, ou estadunidense…), mas sim o direito que tem uma emissora de levar ao ar a defesa da prática do assassinato, ainda mais feita por articulistas marcadamente preconceituosos e racistas.

Em abril de 2011, o mesmo "agente do Mossad" Caio Blinder qualificou como "piranha" a rainha Rania da Jordânia, estendendo por meio dela o insulto às mulheres islâmicas. Mainardi é pródigo em insultos, não apenas contra o Islã mas também contra o povo
brasileiro.

Se uma emissora do porte da Globo dá abrigo a tais absurdos, mais tarde não poderá se lamentar quando outros começarem a defender, entre outras coisas, a legitimidade de se plantar bombas contra instalações de vossa emissora por quaisquer motivos, reais ou imaginários – por exemplo, como forma de represália pelas íntimas relações mantidas com a ditadura militar no passado recente, pela prática de ataques racistas contra o Islã e o mundo árabe, ou ainda pelos ataques contumazes aos movimentos sociais brasileiros e latino-americanos.

Manifestações como essas do "agente do Mossad" Caio Blinder e Diogo Mainardi ferem as normas mais elementares da convivência civilizada. Esperamos que a Rede Globo se retrate publicamente, para dizer o mínimo, tomando distância de mais essa demonstração racista de barbárie. Agradecemos a atenção.

Assinam os representantes e instituições :

- Hamilton Otavio de Souza – Editor Chefe da Revista Caros Amigos
- José Arbex Jr. – Chefe do Departamento de Jornalismo da PUC-SP
- Fabio Bosco – Central Sindical e Popular
- Francisco Miraglia Neto – Vice-Presidente Regional do ANDES-SN
- Reginaldo M. Nasser – Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da PUC-SP
- Marco Weisheimer – Editor da Carta Maior
- Socorro Gomes – Presidente do Centro Brasileiro para a Paz
- Soraya Misleh – Diretora de Imprensa do Instituto da Cultura Árabe
- Soraya Smaili – Vice-Presidente da Associação dos Docentes da UNIFESP
- Boris Vargaftig – Professor Titular da USP, membro da Academia Brasileira de Ciências
- Isabelle Somma – jornalista e doutoranda de Historia Social da USP

Fonte: Vermelho




Candidatos republicanos prometem ações contra Cuba

24 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Página 13

Gingrich: buscaria derrocar os Castro com operação encoberta; Romney: resolveria o problema migratório com “autodeportações” Romney e Gingrich confrontam-se em debate na Florida

Por Antonio Maria Delgado el Nuevo Herald (24/01/12)

Os candidatos republicanos Mitt Romney e Newt Gingrich pronunciaram na segunda-feira, 23, duras palavras contra o governo cubano, o primeiro dizendo que celebraria a notícia de um eventual falecimento de Fidel Castro e o segundo assegurando que se for presidente promoveria ativamente uma mudança de regime em Havana.

Ambos os candidatos presidenciais, que participavam do primeiro debate das primárias da Florida, também dedicaram grande parte de suas intervenções para atacar-se mutuamente, ambos afastando-se ainda mais do jogo limpo na cada vez mais acirrada contenda para a indicação do Partido Republicano.

Ao ser perguntado sobre o que faria se fosse presidente e recebesse uma chamada às 3 da madrugada anunciando-lhe o falecimento de Fidel Castro, Romney disse que receberia a notícia com agrado.

“Em primeiro lugar, a gente deve agradecer aos céus se Fidel Castro é levado de volta ao seu Criador”, disse o ex-governador de Masssachussetts no debate transmitido desde Tampa.

“Em segundo lugar, teremos de trabalhar bem de perto com a nova liderança em Cuba para tratar de ajudá-los a se trasladar a uma maior abertura que a que tinham no passado”, acrescentou.

Porém Gingrich disse dissentir da resposta de seu rival.

“Eu não creio que Castro vai se reunir com seu Criador. Creio que irá a outro lugar”, disse o ex-presidente da Câmara de Representantes, que aduziu que os Estados Unidos não deveriam ficar de braços cruzados esperando que isto ocorra.

“Creio que a política dos Estados Unidos deveria ser a de buscar agressivamente a maneira de derrocar o regime. E de fazer tudo o que possamos fazer para respaldar esses cubanos que querem a liberdade. […] Eu trataria de implementar uma política bastante agressiva […] contactando os elementos mais jovens do regime para dizer-lhes que não têm futuro com ditadura porque uma presidência de Gingrich não tolerará quatro anos mais desta ditadura”, acrescentou.

Quando se lhe perguntou se executaria essa política com práticas encobertas ou descobertas, Gringrich aduziu: “Me refiro a fazer uso de todos os ativos disponíveis nos Estados Unidos, inclusive o uso de operações encobertas apropriadas para maximizar a dissidência”.

Ambos os candidatos fugiram da pergunta sobre o que fariam se um eventual falecimento de Castro propiciasse um êxodo de cubanos desejando ingressar nos Estados Unidos.

O senador Rick Santorum, por sua parte, disse que o embargo imposto contra Havana tem sido uma importante política para tratar de proteger o hemisfério.

“Estas políticas devem continuar até que os Castro morram e depois nós deveríamos deixar claro que se querem montanhas de ajuda financeira, se querem uma relação normalizada, se querem melhorar sua economia, se querem a oportunidade de ter liberdade, que os Estados Unidos então estariam dispostos a sair em sua ajuda”,assinalou.

Porém nem todos os candidatos que participaram do debate disseram que estão de acordo com a adoção de uma postura mais rígida contra Cuba.

O congressista Ron Paul foi a voz dissonante e afirmou que faria bem ao contrário, promovendo a aproximação entre ambos os países.

adelgado

Fonte: Diário El Nuevo Heral




Israel prende e tortura implacavelmente crianças e adolescentes palestinos

24 de Janeiro de 2012, 22:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

From: Beatrice
From: Giovanni

THE GUARDIAN—LONDRES, 23/01/2012

UK raises concerns over Israel’s treatment of Palestinian children

Tradução do Inglês: Giovanni G. Vieira

REPASSEM. Vale a pena ler.

Comentário do tradutor: Importante, muitíssimo importante por se tratar de um libelo, de um grito por justiça de organizações internacionais de Direitos Humanos, organizações e partidos progressistas e de esquerda e, acima de tudo, do próprio povo palestino contra os crimes nefandos e inomináveis das autoridades civís e militares do Estado sionista judaico – Israel – contra homens, mulheres ( jovens e idosos) e no caso em foco contra crianças e adolescentes palestinos, cujo único "crime" é a luta incessante, corajosa, brava e destemida em prol da Pátria Palestina – Livre, Independente e Soberana.

Israel fala muito de holocausto nazista, de torturas e crimes praticados pelo Terceiro Reich contra o povo judeu, mas põe em prática e de forma implacável, sem o menor resquício de arrependimento ou vergonha, os mesmos métodos contra o bravo, expoliado e sofrido povo palestino.

VIVA O POVO PALESTINO!
VIVA O ESTADO PALESTINO!
Ciao,
Giovanni




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